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Exportações de carne suína do Brasil somam 64,3 mil toneladas até a terceira semana de agosto
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As exportações brasileiras de carne suína fresca, refrigerada ou congelada alcançaram 64,3 mil toneladas até a terceira semana de agosto de 2025, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
No mesmo mês do ano passado, os embarques haviam totalizado 105,9 mil toneladas ao longo de 22 dias úteis, o que mostra que o desempenho atual já representa mais da metade do resultado de 2024.
Exportações diárias têm avanço de 21,4%
A média diária exportada neste mês ficou em 5,8 mil toneladas , registrando crescimento de 21,4% em comparação a agosto de 2024, quando a média era de 4,8 mil toneladas .
Esse aumento no ritmo de embarques reforça a demanda aquecida da proteína suína brasileira no mercado internacional.
Preço médio da tonelada de carne suína sobe 5,3%
O preço médio da carne suína exportada até a terceira semana de agosto foi de US$ 2.590,1 por tonelada , valor 5,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado ( US$ 2.459,5/tonelada ).
A elevação reflete a maior valorização do produto no cenário internacional.
Receita diária das exportações cresce 27,8%
Até a terceira semana do mês, as exportações de carne suína já movimentaram US$ 166,6 milhões.
Em agosto de 2024, a receita total havia sido de US$ 260,6 milhões.
A média diária de 2025 ficou em US$ 15,1 milhões, um aumento de 27,8% frente ao mesmo período do ano anterior (US$ 11,8 milhões/dia).
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Cooperativa de Capão Bonito deve adotar tecnologia da APTA para cultivo sustentável de trigo em 2026
A busca por soluções mais sustentáveis e competitivas na produção de trigo no estado de São Paulo avançou com destaque durante a reunião da Câmara Setorial do Trigo, realizada no início de março, na Cooperativa Agrícola de Capão Bonito (CACB).
O encontro reforçou o papel da pesquisa científica como aliada direta dos produtores rurais e apresentou novas tecnologias desenvolvidas para ampliar a eficiência no campo e reduzir custos de produção.
APTA apresenta soluções sustentáveis para o trigo no Sudoeste Paulista
Durante a reunião, a Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios (APTA), por meio da APTA Regional de Itapetininga, apresentou avanços voltados à sustentabilidade e à eficiência produtiva no cultivo de trigo.
O pesquisador Carlos Frederico de Carvalho Rodrigues ministrou a palestra “Trigos & Sojas Regenerativos para o Sudoeste Paulista”, destacando estratégias para aumentar a produtividade com menor impacto ambiental.
Entre os principais destaques esteve o projeto “TereOil: Terpenos de Pinheiros & Óleos Vegetais”, desenvolvido como uma biossolução para a cadeia produtiva do trigo.
TereOil atua no controle biológico e reduz dependência de insumos importados
O TereOil se apresenta como uma alternativa sustentável aos insumos agrícolas convencionais, atuando no controle biológico de pragas e doenças ao longo das etapas de produção.
Diferentemente de produtos amplamente utilizados no mercado, muitas vezes importados ou derivados do petróleo, a tecnologia contribui para reduzir a dependência externa e fortalecer a autonomia do produtor paulista.
A solução também está alinhada a práticas agrícolas mais sustentáveis, com foco na redução de custos e no uso de bioinsumos.
Cooperativa de Capão Bonito planeja adoção da tecnologia na safra de 2026
O interesse do setor produtivo já se reflete em ações concretas. A Cooperativa Agrícola de Capão Bonito manifestou intenção de adotar a tecnologia na safra de 2026.
O objetivo é substituir parcial ou totalmente defensivos sintéticos, reduzindo perdas na armazenagem, diminuindo custos com controle de pragas e preservando a qualidade do trigo ao longo do processamento.
Aplicação industrial pode reduzir micotoxinas e aumentar segurança alimentar
Além dos benefícios no campo, a tecnologia também apresenta potencial de aplicação na indústria.
Em moinhos de trigo, o TereOil pode ser utilizado na desinfecção dos grãos antes da estocagem, contribuindo para a redução de micotoxinas e aumentando a segurança alimentar.
TereOil utiliza princípio ativo já produzido em escala
Segundo o pesquisador responsável, o TereOil é um adjuvante bioativo cujo princípio ativo, a terebentina, já possui produção em escala industrial.
Isso permite ampliar a oferta conforme a demanda do agronegócio, com possibilidade de expansão por meio do plantio de pinheiros.
Diferentemente de outros bioativos ainda sem escala produtiva, a tecnologia é considerada viável e pronta para aplicação no campo.
APTA reforça compromisso com inovação e sustentabilidade no agro
As iniciativas apresentadas reforçam o compromisso da APTA em desenvolver tecnologias alinhadas às demandas reais do produtor rural.
A proposta é promover uma agricultura mais eficiente, sustentável e competitiva, unindo inovação no campo e na indústria.
Além de reduzir custos de produção, as soluções também contribuem para a oferta de alimentos mais seguros e de maior qualidade para a sociedade.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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