AGRONEGOCIOS
Dia de Campo em Lauro Müller destaca inovações na apicultura e meliponicultura
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O Dia de Campo Regional da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Apicultura e Meliponicultura reuniu produtores, técnicos e lideranças em Lauro Müller, neste mês de agosto. Realizado na propriedade de Juliano Viero e Suzana Andrade, o encontro foi promovido pelo Sistema Faesc/Senar e pelo Sindicato Rural de Orleans, com o objetivo de discutir inovações e práticas sustentáveis do setor apícola.
Estações temáticas abordam práticas de manejo e sustentabilidade
A programação contou com cinco estações temáticas, voltadas tanto para a apicultura quanto para a meliponicultura, com enfoque prático e interação direta com os participantes. Entre os temas abordados estavam:
- Calendário anual de manejos na meliponicultura
- Bem-estar animal na apicultura
- Caminhos da cera – conduzidos por técnicos coordenados por Jaison Buss, supervisor técnico da ATeG
- Multiplicação de enxames e troca de rainhas – conduzido por um técnico da equipe de Pablo Henrique Ambrósio
Em seguida, os anfitriões compartilharam experiências da propriedade, incluindo produção e comercialização de colmeias, processamento de mel e oferta de produtos orgânicos vendidos em feiras livres de Lauro Müller. A iniciativa alia sustentabilidade, qualidade e valorização da produção local.
Dinâmica prática aumenta aprendizado
Os participantes foram divididos em grupos de 15 a 20 pessoas, circulando entre as estações a cada 20 minutos. Cada parada funcionou como uma mini palestra prática, permitindo que os produtores vissem os manejos em ação, tirassem dúvidas e trocassem experiências diretamente com os técnicos.
O supervisor técnico Jaison Buss avaliou o evento como produtivo:
“Ao trabalhar com elementos práticos da apicultura e meliponicultura, cada técnico conseguiu mostrar de forma objetiva aos produtores os benefícios de aplicar cada manejo.”
O presidente do Sindicato Rural de Orleans, Natalino Bianco, reforçou a relevância do encontro:
“Este Dia de Campo representou uma oportunidade de troca de conhecimento e valorização do trabalho dos nossos produtores. Ao unir teoria e prática, mostramos que é possível melhorar resultados e dar visibilidade aos produtos regionais.”
ATeG fortalece a cadeia produtiva de Santa Catarina
Segundo o presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, a ATeG Apicultura e a ATeG Agroindústria Apícola desempenham papel fundamental no desenvolvimento do setor em todo o Estado.
“A evolução da apicultura catarinense é notável, com produtos reconhecidos internacionalmente. Este Dia de Campo regional contribuirá para disseminar conhecimentos técnicos que fortalecerão toda a cadeia produtiva.”
Sobre a ATeG
A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar/SC atende atualmente 11 cadeias produtivas, incluindo agroindústria, apicultura, bovinocultura, fruticultura, maricultura, olericultura, ovinocultura, piscicultura e turismo rural. Coordenada por Paula Coimbra Nunes, a iniciativa conta com acompanhamento do superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi.
O programa vai além do suporte técnico, promovendo o aperfeiçoamento da gestão nas propriedades, aumentando produtividade, eficiência e sustentabilidade. O acompanhamento contínuo contribui para a profissionalização do campo e para o fortalecimento da agropecuária catarinense.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Valor da Produção Agropecuária de Santa Catarina atinge R$ 74,9 bilhões e reforça força do agronegócio em 2025
O agronegócio de Santa Catarina consolidou sua relevância econômica em 2025 ao alcançar um Valor da Produção Agropecuária (VPA) de R$ 74,9 bilhões, resultado que representa um crescimento de 15,1% em relação ao ano anterior. O avanço reflete a combinação de preços mais elevados e aumento do volume produzido, confirmando o papel estratégico do setor no desenvolvimento estadual.
Desempenho geral do agronegócio
De acordo com levantamento do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola, o crescimento do VPA foi sustentado por uma alta de 6,3% nos preços e um avanço de 9,5% na produção. O resultado evidencia não apenas a expansão quantitativa, mas também a valorização dos produtos agropecuários.
O desempenho reforça a importância do setor como um dos principais motores da economia catarinense, com impacto direto na geração de renda, emprego e desenvolvimento regional.
Produção e cadeias produtivas em destaque
Entre os principais produtos responsáveis pelo crescimento em 2025 estão milho, maçã, tabaco, soja, bovinos e suínos. A combinação de condições climáticas favoráveis e preços sustentados contribuiu para um ciclo produtivo positivo.
A diversificação da produção segue sendo um dos pilares do agronegócio catarinense, permitindo maior resiliência frente às oscilações de mercado e aos desafios climáticos.
Mercado externo e exportações
O setor também manteve forte presença no comércio internacional. Em 2025, o agronegócio respondeu por mais de 65% das exportações do estado, com receitas de US$ 7,9 bilhões, registrando crescimento de 5,8% em comparação a 2024.
O desempenho reforça a competitividade dos produtos catarinenses nos mercados globais, especialmente em segmentos que exigem alto padrão de qualidade.
Preços, custos e viabilidade econômica
Apesar dos resultados positivos, a renda do produtor rural segue impactada pela volatilidade de preços. No período pós-pandemia (2021 a 2025), as oscilações de mercado passaram a ter maior influência sobre a rentabilidade do que as variações climáticas.
Culturas como arroz, cebola e alho apresentaram maior sensibilidade às mudanças de preços, com impacto direto nas margens. Em contrapartida, produtos como soja e alho operam com maior margem de segurança, ainda que este último exija elevado investimento.
As culturas de verão tendem a oferecer maior estabilidade e retorno mais previsível, enquanto as de inverno, embora possam gerar margens elevadas por hectare, apresentam maior risco e necessidade de capital.
Indicadores e gestão de risco
Um dos pontos centrais para a análise econômica do setor é o chamado ponto de nivelamento, indicador que define o mínimo necessário de produtividade e preço para garantir a viabilidade da atividade.
Nesse contexto, culturas com margens mais estreitas, como arroz e cebola, apresentam maior exposição a perdas em cenários adversos. Já aquelas com maior margem de segurança permitem melhor gestão de risco, especialmente em ambientes de alta volatilidade.
Análise e perspectivas
O desempenho de 2025 confirma a força estrutural do agronegócio catarinense, sustentado por produtividade, diversificação e inserção internacional. No entanto, o cenário exige atenção redobrada à gestão de custos e à volatilidade de preços, que têm se consolidado como fatores determinantes para a rentabilidade.
A tendência é de manutenção da relevância do setor na economia estadual, com oportunidades ligadas à agregação de valor, inovação tecnológica e ampliação de mercados, ao mesmo tempo em que a gestão de risco seguirá como elemento central para a sustentabilidade financeira do produtor rural.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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