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EUA propõem aumento da mistura de biocombustíveis em combustíveis fósseis a partir de 2026

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Nova proposta amplia obrigatoriedade de mistura de biocombustíveis

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) anunciou, na sexta-feira (13), uma proposta que prevê o aumento dos volumes obrigatórios de biocombustíveis a serem misturados aos combustíveis fósseis no país a partir de 2026. A iniciativa foi bem recebida por representantes do setor, que há meses pressionavam por metas mais ousadas.

Metas crescentes para os próximos anos

Pelo texto proposto, o volume total de biocombustíveis a ser misturado deve alcançar 24,02 bilhões de galões em 2026 e 24,46 bilhões de galões em 2027. Esses números representam um avanço em relação aos 22,33 bilhões de galões já estabelecidos para 2025.

Restrições para biocombustíveis importados

Um dos pontos centrais da proposta é a restrição à geração de créditos negociáveis (RINs) a partir de biocombustíveis importados, em uma estratégia voltada ao fortalecimento da produção doméstica. Nesse novo cenário, os RINs gerados pelo diesel de biomassa devem recuar da média anterior de 1,6 por galão para 1,27 em 2026 e 1,28 em 2027.

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Aumento do volume efetivo de diesel de biomassa

Apesar da redução nos créditos por galão, o volume de diesel de biomassa efetivamente misturado ao combustível fóssil deverá crescer. A EPA projeta a mistura de 5,61 bilhões de galões em 2026, considerando uma meta de 7,12 bilhões de RINs. Para 2025, a meta atual é de 3,35 bilhões de galões, número que vinha sendo considerado insuficiente por lideranças da indústria.

Próximos passos

Antes de ser regulamentada de forma definitiva, a proposta será submetida a uma fase de consulta pública, permitindo contribuições de diferentes agentes do setor. A expectativa é de que a nova política impulsione o mercado interno de biocombustíveis e reforce os compromissos ambientais dos Estados Unidos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Abertura da Colheita do Arroz 2027: áreas experimentais no RS entram em fase de preparo com forrageiras de inverno

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Os organizadores da 37ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas já iniciaram o preparo das áreas experimentais que serão utilizadas na edição de 2027. O trabalho está sendo realizado na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), com foco na manutenção da qualidade biológica e química do solo.

A estratégia faz parte do manejo contínuo das lavouras demonstrativas e visa garantir melhores condições agronômicas para o cultivo do arroz na próxima safra de verão.

Manejo do solo começa meses antes da colheita

Embora o público associe a Abertura da Colheita do Arroz principalmente ao plantio e à colheita em si, o processo produtivo das áreas experimentais envolve etapas antecipadas de preparação do solo.

Após a realização da 36ª edição do evento, em fevereiro deste ano, as áreas que receberam as vitrines tecnológicas e a Lavoura Breno Prates passaram por novo ciclo de manejo.

Atualmente, os espaços estão sendo semeados com forrageiras de inverno, utilizadas como cobertura vegetal para preservação do solo até o próximo ciclo produtivo.

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A 37ª edição da Abertura da Colheita está prevista para ocorrer entre os dias 16 e 18 de fevereiro de 2027.

Forrageiras de inverno garantem qualidade do solo

O uso de plantas de cobertura é uma das principais estratégias adotadas no sistema de produção das áreas experimentais. O objetivo é manter a estrutura do solo protegida, além de preservar sua fertilidade e atividade biológica.

Segundo o diretor técnico da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), André Matos, o manejo com coberturas de inverno é essencial para garantir a sustentabilidade das áreas destinadas ao cultivo de arroz.

“A gente usa sempre essas coberturas de inverno visando a proteção do solo, com a preservação da qualidade biológica e química do mesmo. E, esse ano, fomos apoiados pelas empresas PGW e Raix, com coberturas modernas que estão sendo cada vez mais aprimoradas na sua utilização, visando a contribuição para a safra de verão”, explicou.

Mix de espécies reforça sustentabilidade do sistema

Neste ciclo de preparo, foi utilizado um mix de forrageiras e sementes de trevo, estratégia que contribui para melhorar a estrutura do solo, ampliar a fixação biológica de nitrogênio e reduzir a degradação ao longo do período de entressafra.

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As áreas experimentais funcionam como vitrines tecnológicas, permitindo a avaliação de práticas de manejo que podem ser aplicadas em larga escala pelos produtores de arroz no Rio Grande do Sul e em outras regiões de terras baixas.

Tecnologia e manejo antecipado fortalecem produção de arroz

O preparo antecipado das áreas reforça a importância da adoção de tecnologias de manejo conservacionista no cultivo de arroz irrigado.

Além de contribuir para a produtividade futura, as práticas adotadas pela Embrapa Clima Temperado e pela Federarroz buscam aumentar a eficiência do sistema produtivo e promover maior sustentabilidade agrícola.

Com isso, a preparação para a Abertura da Colheita do Arroz 2027 já começa a ganhar forma, consolidando o evento como referência nacional na difusão de tecnologias para a orizicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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