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Gergelim se consolida como segunda safra estratégica e impulsiona produção em Mato Grosso
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Crescimento expressivo da produção em Mato Grosso
O cultivo de gergelim vem ganhando força e se consolidando como uma das principais alternativas de segunda safra em Mato Grosso. Dados recentes apontam que a produção do Estado passou de 246,1 mil toneladas na safra 2023/2024 para 288,9 mil toneladas em 2024/2025, um aumento de 17,3%.
Esse avanço reflete a combinação de condições climáticas favoráveis, adoção de tecnologias de manejo e diversificação da produção agrícola. A produtividade média também apresentou salto significativo, subindo de 579,06 kg/ha para 720,09 kg/ha entre as duas safras.
Exportações e abertura de novos mercados impulsionam o setor
De acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, a expansão do gergelim está diretamente ligada à abertura de mercados internacionais.
“No ano passado, a China abriu o mercado para o gergelim brasileiro. Já credenciamos mais de 20 empresas em Mato Grosso, o que estimulou investimentos em pesquisa e melhoramento genético de sementes”, destacou o secretário.
A cultura é majoritariamente exportadora — 99% da produção estadual é destinada ao mercado externo. O mercado chinês tem se mostrado especialmente relevante, já que o consumo de óleo de gergelim no país é superior ao de óleo de soja, o que amplia a demanda pelo produto mato-grossense.
Expansão da área cultivada e substituição do milho
As projeções da Companhia Nacional de Abastecimento indicam que Mato Grosso deve atingir 400 mil hectares cultivados com gergelim na safra 2025/2026, dentro dos 22,3 milhões de hectares destinados à produção de grãos no Estado. A estimativa de produção gira em torno de 288 mil toneladas, com tendência de crescimento tanto na área plantada quanto no volume colhido.
O aumento da produção está associado à substituição do milho em regiões onde a estiagem ocorre mais cedo, especialmente no Araguaia, onde o gergelim se mostra uma alternativa viável dentro da janela de plantio.
“Em regiões com menor índice de chuvas, o gergelim é uma alternativa importante ao milho, desde que o cultivo seja bem planejado no calendário agrícola”, reforçou Miranda.
Tecnologia e manejo melhoram produtividade
Com produtividade média de 700 kg por hectare, e potencial para chegar a 1.000 kg/ha, os produtores têm investido em ajustes de manejo e adequação de maquinário para otimizar o cultivo.
A facilidade de adaptação é um dos pontos que favorecem a expansão da cultura. Segundo Miranda, muitos produtores utilizam a mesma colheitadeira da soja para colher o gergelim, o que reduz custos operacionais e aumenta a atratividade econômica da cultura.
O plantio do gergelim ocorre geralmente entre fevereiro e março, após a colheita da soja, com ciclo produtivo de cerca de 120 dias.
Variedades e perfil de mercado
As variedades cultivadas no Estado atendem principalmente à demanda externa. A K3, voltada à produção de óleo, é a mais utilizada em Mato Grosso, enquanto a K2, de sabor mais suave e destinada ao mercado asiático, apresenta maior valor comercial.
Essa diferenciação de cultivares permite ao Estado atender tanto à demanda industrial quanto ao mercado alimentício, ampliando o leque de oportunidades de exportação.
Estratégia de diversificação e industrialização
O avanço do gergelim integra uma estratégia estadual mais ampla de diversificação produtiva e agregação de valor ao agronegócio mato-grossense. Segundo o secretário, o governo trabalha para ampliar a industrialização local, estimulando novos investimentos por meio da Zona de Processamento de Exportação de Mato Grosso.
“Além de abrir mercados, estamos criando condições para agregar valor dentro do Estado, fortalecendo a cadeia produtiva e gerando novas oportunidades para o produtor rural”, concluiu Miranda.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Dia Mundial do Hambúrguer: Minerva Foods revela dicas para preparar hambúrguer artesanal perfeito em casa
Celebrado em 28 de maio, o Dia Mundial do Hambúrguer reforça a força de um dos pratos mais consumidos e versáteis da gastronomia mundial. No Brasil, o hambúrguer artesanal conquistou espaço definitivo no paladar dos consumidores, impulsionando tendências gastronômicas, novas combinações de sabores e uma valorização crescente da qualidade dos ingredientes.
Com o aumento do interesse pelo preparo caseiro, muitos consumidores passaram a buscar cortes diferenciados, técnicas mais cuidadosas e ingredientes premium para reproduzir em casa experiências semelhantes às das hamburguerias especializadas.
De olho nesse movimento, a Estância 92, marca da Minerva Foods reconhecida por cortes premium, reuniu orientações para ajudar os consumidores a prepararem um hambúrguer mais saboroso, suculento e equilibrado.
Proporção entre carne e gordura é essencial
O primeiro passo para um hambúrguer de qualidade começa na escolha da carne. Segundo a marca, a combinação ideal deve manter equilíbrio entre carne magra e gordura, responsável por garantir maciez, sabor e suculência.
A recomendação é utilizar aproximadamente 85% de carne e 15% de gordura, proporção considerada ideal para um hambúrguer mais estruturado e saboroso.
Escolha do corte influencia diretamente no sabor
O tipo de corte utilizado também impacta o resultado final. Entre os mais indicados para hambúrguer artesanal estão acém, peito, fraldinha e costela, conhecidos pelo bom equilíbrio entre sabor e textura.
Para quem busca uma experiência ainda mais marcante, cortes como picanha, costela e fraldinha podem elevar o nível do preparo, oferecendo maior intensidade de sabor e suculência.
Moagem correta preserva textura e suculência
Outro ponto importante é a moagem da carne. Quando processada excessivamente ou moída de forma muito fina, a carne tende a perder textura e ficar compacta.
A orientação é optar por moagem média ou grossa, preservando a estrutura da carne e favorecendo a retenção dos sucos naturais durante o preparo.
Além disso, especialistas recomendam manipular a carne o mínimo possível durante a modelagem dos discos. Pressionar excessivamente o hambúrguer pode comprometer a suculência e alterar a textura final.
Temperatura alta garante selagem perfeita
No preparo, a temperatura da chapa, grelha ou frigideira faz toda a diferença. A superfície deve estar bem quente para proporcionar uma selagem eficiente, formando uma crosta externa saborosa enquanto o interior permanece macio e suculento.
Outro cuidado importante é evitar virar o hambúrguer diversas vezes. O ideal é manter contato contínuo com a superfície quente pelo tempo necessário para desenvolver sabor e textura adequados.
Para atingir o ponto ideal, a recomendação é selar o hambúrguer entre dois e três minutos de cada lado em fogo alto para obter carne ao ponto ou levemente rosada no centro. Já quem prefere hambúrguer bem passado pode aumentar o tempo para cerca de quatro minutos por lado.
Complementos equilibrados valorizam a experiência
Além da carne, os acompanhamentos também exercem papel importante na experiência gastronômica. Pães de qualidade levemente tostados, vegetais frescos, bacon crocante e cebola caramelizada ajudam a complementar o preparo sem tirar o protagonismo da carne.
Segundo a Estância 92, o equilíbrio entre todos os ingredientes é o grande diferencial de um hambúrguer artesanal de alta qualidade.
Tamanho ideal ajuda no preparo perfeito
Para garantir melhor resultado, a recomendação é que o hambúrguer tenha entre 100 e 160 gramas, aproximadamente 12 centímetros de diâmetro e cerca de dois centímetros de altura.
Outro detalhe importante é retirar a carne da geladeira ou freezer entre 15 e 20 minutos antes do preparo, permitindo maior uniformidade no cozimento.
Após o preparo, o ideal é deixar o hambúrguer descansar por até dois minutos antes da montagem do sanduíche, prática semelhante à utilizada em cortes de churrasco e que contribui para preservar os sucos e intensificar o sabor.
“Mais do que um prato popular, o hambúrguer se tornou uma experiência gastronômica que reúne criatividade, qualidade e momentos de conexão. No Dia Mundial do Hambúrguer, queremos incentivar os consumidores a explorarem diferentes cortes, técnicas e combinações para transformar o preparo em casa em uma grande celebração”, destaca Daniela Arantes, Head Global de Marketing e Comunicação da Minerva Foods.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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