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Crucianelli destaca plantadeira autotransportável para grandes áreas na Bahia Farm Show

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Bahia em destaque no agronegócio nacional

A Bahia vem se consolidando como um dos principais polos agrícolas do país, especialmente na safra 2024/25, quando atingiu um recorde de produtividade na soja: 68 sacas por hectare, totalizando 8,71 milhões de toneladas. A região Oeste do estado é considerada a nova fronteira do agronegócio brasileiro, caracterizada pelo cultivo em grande escala, alta tecnificação e crescente demanda por soluções que aumentem a eficiência operacional em propriedades extensas.

Tecnologia Crucianelli para grandes propriedades

Na 19ª edição da Bahia Farm Show, de 9 a 14 de junho, em Luís Eduardo Magalhães (BA), a Crucianelli, em parceria com o Grupo Piccin, apresentará sua linha de plantadeiras Plantor. Desenvolvidas para alta performance, as máquinas são ideais para propriedades amplas, com modelos em chassis de 12, 15 e 18 metros. O diferencial está na característica autotransportável, que elimina a necessidade de desmontagem para o transporte entre talhões, gerando economia de tempo e redução dos custos logísticos, explica Maximiliano Cassalha, engenheiro e head comercial da Crucianelli no Brasil.

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Destaque para a Plantor 3.9

Durante o evento, o foco será a plantadeira Plantor 3.9, que combina mobilidade com precisão na distribuição das sementes, graças ao dosador pneumático. O equipamento possui três caixas centrais de polietileno com capacidade total de 7.200 litros, proporcionando maior autonomia e economia de mão de obra e tempo no campo. Além disso, permite adubação simples ou dupla, com aplicação na linha ou ao lado, com espaçamento a partir de 42 cm, adaptando-se às necessidades dos produtores locais.

Solução para produtores com múltiplas propriedades

“Sabemos que os produtores da Bahia geralmente administram grandes áreas e fazendas distantes entre si. Por isso, a Plantor 3.9 foi projetada para facilitar a operação, aumentar a produtividade e otimizar recursos”, destaca Cassalha, ressaltando a praticidade e eficiência do equipamento para a realidade regional.

Bahia Farm Show: feira estratégica para o setor

A Bahia Farm Show é uma das três maiores feiras agrícolas do Brasil em volume de negócios. Na edição anterior, movimentou R$ 10 bilhões, reuniu 434 expositores, recebeu mais de 111 mil visitantes e promoveu 35 palestras técnicas. O evento é referência em tecnologia, inovação e networking no agronegócio. “Esperamos os produtores da região em nosso estande para conhecer a tecnologia exclusiva das plantadeiras Plantor, já consagradas na Argentina e agora disponíveis para o agricultor brasileiro”, convida Cassalha.

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Concessionária e suporte regional

Na Bahia e regiões próximas, as plantadeiras Crucianelli estão disponíveis na concessionária Geração Terra Agrícola, em Luís Eduardo Magalhães, operada pela PMS Tecnologia Agrícola. Com atuação desde 1999, a PMS oferece suporte em peças multimarcas e orientações técnicas para produtores da Bahia, Piauí, Tocantins e Goiás. Pablo Martins Santos, sócio proprietário da PMS, afirma: “Queremos que o produtor tenha sempre a melhor performance e o melhor custo-benefício, mais do que vender equipamentos, buscamos contribuir para o sucesso nas lavouras.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Seguro rural: notificação prévia e provas técnicas são essenciais para garantir indenização ao produtor

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Com o avanço da colheita das lavouras de verão, especialmente da soja, produtores rurais devem redobrar a atenção aos procedimentos exigidos no seguro rural para garantir o direito à indenização em caso de perdas.

Em regiões afetadas por estiagem, como áreas do Sul do país, a recomendação central é clara: ao identificar prejuízos na lavoura, o produtor deve comunicar imediatamente a seguradora antes de iniciar a colheita.

Notificação prévia é obrigatória para vistoria

A comunicação do sinistro é condição indispensável para que a seguradora realize a vistoria técnica nas áreas atingidas. Sem esse aviso prévio, o produtor pode comprometer o processo de indenização.

Durante a vistoria, é fundamental que o produtor esteja acompanhado por um assistente técnico, que possa avaliar os laudos apresentados pela seguradora e evitar concordância automática em caso de divergências.

Segundo o advogado Roberto Bastos Ghigino, a produção de provas independentes é uma estratégia essencial para resguardar direitos.

Produção de provas próprias fortalece defesa do produtor

A orientação é que o produtor elabore um laudo agronômico próprio e mantenha todos os registros que comprovem os investimentos realizados na lavoura, como notas fiscais, contratos e relatórios técnicos.

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Essa documentação se torna ainda mais relevante em situações em que, por necessidade operacional, a colheita precisa ser iniciada antes da vistoria da seguradora.

Os registros podem ser decisivos em eventuais disputas administrativas ou judiciais, inclusive para demonstrar que não houve falhas de manejo.

Prazos legais devem ser observados

A legislação estabelece prazos importantes no processo de seguro rural:

  • A seguradora tem até 30 dias para se manifestar após o aviso de sinistro
  • Caso não haja resposta, pode perder o direito de recusar a indenização
  • Após o reconhecimento da cobertura, o pagamento deve ocorrer em até 30 dias

Em caso de negativa, a decisão deve ser formal e devidamente justificada. O produtor pode contestar, inclusive na Justiça.

Os prazos para ação judicial são:

  • Produtor segurado: até 1 ano após a negativa
  • Terceiros ou beneficiários: até 3 anos a partir do fato gerador
  • Código de Defesa do Consumidor pode favorecer o produtor

Decisões judiciais têm reconhecido a aplicação do Código de Defesa do Consumidor nos contratos de seguro rural, o que pode permitir a inversão do ônus da prova em determinadas situações.

Esse entendimento tende a favorecer o produtor em disputas com seguradoras, especialmente quando há divergência na avaliação dos danos.

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Principais motivos de negativa exigem atenção no campo

Entre os fatores mais comuns utilizados por seguradoras para negar indenizações estão:

  • Plantio fora do zoneamento agrícola
  • Descumprimento de exigências técnicas
  • Falta de documentação comprobatória

Por isso, manter controle rigoroso de todas as etapas da produção é fundamental para evitar problemas.

Áreas irrigadas exigem comprovação técnica adicional

Para lavouras irrigadas, a recomendação é ainda mais criteriosa. O produtor deve apresentar cálculos de capacidade hídrica ao longo do ciclo produtivo, comprovando que eventuais perdas ocorreram por fatores externos, e não por falhas de planejamento.

Orientação: prevenção e organização são decisivas

O seguro rural é uma ferramenta essencial de gestão de risco no agronegócio, mas sua eficácia depende diretamente do cumprimento das regras contratuais e da organização documental do produtor.

A adoção de boas práticas, como notificação imediata, acompanhamento técnico e produção de provas, é determinante para garantir o acesso à indenização e reduzir prejuízos no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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