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Depois da tempestade vem a bonança: plantio da soja no Rio Grande do Sul se recupera

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Depois de sofrer com as chuvas torrenciais e inundações que atingiram o estado no mês de novembro, o Rio Grande do Sul recebeu uma boa notícia: o desenvolvimento da soja plantada tem sido satisfatórios, segundo os técnicos.

A área semeada alcançou 90%, recuperando parcialmente o atraso ocasionado pelas condições adversas de excesso de chuvas e elevada umidade do solo, fatores que dificultaram a correta deposição de sementes e a expansão dos cultivos.

Os volumes acumulados de chuva resultaram em sinais visíveis de erosão, sobretudo em áreas de plantio convencional. Mesmo no sistema de plantio direto (SPD), o volume e a intensidade das chuvas excederam a capacidade de absorção de água no solo. Em áreas com SPD consolidado, a infiltração foi mais eficiente, minimizando os danos por erosão.

Apesar dos desafios climáticos, o desenvolvimento das culturas é satisfatório, especialmente nas lavouras semeadas a partir de 15 de novembro. Nessas áreas, as plantas apresentam crescimento vigoroso e estrutura mais robusta, com menor distância entre trifólios e caules mais espessos.

As lavouras semeadas no início do período do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), entre 20.10 e 10.11, também se recuperaram bem, demonstrando uma emissão de folhas novas bem desenvolvidas.

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Fonte: Pensar Agro

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Tucunaré: o guardião dos filhotes nas águas brasileiras

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Encontrado em rios, lagos e áreas alagadas de diferentes regiões do Brasil, o tucunaré é um dos peixes de água doce mais conhecidos do país. Além da coloração marcante, que varia entre tons de amarelo, verde, azul e vermelho, a espécie também se destaca por um comportamento pouco comum no mundo dos peixes: o cuidado com os filhotes.

Após a reprodução, o casal constrói ninhos e permanece próximo aos ovos e aos alevinos, protegendo a prole contra possíveis predadores. Esse cuidado parental aumenta as chances de sobrevivência dos filhotes e faz do tucunaré uma exceção entre muitas espécies de peixes de água doce.

Existem 16 espécies de tucunaré identificadas, sendo 14 delas encontradas no Brasil. Cada uma apresenta padrões diferentes de cores e manchas, mas todas compartilham uma característica marcante: uma mancha arredondada próxima à cauda, conhecida como ocelo, que ajuda na identificação da espécie.

Com hábitos diurnos, o tucunaré vive principalmente em lagos, lagoas e áreas de remanso dos rios, onde caça peixes menores e camarões. Sua combinação de cores vibrantes, comportamento protetor e diversidade faz do tucunaré um dos grandes símbolos da biodiversidade dos rios brasileiros.

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O Tucunaré está na lista das espécies-alvo da pesca amadora e esportiva de acordo com o banco de dados da União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (UICN).

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected] 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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