AGRONEGOCIOS
Conexão Delta G doa 500 doses de sêmen para fortalecer a pecuária de Dom Feliciano
AGRONEGOCIOS
Durante a Expointer 2025, a Conexão Delta G firmou parceria com o município de Dom Feliciano (RS), reforçando o programa Pecuária Forte por meio do fornecimento de 500 doses de sêmen das raças Hereford e Braford, com o objetivo de aprimorar a genética do rebanho local.
Entrega simbólica durante a Expointer 2025
A cerimônia de entrega das doses aconteceu na Casa da Conexão Delta G, em Esteio (RS), e contou com a presença do secretário da Agricultura de Dom Feliciano, Lindomar da Silva Dylewski, e do secretário adjunto, Diego Lesniki. Os diretores da associação, Octaviano Neto e Emmanuel Cabral, receberam a comitiva e destacaram os benefícios da iniciativa para a pecuária municipal.
“Essa ação permitirá ganhos expressivos de qualidade genética no rebanho, refletindo na melhoria da produtividade dos produtores locais”, afirmou Cabral.
Programa Pecuária Forte avança para nova etapa
Segundo Octaviano Neto, o projeto já consolidou uma base forrageira e agora entra na fase de inseminação artificial em tempo fixo (IATF).
“O material que vamos fornecer é o mesmo utilizado em nossos rebanhos. Isso vai gerar incremento de produtividade e, principalmente, contribuir para o melhoramento genético dos animais do município”, explicou Neto.
Secretários destacam importância da parceria
O secretário Dylewski ressaltou a relevância da colaboração com a associação:
“Fomos recebidos de forma exemplar pela Conexão Delta G e saímos muito satisfeitos com o fornecimento. É um reconhecimento a todos os pecuaristas que participam do Pecuária Forte”, declarou.
O secretário adjunto, Diego Lesniki, reforçou o impacto esperado para os produtores locais:
“A Conexão Delta G nos apresentou material de primeira qualidade, já mostrado em prévia aos criadores do programa. Temos certeza de que essa genética vai elevar a pecuária municipal a um nível mais avançado.”
Continuidade e perspectivas futuras
O programa Pecuária Forte, implementado há mais de seis anos, tem foco no apoio a pequenos produtores e na melhoria da base genética e produtiva do rebanho bovino do município.
A Conexão Delta G destacou que a parceria será mantida, com possibilidade de novos projetos e desdobramentos em Dom Feliciano nos próximos anos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGOCIOS
Reino Unido amplia pressão e setor do agro brasileiro reage a novas restrições à carne
O agronegócio brasileiro enfrenta um novo cenário de pressão no comércio internacional após a decisão da União Europeia (UE) de suspender, a partir de setembro, as exportações de carne brasileira, somada ao anúncio de que o Reino Unido também avalia impor restrições adicionais ao produto nacional.
O movimento conjunto dos mercados mais exigentes do mundo acende um alerta no setor pecuário e reforça a necessidade de adequação às regras sanitárias internacionais, especialmente no que se refere à rastreabilidade, uso de antimicrobianos e comprovação de conformidade produtiva.
Pressão internacional exige maior comprovação sanitária do Brasil
Especialistas avaliam que o principal desafio do Brasil não está apenas no cumprimento formal das normas, mas na capacidade de demonstrar, de forma auditável e contínua, que toda a cadeia produtiva atende aos padrões exigidos por mercados como o europeu e o britânico.
De acordo com a coordenadora de contratos e agronegócios do CSA Advogados, Ieda Queiroz, a União Europeia adota critérios rigorosos baseados em evidências verificáveis.
“A UE não trabalha com presunção de conformidade; ela exige evidências. Sem demonstrar, de forma verificável, o uso adequado de antimicrobianos e a rastreabilidade animal, o impacto será duradouro — e afeta a credibilidade global do país”, afirma.
A especialista ressalta que o avanço das restrições britânicas reforça que o tema não é pontual, mas sistêmico dentro do comércio internacional de proteínas animais.
“Quando outro mercado de alta exigência sanitária sinaliza restrições, fica claro que a governança sanitária brasileira está sob escrutínio internacional”, acrescenta.
MAPA articula resposta técnica para evitar ampliação das restrições
Diante do cenário, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) trabalha na consolidação de relatórios técnicos para responder às exigências das autoridades europeias e buscar a reversão das medidas anunciadas.
A estratégia do governo envolve a apresentação de dados sobre controle sanitário, práticas de produção e sistemas de fiscalização adotados no país.
No entanto, especialistas destacam que a reabertura ou manutenção de mercados dependerá diretamente da capacidade de comprovação prática de conformidade ao longo de toda a cadeia produtiva da carne bovina.
Rastreamento e uso de antibióticos seguem no centro do debate
Embora o Brasil possua regulamentação que proíbe o uso de antibióticos como promotores de crescimento na pecuária, esse fator, isoladamente, não é suficiente para atender às exigências dos mercados europeu e britânico.
As autoridades internacionais também demandam rastreabilidade individual dos animais, auditorias independentes e documentação completa de todas as etapas do processo produtivo, desde a origem até o abate e processamento.
Segundo especialistas, a diferença entre a legislação vigente e a implementação prática desses controles ainda representa um dos principais entraves para o acesso pleno a mercados mais rigorosos.
“A distância entre norma e prática ainda é grande”, avalia Ieda Queiroz.
Competitividade da carne brasileira pode ser impactada
O aumento das exigências internacionais ocorre em um momento em que o Brasil ocupa posição de destaque no comércio global de proteínas animais, com forte participação em mercados da Ásia, Oriente Médio e Europa.
No entanto, a ampliação das barreiras sanitárias pode impactar diretamente a competitividade do setor, caso o país não consiga comprovar com robustez a conformidade de seus sistemas produtivos.
Especialistas alertam que a manutenção e expansão da presença brasileira no mercado internacional dependerá cada vez mais de transparência, rastreabilidade e alinhamento com padrões globais de governança sanitária.
Setor agropecuário entra em fase de adaptação e resposta
O cenário reforça a necessidade de adaptação estrutural do setor agropecuário brasileiro, especialmente na pecuária de corte, que depende fortemente do mercado externo.
A tendência é de maior pressão por sistemas integrados de controle, digitalização de processos e fortalecimento de auditorias independentes, com foco na comprovação de origem e conformidade sanitária.
Com a União Europeia avançando em restrições e o Reino Unido sinalizando medidas semelhantes, o Brasil enfrenta um momento decisivo para consolidar sua reputação como fornecedor global de carne dentro dos padrões exigidos pelos mercados mais rigorosos do mundo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão
-
Gourmet2 anos atrás
Moqueca capixaba
-
Gourmet2 anos atrás
Beijinho

