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Conab adia leilões de feijão e milho; novos cronogramas já estão definidos
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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) anunciou o adiamento dos leilões destinados ao escoamento de feijão para produtores do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. As operações estavam previstas para esta semana e foram postergadas por motivos técnicos.
Os novos leilões do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e do Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) ocorrerão nos dias 17 e 18 de setembro, com oferta total de 32,4 mil toneladas da leguminosa — sendo 16,2 mil toneladas para cada modalidade.
No primeiro dia (17), a disputa será exclusiva para a agricultura familiar. A Conab ofertará 6,48 mil toneladas de Pepro de feijão-preto para agricultores familiares e suas cooperativas da região Sul. Na sequência, 6,48 mil toneladas de PEP serão destinadas a indústrias e comerciantes de feijão-preto dos mesmos estados, com comprovação obrigatória da compra do produto diretamente de agricultores familiares ou de suas cooperativas, pelo Preço Mínimo, garantindo o escoamento correto do grão.
No dia 18, ambos os leilões (Pepro e PEP) serão realizados em ampla concorrência, permitindo a participação de todos os produtores, cooperativas e agricultores familiares.
Leilões de compra de milho também são adiados
A Conab também remarcou os leilões de compra de milho destinados aos estoques governamentais do Programa de Venda em Balcão (ProVB) para 16 de setembro. O objetivo é adquirir 26 mil toneladas do cereal da safra 2024/2025, em grãos e a granel.
O leilão será dividido em duas etapas: a primeira, com 7,8 mil toneladas, será exclusiva para agricultores familiares e suas cooperativas, garantindo acesso facilitado aos pequenos produtores. Na sequência, o restante do lote será ofertado em ampla concorrência, aberta a todos os produtores e cooperativas, incluindo agricultores familiares.
As entregas do milho deverão ocorrer em Brasília (16 mil t) e em Uberlândia, Minas Gerais (10 mil t), garantindo o abastecimento dos estoques públicos e o atendimento ao ProVB.
Atenção aos novos prazos
A Conab reforça que os interessados em participar dos leilões devem acompanhar atentamente os comunicados oficiais publicados no Portal da Companhia, onde constam todos os novos prazos e regras de participação.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Mercado de bioinsumos no Brasil cresce 21% ao ano e alcança R$ 5 bilhões, impulsionado por inovação e sustentabilidade no agronegócio
O mercado de bioinsumos no Brasil vem registrando expansão acelerada e já se consolida como um dos segmentos mais dinâmicos do agronegócio. Na safra 2023/2024, o setor movimentou aproximadamente R$ 5 bilhões, com crescimento médio anual de 21% nos últimos três anos — índice quatro vezes superior à média global, segundo dados da CropLife Brasil.
A projeção é de que o mercado brasileiro alcance R$ 9 bilhões até 2030, enquanto o volume global pode chegar a US$ 30 bilhões no mesmo período, reforçando o protagonismo do Brasil na adoção de soluções biológicas aplicadas à produção agrícola.
Bioinsumos ganham espaço como alternativa estratégica no campo
O avanço dos bioinsumos — que incluem biofertilizantes, bioinseticidas, biofungicidas e inoculantes — está diretamente ligado à busca por sistemas produtivos mais eficientes, sustentáveis e menos dependentes de insumos importados.
De acordo com a ABCBio, o segmento de biocontrole cresce 5,3 vezes mais rápido que o mercado de defensivos químicos, evidenciando uma mudança estrutural no modelo de manejo agrícola.
A combinação entre biológicos e fertilizantes tradicionais tem permitido ao produtor manter níveis elevados de produtividade, ao mesmo tempo em que reduz custos operacionais e impactos ambientais.
Dependência externa impulsiona adoção de soluções biológicas
Segundo especialistas do setor, a ampliação do uso de bioinsumos também está relacionada à necessidade de reduzir a dependência de insumos importados e de maior exposição às oscilações do mercado internacional.
Para Fellipe Parreira, responsável por Portfólio e Acesso no Grupo GIROAgro, o movimento representa uma mudança estratégica para o agro brasileiro.
“Dependemos de insumos, defensivos e moléculas químicas que vêm do exterior, o que nos torna vulneráveis a oscilações geopolíticas. Os bioinsumos mudam esse cenário: são produzidos no país e fortalecem a resiliência da agricultura frente a crises globais”, afirma.
A GIROAgro tem investido no desenvolvimento de soluções que integram fertilizantes e biológicos, apostando na sinergia entre tecnologias para maior eficiência agronômica.
Tecnologia e drones ampliam escala de aplicação no campo
A incorporação de tecnologias como drones agrícolas tem acelerado a adoção de bioinsumos no Brasil. A aplicação aérea permite maior precisão, redução de perdas e ganho de escala, tornando o uso de biológicos viável até em áreas extensas.
Esse avanço tecnológico contribui para democratizar o acesso a soluções antes restritas a grandes propriedades, ampliando o potencial de adoção em diferentes perfis de produtores.
Integração entre biológicos e fertilizantes ganha protagonismo
Embora ainda exista no setor uma divisão conceitual entre biológicos e fertilizantes, empresas vêm adotando uma abordagem integrada, desenvolvendo soluções compatíveis entre as duas frentes.
A estratégia busca unir eficiência agronômica, facilidade de aplicação e estabilidade de resultados, atendendo a um produtor cada vez mais exigente e orientado por produtividade e sustentabilidade.
Marco regulatório impulsiona inovação no setor
A aprovação da Lei de Bioinsumos em 2024 representa um marco importante para o segmento, ao reduzir burocracias e estimular investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação.
O novo ambiente regulatório fortalece a cadeia produtiva e cria condições mais favoráveis para a expansão do mercado no Brasil, alinhando o país às tendências globais de agricultura sustentável.
Projeções indicam crescimento contínuo até 2030
De acordo com a ANPII Bio, o mercado brasileiro de bioinsumos deve crescer cerca de 60% até 2030, superando R$ 9 bilhões em faturamento.
Já a consultoria DunhamTrimmer estima que o mercado global alcance US$ 30 bilhões até o fim da década, com o Brasil respondendo por mais de 20% do crescimento no segmento de biocontrole.
Com expansão acelerada, avanço tecnológico e integração entre soluções, o setor de bioinsumos consolida sua posição como um dos pilares da agricultura moderna no Brasil.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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