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Fatores que influenciam a eficiência na absorção de nutrientes pelas raízes das plantas

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A eficiência com que as raízes das plantas absorvem nutrientes do solo depende não apenas das características genéticas das culturas, mas também da interação entre fatores físicos, químicos e biológicos do solo, explica Bruno Neves, gerente técnico da BRQ Brasilquímica.

Propriedades físicas do solo e impacto na absorção

Textura, estrutura, porosidade, densidade, aeração e movimentação da água no solo são determinantes para o desenvolvimento radicular e a absorção eficiente dos nutrientes. Solos compactados ou mal drenados limitam a expansão das raízes, comprometendo a absorção adequada, alerta o especialista.

Importância do equilíbrio químico e do pH do solo

O equilíbrio dos nutrientes no solo é fundamental, pois o excesso de alguns pode prejudicar a absorção de outros. A correção do pH antes da adubação é essencial para garantir a disponibilidade correta dos nutrientes para as plantas, reforça Bruno Neves.

Papel dos microrganismos benéficos

Bactérias promotoras do crescimento radicular e fungos micorrízicos ajudam na solubilização dos nutrientes e ampliam a área de absorção das raízes. Manter níveis adequados de matéria orgânica no solo é fundamental para preservar essa biodiversidade e manter a atividade biológica.

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Disponibilidade hídrica como fator crítico

A água é o principal meio pelo qual os nutrientes se deslocam até as raízes, seja por fluxo de massa ou difusão. O estresse hídrico, causado por excesso ou falta de água, compromete a fisiologia das raízes e reduz a absorção de nutrientes, destaca Neves.

Visão integrada para o manejo eficiente

Ter uma abordagem que considere os aspectos físicos, químicos, biológicos e fisiológicos do sistema produtivo é fundamental para o sucesso da colheita. O manejo técnico, baseado em conhecimento científico, aumenta a eficiência no uso de fertilizantes e bioinsumos, garantindo maior produtividade e sustentabilidade no campo.

Soluções da BRQ Brasilquímica para otimizar a absorção de nutrientes

Com 30 anos de atuação, a BRQ Brasilquímica oferece produtos microbiológicos, nutricionais e estimulantes naturais para o crescimento das plantas, como Potencer Hydro, Potencer Phos, Organik e AminoSpeed Leg. Esses insumos são desenvolvidos para atender necessidades específicas e garantir melhores resultados na produção.

Compromisso com a agricultura moderna e sustentável

Segundo Renan Cardoso, CEO da BRQ, entender os aspectos fisiológicos das culturas e as condições ambientais é fundamental para maximizar o uso dos insumos e explorar todo o potencial produtivo. As soluções da empresa atuam diretamente nos fatores que influenciam a absorção de nutrientes, promovendo eficiência e sustentabilidade no campo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Vendas de máquinas agrícolas e industriais caem em 2026 e acendem alerta no setor, aponta Abimaq

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A indústria brasileira de máquinas e equipamentos iniciou 2026 sob pressão. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) mostram retração nas vendas em março e no acumulado do primeiro trimestre, refletindo um ambiente de demanda mais fraca e maior concorrência com produtos importados.

O faturamento do setor somou R$ 23,8 bilhões em março, queda de 3,4% na comparação com o mesmo período de 2025. No acumulado do trimestre, a receita líquida alcançou R$ 61,7 bilhões, recuo expressivo de 11% frente aos três primeiros meses do ano anterior.

Mercado interno recua e importações avançam

O desempenho negativo foi puxado principalmente pela queda nas vendas no mercado doméstico. A receita líquida interna recuou 0,9% em março e acumulou queda de 12,6% no trimestre, evidenciando a perda de ritmo da demanda nacional.

Em contrapartida, as importações de máquinas e equipamentos cresceram de forma significativa, avançando 21,4% em março e 4,2% no acumulado do trimestre. O aumento reforça a competitividade dos produtos estrangeiros no mercado brasileiro e pressiona ainda mais a indústria local.

Exportações mostram resiliência, mas com sinais de desaceleração

No mercado externo, o desempenho foi mais estável. As exportações somaram US$ 1,03 bilhão em março, praticamente estáveis na comparação anual. No acumulado do trimestre, houve crescimento de 7,5%, atingindo US$ 2,9 bilhões.

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Os Estados Unidos seguem como principal destino das exportações brasileiras do setor. As vendas para o país totalizaram US$ 709 milhões no trimestre, acima dos US$ 631 milhões registrados no mesmo período de 2025.

No entanto, na comparação com o quarto trimestre do ano passado, houve retração de 10,5% nas exportações para o mercado norte-americano. O recuo foi puxado por quedas em segmentos relevantes, como máquinas agrícolas (-32%), componentes (-16%) e equipamentos para logística e construção civil (-13,5%).

Com isso, a participação dos Estados Unidos nas exportações do setor ficou em 24,3% no primeiro trimestre, abaixo do pico de 29,3% registrado em 2023, embora ligeiramente acima dos 23,3% observados em 2025.

Capacidade instalada sobe, mas pedidos indicam fraqueza

A utilização da capacidade instalada da indústria atingiu 79,9% em março, acima dos 77,6% registrados no mesmo mês de 2025, indicando melhora operacional.

Por outro lado, a carteira de pedidos, importante indicador de demanda futura, apresenta sinais de enfraquecimento. Em março, houve leve alta frente a fevereiro, com 9 semanas de pedidos, mas ainda assim queda de 1,5% na comparação anual.

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No acumulado do trimestre, a retração foi de 5,2%, reforçando a perspectiva de um ano mais desafiador para o setor.

Perspectivas para 2026

Segundo a Abimaq, o comportamento da carteira de pedidos indica que a indústria deve enfrentar um período de receitas mais fracas ao longo de 2026. A combinação de demanda interna desaquecida, avanço das importações e incertezas no mercado externo compõe um cenário de cautela.

Para o agronegócio, o desempenho do setor de máquinas é um termômetro importante, já que reflete diretamente o nível de investimento no campo. A evolução desse mercado será decisiva para medir o ritmo de modernização e expansão da produção agrícola nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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