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Cooabriel Registra Faturamento Recorde de R$ 2,57 Bilhões em 2024, Impulsionado pelo Mercado de Café e Insumos
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A Cooabriel, a maior cooperativa de café conilon do Brasil, alcançou um faturamento bruto histórico de R$ 2,57 bilhões em 2024, conforme divulgado na última sexta-feira, 21. Esse resultado representa um crescimento de 44% em relação ao ano anterior, quando a cooperativa atingiu R$ 1,78 bilhão. O aumento no preço do café conilon foi apontado como um dos principais fatores responsáveis por esse desempenho positivo.
Além de sua atuação no setor de café conilon, a cooperativa também expandiu suas operações de comercialização de insumos e equipamentos agrícolas, com unidades comerciais no Espírito Santo e no Sul da Bahia. Juntas, essas operações geraram um faturamento inédito de R$ 524 milhões.
Com o objetivo de sustentar o ritmo de crescimento e aumentar sua competitividade, a Cooabriel tem investido na modernização e ampliação de sua infraestrutura física e dos serviços oferecidos. A cooperativa também está investindo em pesquisa, novas tecnologias e na atualização digital. Os investimentos totais do exercício de 2024 somaram R$ 32 milhões.
O crescimento da cooperativa ocorre mesmo diante de desafios, como a redução de 23% na recepção de safra, consequência da quebra na produção de conilon provocada por condições climáticas adversas.
Para Luiz Carlos Bastianello, presidente da Cooabriel, embora o aumento no preço do conilon tenha desempenhado um papel importante, o crescimento no faturamento também é resultado do modelo de governança adotado pela cooperativa. “A Cooabriel tem crescido de forma orgânica, ampliando a oferta de serviços aos cooperados. A gestão tem sido cada vez mais estratégica, com aprimoramento de processos e controles, o que tornou inevitável o resultado positivo”, afirmou Bastianello.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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E32 deve impulsionar demanda por etanol e fortalecer liderança do Brasil em bioenergia
A elevação da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina para 32% (E32) deve representar um novo avanço estratégico para o Brasil, com impactos relevantes sobre a demanda por biocombustíveis, a segurança energética e o compromisso ambiental. A medida deve ser analisada pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) no início de maio, segundo o Ministério de Minas e Energia.
A expectativa do setor é de um efeito imediato no mercado. A ampliação da mistura pode gerar um aumento de aproximadamente 850 milhões de litros por ano na demanda por etanol anidro, além de contribuir para a redução das importações de gasolina.
Medida chega em momento estratégico para o setor
O avanço do E32 ocorre em um período considerado crucial, marcado pela renovação dos contratos de fornecimento de etanol anidro para a nova safra. A definição traz maior previsibilidade ao mercado e contribui para o equilíbrio entre oferta e demanda.
Com a expectativa de crescimento na produção, especialmente impulsionada pela cana-de-açúcar e pelo etanol de milho, o setor projeta um acréscimo superior a 4 bilhões de litros na safra atual. Nesse contexto, o aumento da mistura surge como mecanismo importante para absorver esse volume adicional.
Impacto direto na competitividade dos combustíveis
Outro efeito relevante da medida está na relação de competitividade entre os combustíveis. Com maior participação do etanol anidro na gasolina, há uma mudança na dinâmica de consumo, favorecendo também o etanol hidratado.
Esse movimento amplia a paridade econômica entre os combustíveis, que tende a superar a referência tradicional de 70%, tornando o etanol ainda mais atrativo ao consumidor final.
Avanço na agenda de descarbonização
Além dos efeitos econômicos, o E32 reforça o protagonismo do Brasil na transição energética global. O país já é referência internacional pelo elevado uso de biocombustíveis, tanto pela mistura obrigatória quanto pela ampla adoção de veículos flex fuel.
A proposta está alinhada às diretrizes do programa Combustível do Futuro, que prevê o aumento gradual da mistura de etanol na gasolina, podendo chegar a 35% (E35) nos próximos anos.
Mercado mais estável e novos investimentos
Com maior oferta de matéria-prima e aumento da demanda, a tendência é de um mercado mais equilibrado ao longo do ciclo produtivo. A expectativa inclui redução da volatilidade de preços, melhores condições ao consumidor e estímulo a novos investimentos no setor.
O avanço também abre espaço para novas oportunidades na bioenergia, incluindo o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis como o SAF (combustível sustentável de aviação) e o bio bunker, ampliando ainda mais o papel estratégico do Brasil no cenário energético global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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