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Etanol lidera alta entre combustíveis com avanço de 14,3% em 12 meses

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O etanol se destaca ao registrar o maior aumento tanto no acumulado de 2025 quanto no comparativo dos últimos 12 meses. Os dados fazem parte do Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, elaborado em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), e revelam a dinâmica dos preços em diferentes regiões do país.

Queda nos preços em abril

O mês de abril foi marcado por recuos nos preços médios de cinco dos seis combustíveis analisados. As principais reduções foram:

  • Diesel comum: queda de 2,0%
  • Diesel S-10: queda de 1,9%
  • Etanol: queda de 0,8%
  • Gasolina comum: queda de 0,4%
  • Gasolina aditivada: queda de 0,3%

O único combustível que apresentou alta no mês foi o Gás Natural Veicular (GNV), com avanço de 0,5%.

Acumulado do ano indica tendência de alta

Apesar das reduções pontuais em abril, todos os combustíveis monitorados apresentaram elevação nos preços médios no acumulado de 2025:

  • Etanol: +5,4%
  • Gasolina comum: +2,9%
  • Gasolina aditivada: +2,8%
  • Diesel comum e diesel S-10: +2,7%
  • GNV: +1,4%
Etanol lidera com maior variação em 12 meses

No comparativo dos últimos 12 meses, o etanol hidratado lidera o ranking de alta entre os combustíveis:

  • Etanol hidratado: +14,3%
  • Gasolina comum: +8,9%
  • Gasolina aditivada: +8,8%
  • Diesel S-10: +6,0%
  • Diesel comum: +5,9%
  • GNV: +1,9%
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Gasolina comum: queda em abril, mas alta no ano

O preço médio nacional da gasolina comum em abril foi de R$ 6,397, uma queda de 0,4% em relação a março. Ainda assim, o combustível acumula aumento de:

  • 2,9% no ano
  • 8,9% nos últimos 12 meses

As maiores médias regionais foram registradas no Norte (R$ 6,834) e Sul (R$ 6,454). As menores, no Sudeste (R$ 6,248) e Centro-Oeste (R$ 6,434). Todas as regiões apresentaram recuo mensal, com destaque para o Nordeste, que registrou queda de 0,7%.

Etanol mantém competitividade em alguns estados

Com preço médio de R$ 4,389, o etanol caiu 0,8% em abril, mas acumula:

  • Alta de 5,4% em 2025
  • Alta de 14,3% nos últimos 12 meses

Os maiores preços foram observados no Norte (R$ 5,282) e Nordeste (R$ 4,920), enquanto os menores foram registrados no Sudeste (R$ 4,278) e Centro-Oeste (R$ 4,363). A maior retração mensal ocorreu no Centro-Oeste, com recuo de 1,4%.

Diesel S-10 recua em abril, mas segue em alta no ano

O diesel S-10 teve preço médio de R$ 6,383 em abril, com queda de 1,9% no mês. Ainda assim, apresenta:

  • Alta acumulada de 2,7% em 2025
  • Alta de 6,0% em 12 meses
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As regiões com os maiores preços foram o Norte (R$ 6,700) e Centro-Oeste (R$ 6,520). Já os menores preços foram registrados no Nordeste (R$ 6,251) e Sul (R$ 6,288). As retrações foram generalizadas, com destaque para o Nordeste (-2,5%) e Sul (-2,2%).

Gasolina ainda é mais vantajosa que o etanol na maioria das regiões

Segundo o Indicador de Custo-Benefício Flex, o preço médio do etanol em abril representou 72,2% do valor da gasolina comum no cenário nacional e 72,8% nas capitais. Como esses percentuais estão acima do limite de 70% — considerado o ponto de equilíbrio para veículos flex —, a gasolina apresentou melhor custo-benefício na maior parte do país.

Entretanto, alguns estados ainda oferecem vantagens no uso do etanol. São eles:

  • Mato Grosso
  • São Paulo
  • Mato Grosso do Sul
  • Goiás
  • Paraná

Essas localidades mantêm a competitividade do etanol, tornando-o uma alternativa viável para o abastecimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de grãos deve crescer 11,9% na safra 2024/25 e atingir novo recorde no Brasil

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Safra brasileira de grãos caminha para novo recorde histórico

A produção brasileira de grãos na safra 2024/25 deve alcançar um novo recorde, com crescimento estimado em 11,9% em relação ao ciclo anterior. De acordo com dados da Conab, o volume total deve atingir patamar histórico, impulsionado principalmente pela recuperação da produtividade e pela expansão da área cultivada.

O resultado reflete condições climáticas mais favoráveis em comparação à safra passada, além de investimentos em tecnologia e manejo por parte dos produtores.

Expansão da área plantada contribui para aumento da produção

A área total destinada ao cultivo de grãos também apresenta crescimento, reforçando o potencial produtivo do país.

Esse avanço é puxado principalmente por culturas estratégicas, como:

  • Soja
  • Milho
  • Algodão

A ampliação da área, aliada a ganhos de produtividade, sustenta a expectativa de uma safra robusta e com forte impacto no abastecimento interno e nas exportações.

Soja lidera produção nacional e mantém protagonismo

A soja segue como principal cultura do país, com participação significativa no volume total produzido.

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A expectativa é de recuperação na produtividade, após desafios climáticos enfrentados no ciclo anterior. Esse desempenho reforça o papel do Brasil como um dos maiores produtores e exportadores globais da commodity.

Milho apresenta recuperação e reforça oferta interna

A produção de milho também deve crescer na safra 2024/25, impulsionada pelo bom desenvolvimento da segunda safra (safrinha).

A combinação de clima mais favorável e maior área plantada contribui para elevar a oferta do cereal, que é fundamental tanto para o mercado interno quanto para exportação.

Algodão e outras culturas também registram avanço

Além de soja e milho, outras culturas importantes, como o algodão, também apresentam perspectiva de crescimento.

O avanço dessas cadeias produtivas amplia a diversificação da produção agrícola brasileira e fortalece a posição do país no comércio internacional.

Condições climáticas favorecem desenvolvimento das lavouras

O clima tem sido um fator decisivo para o bom desempenho da safra atual. Em comparação ao ciclo anterior, marcado por irregularidades climáticas, a safra 2024/25 apresenta maior regularidade nas chuvas e melhores condições para o desenvolvimento das culturas.

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Esse cenário contribui diretamente para o aumento da produtividade média das lavouras.

Impactos positivos para o mercado interno e exportações

O crescimento da produção deve gerar efeitos relevantes em toda a cadeia do agronegócio:

  • Maior disponibilidade de produtos no mercado interno
  • Potencial de redução de preços em alguns segmentos
  • Aumento das exportações
  • Fortalecimento da balança comercial

Com maior oferta, o Brasil tende a consolidar ainda mais sua posição como um dos principais fornecedores globais de alimentos.

Perspectivas: safra robusta reforça protagonismo do agronegócio

A expectativa de uma produção recorde reforça o papel estratégico do agronegócio na economia brasileira.

Com ganhos de produtividade, expansão de área e clima favorável, o setor segue como um dos principais motores de crescimento do país, com impactos positivos sobre renda, emprego e comércio exterior.

A consolidação desses resultados ao longo da safra dependerá da manutenção das condições climáticas e do cenário de mercado nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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