CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Connan destaca tecnologia exclusiva de suplementação para bovinos durante a Norte Show 2025

Publicados

AGRONEGOCIOS

Pelo segundo ano consecutivo, a Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, marcará presença na Norte Show 2025, evento que acontece entre os dias 14 e 17 de abril, em Sinop (MT). Promovida pela Associação dos Criadores do Norte e pelo Sindicato Rural do município, a feira chega à sua 6ª edição reunindo cerca de 400 expositores e com expectativa de público superior a 70 mil visitantes.

Durante o evento, a Connan apresentará em seu estande sua tecnologia exclusiva de suplementação animal, o Aglomerax, que promete maior eficiência nutricional, sustentabilidade e economia no manejo da pecuária.

“O evento já se consolidou como uma das principais vitrines do agronegócio nacional. É uma excelente oportunidade para apresentarmos o nosso portfólio, discutirmos a importância do consumo de carne e trocarmos experiências com grandes nomes do setor. A presença do nosso parceiro, o atleta Alessandro Medeiros, também reforça esse diálogo com o público”, destaca Fernando Penteado Cardoso Neto, presidente da Connan.

Tecnologia Aglomerax: inovação nacional a favor da pecuária

Desenvolvida com tecnologia 100% brasileira, a Aglomerax consiste em um processo exclusivo que aglomera os nutrientes em uma única partícula (grânulo), garantindo maior proteção ao suplemento mineral. Entre seus principais diferenciais, estão a prevenção do empedramento no cocho, a redução das perdas por chuva e vento e a minimização da inalação de partículas pelos animais, evitando irritações.

Leia Também:  Irregularidade das chuvas afeta colheita da soja e plantio do milho no País

Por conta de sua forma física diferenciada, o suplemento não cristaliza quando umedecido, o que favorece o consumo pelos bovinos. Estudos realizados pela Embrapa Gado de Corte, em Campo Grande (MS), mostraram que, no período das águas, o desempenho da tecnologia Aglomerax foi 16% superior ao dos suplementos em pó, com destaque para a redução de perdas por escoamento durante as chuvas.

“O Aglomerax representa uma solução eficiente e sustentável para o campo, ao reduzir significativamente o desperdício e contribuir para a rentabilidade da atividade pecuária”, pontua Cardoso Neto.

Palestra: o poder da carne no esporte e na vida

Outro destaque da participação da Connan na Norte Show será a palestra do ultraman Alessandro Medeiros, atleta patrocinado pela empresa e pela Fazenda Mundo Novo. Ao lado da nutricionista Letícia Moreira, especialista em dieta carnívora e alta performance, Medeiros apresentará o tema “O Poder da Carne!”, no dia 16 de abril, às 14h15.

A palestra abordará os benefícios da proteína animal para a saúde e o desempenho físico, reforçando como uma alimentação baseada em carne pode ser estratégica tanto no esporte quanto na rotina diária.

Leia Também:  Varejo alimentar cresce 4,5% em agosto impulsionado pelo aumento de preços, aponta pesquisa

Medeiros é o primeiro ultra-atleta do mundo a seguir uma dieta 100% carnívora, com a qual conquistou o primeiro lugar na categoria 50 a 59 anos do Ultraman World Championship 2024, disputado no Havaí — feito alcançado totalmente em jejum. Ele compartilhará sua trajetória, destacando o papel da disciplina, do treino e da nutrição na obtenção de resultados expressivos.

Já Letícia Moreira, com mais de 20 anos de experiência e pioneira na aplicação da dieta carnívora no esporte, explicará os impactos positivos da estratégia nutricional sobre a saúde metabólica e a resistência física.

Com essa programação, a Connan reforça seu posicionamento como uma empresa inovadora e alinhada com os avanços em nutrição e bem-estar animal, além de contribuir para a valorização do consumo de proteína de origem animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGOCIOS

Frio favorece plantio, mas produtores seguem cautelosos com custos e clima

Publicados

em

A chegada da primeira massa de ar polar de 2026 mudou o ambiente das lavouras de inverno no Sul do Brasil e trouxe um cenário diferente para cada fase do trigo no país. Enquanto o frio atual tende a beneficiar áreas recém-plantadas no Paraná, produtores do Rio Grande do Sul seguem cautelosos diante das incertezas climáticas e econômicas para a próxima safra.

O trigo é uma cultura típica de clima frio, mas os efeitos das baixas temperaturas variam conforme o estágio da lavoura. Neste momento, o frio ajuda mais do que atrapalha.

No Paraná, onde o plantio da safra 2025/26 já começou, cerca de 17% da área prevista havia sido semeada até a última semana, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral). As áreas implantadas estão principalmente em germinação e crescimento vegetativo inicial.

Nessa fase, temperaturas mais baixas favorecem o desenvolvimento da cultura. O frio ajuda na emergência uniforme das plantas, reduz parte do estresse térmico e cria um ambiente mais adequado para o crescimento vegetativo inicial.

Por isso, a onda de frio que derruba as temperaturas no Centro-Sul neste início de maio tende a ser positiva para o trigo recém-semeado no Paraná e em parte de Santa Catarina. O cenário muda completamente mais adiante, durante o florescimento e o enchimento de grãos. Nessas fases, geadas fortes podem provocar perdas severas de produtividade e qualidade, queimando espigas e comprometendo o potencial industrial do cereal. É justamente esse risco futuro que mantém parte dos produtores cautelosa neste início de safra.

Leia Também:  YANMAR leva soluções inovadoras para produção de café e vinho na TurisAgro 2025 em Espírito Santo do Pinhal

No Rio Grande do Sul, principal produtor nacional de trigo, a semeadura ainda não começou. Os produtores seguem em fase de planejamento da temporada, avaliando custos, clima e perspectivas de mercado antes de ampliar os investimentos.

Além da preocupação climática, o setor acompanha um cenário econômico mais apertado. Fertilizantes mais caros, custos elevados com operações mecanizadas, dificuldades no seguro rural e maior cautela no crédito vêm reduzindo o apetite por expansão da área cultivada.

Ao mesmo tempo, o mercado oferece sustentação importante aos preços. A baixa disponibilidade de trigo argentino com qualidade adequada para panificação continua limitando a oferta no Mercosul e fortalecendo as cotações no Brasil.

No Rio Grande do Sul, os preços seguem ao redor de R$ 1.300 por tonelada no interior. No Paraná, as referências se aproximam de R$ 1.400 por tonelada nos moinhos.

A dificuldade de encontrar trigo argentino com teor de proteína acima de 11,5% também vem levando parte da indústria brasileira a buscar produto nos Estados Unidos, operação mais cara e logisticamente mais complexa.

Leia Também:  Venda da safra está adiantada, mas chuvas preocupam colheita

Esse ambiente ajuda a sustentar os preços internos justamente no momento em que o produtor começa a decidir quanto investir na nova safra.

Mesmo assim, a preocupação com o clima permanece no radar. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater-RS), a previsão de maior frequência de chuvas durante o inverno e a primavera pode elevar riscos nas fases mais sensíveis da cultura, especialmente florescimento e enchimento de grãos.

Por isso, muitos produtores vêm adotando uma postura mais conservadora, reduzindo o pacote tecnológico, diminuindo investimentos em insumos e até substituindo parte da área de trigo por outras culturas de inverno.

O próprio Deral projeta queda de 15% na produção paranaense de trigo na safra 2025/26, reflexo principalmente da redução da área cultivada.

Neste início de maio, porém, o frio ainda joga a favor do trigo brasileiro. O desafio do setor será transformar esse começo climático positivo em uma safra rentável em meio aos altos custos, às incertezas do mercado internacional e aos riscos climáticos que costumam ganhar força ao longo do inverno.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA