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Estudo da UFMA comprova eficácia de brinco mosquicida e endectocida no combate a parasitas bovinos

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A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) conduziu um estudo de campo com bovinos para analisar a eficácia do brinco mosquicida Fiprotag® 210 e do endectocida Bullmax® Premium, ambos da Vetoquinol Saúde Animal, no controle da mosca-dos-chifres (Haematobia irritans) e de nematódeos gastrintestinais. Os resultados confirmaram a alta eficiência dos produtos no manejo de parasitas. “O resultado foi excelente e ratificou o que já imaginávamos: ambas as soluções são extremamente eficazes para o controle parasitário dos bovinos”, afirma Antônio Coutinho, gerente nacional de marketing da Vetoquinol Saúde Animal.

O brinco Fiprotag® 210 foi submetido a testes em dois cenários: preventivo e curativo. No teste preventivo – ou seja, com a aplicação feita antes do pico de infestação –, os animais mantiveram-se com infestação controlada por até 210 dias após o uso do produto.

Já no teste curativo, os resultados também foram expressivos. “Nessa etapa do estudo, os animais que apresentavam infestações severas por Haematobia irritans tiveram a carga parasitária totalmente eliminada após a aplicação do Fiprotag® 210. Além disso, observou-se um aumento significativo da infestação no grupo controle com a mudança das condições climáticas, o que reforça a importância do uso dessa ferramenta”, destaca Coutinho.

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O estudo também avaliou a produtividade dos bovinos tratados com ambas as soluções em comparação ao grupo controle. De acordo com os dados obtidos, os animais que receberam o Fiprotag® 210 e o Bullmax® Premium apresentaram um ganho de peso 2,6 vezes maior por hectare do que os não tratados.

“Pesquisas como essa são fundamentais como retorno técnico para o aprimoramento de soluções já disponíveis e para o desenvolvimento de novas tecnologias. Com esse tipo de iniciativa, temos confiança na entrega de produtos que promovem a saúde animal e contribuem para a rentabilidade das propriedades rurais”, finaliza o representante da Vetoquinol.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produto amplia peso na economia com biodiesel e avanço da agroindústria

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Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) da cadeia da soja cresceu 11,72% em 2025.

Com isso, o setor passou a responder por 21,6% de todo o PIB do agronegócio brasileiro e por 5,4% da economia nacional.

O principal motor desse avanço foi a safra recorde de 171,5 milhões de toneladas colhidas no ciclo 2024/25. A grande oferta aumentou o esmagamento do grão nas indústrias e elevou a produção de derivados, principalmente farelo e óleo.

Na prática, isso significa mais atividade fora da porteira. O crescimento da soja passou a movimentar com mais força fábricas de ração, usinas de biodiesel, transportadoras, armazéns e indústrias ligadas à proteína animal.

O farelo de soja foi um dos principais destaques do ano. A demanda interna bateu recorde, impulsionada pelo crescimento da avicultura, da suinocultura e do confinamento bovino. Para o produtor pecuário, isso representa maior oferta de matéria-prima para alimentação animal e maior integração entre lavoura e pecuária.

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O biodiesel também ganhou peso dentro da cadeia. A elevação da mistura obrigatória para 15% aumentou o consumo de óleo de soja e estimulou a produção do biocombustível ao longo do ano.

O reflexo apareceu diretamente na economia. O segmento de agrosserviços, ligado a logística, transporte, armazenagem e comercialização, registrou uma das maiores altas do levantamento, com crescimento de 9,4%.

O mercado de trabalho acompanhou esse movimento. A cadeia da soja e do biodiesel encerrou 2025 com 2,39 milhões de trabalhadores ocupados, avanço de 5,52% em relação ao ano anterior. O aumento das vagas ocorreu principalmente nos setores ligados à indústria e aos serviços de apoio.

Apesar do avanço da atividade econômica, os preços internacionais mais baixos limitaram parte da rentabilidade do setor. A ampla oferta global pressionou as cotações da soja e dos derivados ao longo do ano.

Mesmo assim, as exportações da cadeia cresceram em volume e chegaram a 133,72 milhões de toneladas em 2025. A receita cambial somou US$ 53,46 bilhões, equivalente a cerca de R$ 283 bilhões.

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O levantamento mostra ainda uma mudança importante no perfil do agro brasileiro: processar soja dentro do país passou a gerar impacto econômico muito maior do que exportar apenas o grão bruto. Segundo os pesquisadores, cada tonelada industrializada gerou mais de quatro vezes mais PIB do que a soja embarcada sem processamento

Fonte: Pensar Agro

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