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Federal Reserve Deve Manter Taxa de Juros Estável à Espera de Clareza sobre a Economia dos EUA

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O Federal Reserve (Fed) deve manter as taxas de juros inalteradas enquanto busca maior clareza sobre o futuro da economia dos Estados Unidos, especialmente com a incerteza gerada pelas políticas fiscais e comerciais da atual administração. O cenário econômico, com dados contraditórios desde a última reunião do banco central, torna difícil prever o próximo passo em sua política monetária. A decisão final será tomada durante a reunião de política monetária do Fed, marcada para esta quarta-feira.

Expectativa de Estabilidade na Taxa de Juros

Durante a reunião de dois dias do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), que termina nesta quarta-feira, é esperado que o Fed mantenha a taxa de juros na faixa de 4,25% a 4,50%, com uma nova avaliação prevista para julho. A decisão será influenciada por fatores econômicos mistos, como a retração do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, queda na confiança de empresas e consumidores, além da resistência dos dados de emprego e o aumento esperado da inflação devido às tarifas impostas pelo governo Trump.

Fatores de Incerteza e Impacto das Tarifas

As incertezas em torno das políticas fiscais e tarifárias do governo Trump são fatores importantes na decisão do Fed. O impacto das tarifas sobre a inflação pode demorar meses para ser plenamente compreendido, e será apenas em julho que o presidente Trump decidirá se irá impor novas tarifas agressivas sobre produtos de diversos países, incluindo automóveis e outros itens. Além disso, desafios jurídicos podem atrasar a implementação dessas medidas, criando mais incerteza para os responsáveis pela política monetária.

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Inflação em Abaixamento, Mas Desafios Persistem

Embora a inflação medida pelo índice PCE (índice de preços de consumo pessoal), indicador utilizado pelo Fed, tenha desacelerado para 2,3% em março – a menor taxa em seis meses – outros indicadores, como a inflação subjacente, permanecem elevados. Excluindo alimentos e energia, a inflação subjacente manteve-se acima de 2,6% no mesmo período. A expectativa é que as tarifas comerciais aumentem os preços, o que exigirá uma análise detalhada por parte do Fed sobre se esses aumentos serão temporários ou persistentes.

A Visão do Fed Sobre o Futuro da Inflação

O presidente do Fed, Jerome Powell, tem sido claro ao afirmar que, se necessário, tomará medidas para controlar a inflação antes de considerar um corte nas taxas de juros. A postura cautelosa reflete o erro do banco central em 2021, quando subestimou a persistência da inflação. Diane Swonk, economista-chefe da KPMG, destacou que Powell garantiu que a prioridade continua sendo o controle da inflação, independentemente de eventuais cortes na taxa de juros.

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Expectativa para a Declaração do Fed

A decisão do Fed será divulgada às 15h (horário de Brasília), seguida de uma entrevista coletiva com Jerome Powell, que deverá fornecer mais informações sobre os próximos passos da instituição. O mercado, porém, não espera mudanças imediatas na política monetária, uma vez que o cenário continua sendo marcado pela incerteza política e econômica.

Enquanto a economia dos Estados Unidos enfrenta uma série de desafios, o Federal Reserve se mantém cauteloso, aguardando mais clareza antes de ajustar suas políticas monetárias. A incerteza sobre o impacto das tarifas e a necessidade de controlar a inflação continuam sendo os principais pontos de atenção para o Fed nas próximas reuniões.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pescado na mesa, saúde no prato: lançamento da Semana do Pescado

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De 1º a 15 de setembro será realizada a Semana do Pescado 2026. Criada em 2003 pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a iniciativa se firma como uma forma de incentivar o consumo de peixes, crustáceos e moluscos em todo o Brasil. Também tem o objetivo de valorizar o empreendedorismo pesqueiro. 

“Nós precisamos universalizar o consumo do pescado no Brasil. O setor produtivo está muito organizado. São pescadores, armadores, feiras e empresas que envolvem essa cadeia. O pescado brasileiro precisa estar na nossa mesa. Que a nossa população possa consumir o pescado que é altamente nutritivo”, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo. 

A Campanha propõe que as pessoas criem o hábito de incluir o consumo do pescado ao menos uma vez por semana. A mobilização envolve as entidades: Confederação Nacional da Indústria (CNI), Confederação Nacional do Comércio (CNC), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Associação Brasileira de Fomento ao Pescado (Abrapes), Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP) e Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC). 

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Pilares da Campanha:

– Saúde: foco técnico no bem-estar e nutrição;

– Curiosidade: descoberta de novas espécies e preparos.

– Prazer: a gastronomia como experiência de celebração e

– Hábito: consistência na rotina alimentar brasileira.

Segundo o Painel Unificado do Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP), no Brasil, há 1.776.366 pescadores, 35.442 aquicultores, 4.018 armadores, 1.069 empresas pesqueiras e 25.533 embarcações de pesca.

 

Ana Célia Costa

Ministério da Pesca e Aquicultura 

[email protected] 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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