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Megaleite 2024 destaca a genética como aliada estratégica da pecuária leiteira

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A 20ª edição da Megaleite, considerada a maior exposição de pecuária leiteira da América Latina, será realizada entre os dias 10 e 14 de junho no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte (MG). O evento reforça o papel fundamental da genética no avanço da produção leiteira, reunindo produtores, técnicos e empresas especializadas.

Genética e tecnologia em destaque no estande da ABS

A empresa ABS marcará presença com um estande dedicado a apresentar suas soluções genéticas, como sêmen convencional, genética sexada Sexcel e os embriões ABS Neo. Os visitantes também poderão vivenciar a experiência da realidade virtual, com um tour imersivo pela Central ABS, em Uberaba (MG) — a maior e mais moderna central de biotecnologia do mundo.

Consultoria técnica e atendimento personalizado

Durante todo o evento, a equipe técnica da ABS oferecerá consultoria especializada aos visitantes. O objetivo é orientar os produtores sobre estratégias para ampliar a produtividade e a rentabilidade nas propriedades leiteiras.

“A Megaleite é uma excelente oportunidade para compartilharmos informações sobre tendências do setor e boas práticas de manejo genético. Estaremos disponíveis para tirar dúvidas e oferecer um atendimento técnico de qualidade”, afirma Marcello Mamedes, gerente de Mercado e Contas-Chave Leite da ABS.

Tradição e acolhimento com o “Café com a ABS”

Entre as ações tradicionais da empresa na feira está o “Café com a ABS”, um café da manhã servido diariamente, a partir das 5h, aos tratadores de animais. A iniciativa reforça o compromisso da empresa com os profissionais que atuam diretamente no manejo dos rebanhos.

“Participar da Megaleite é sempre um motivo de orgulho para a ABS. Levamos aos visitantes um portfólio genético robusto, com soluções que aumentam a eficiência e a lucratividade na pecuária leiteira”, destaca Mamedes.

Programação reúne julgamentos, leilões e palestras

A Megaleite 2024 deve reunir cerca de 1.500 animais das raças Girolando, Gir Leiteiro, Holandês, Guzerá, Guzolando, Jersey, Jersolando, Simental e Simbrasil. A programação inclui torneio leiteiro, julgamentos de animais, leilões, lançamentos de sumários genéticos, palestras e outras atrações voltadas à capacitação e ao fortalecimento da cadeia produtiva do leite.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Missão do MPA com o Cefas, do Reino Unido, aproxima ciência e pesca ornamental na Amazônia

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Entre os dias 5 e 8 de outubro, o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) recebeu no Amazonas uma comitiva do Centre for Environment, Fisheries and Aquaculture Science (Cefas), agência científica do governo do Reino Unido, com apoio da Embaixada Britânica. A missão buscou promover o intercâmbio de conhecimentos, apresentar a experiência brasileira na cadeia de peixes ornamentais amazônicos e identificar oportunidades de cooperação. O objetivo é fortalecer a gestão com foco no uso sustentável dos recursos e a cadeia produtiva da pesca ornamental.

A programação incluiu visitas a exportadores de organismos aquáticos ornamentais e ao laboratório da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), em Manaus. Os pesquisadores seguiram depois para Barcelos, no médio Rio Negro, para ver de perto o trabalho dos pescadores.

O secretário nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva do MPA, Carlos Mello, acompanhou a missão. Segundo ele, o tema é prioritário para o Ministério. “A pesca ornamental é um assunto extremamente importante para o nosso Ministério. Envolve não apenas o aspecto econômico, mas também o aspecto social: dar visibilidade, fazer conexões, levar o conhecimento local”, afirmou.

Mello explicou que a missão reuniu gestores, pesquisadores e representantes do setor produtivo. “O nosso objetivo principal é apresentar os avanços que temos realizado nesse segmento, identificar oportunidades de cooperação científica entre os nossos pesquisadores e os do Reino Unido e fazer um intercâmbio entre os saberes populares e os saberes acadêmicos”, disse. Ele destacou ainda que o conhecimento gerado em campo é essencial para as políticas públicas: “são dados fundamentais para subsidiar qualquer política pública”.

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Ciência em campo

Para o professor Leopoldo Barreto, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e coordenador do Grupo Técnico-Científico do CPG Ornamentais, a vivência em Barcelos permite compreender a realidade dos pescadores. “Conhecer a realidade do campo se faz necessário para entender toda a dinâmica que o pescador vivencia no dia a dia. Estando aqui, podemos não só entender, mas também aprender com eles”, disse.

Ele ressaltou a importância da pesca sustentável para toda a cadeia: “Quando o pescador tem a possibilidade de pescar de forma sustentável e entregar o peixe ao distribuidor, os elos da cadeia se fecham.” Sobre a presença dos britânicos, afirmou que “receber esses cientistas abre portas para a troca de experiências, de expertise, de know-how”. Entre os integrantes da comitiva há especialistas em sustentabilidade e parasitologia, áreas ligadas à qualidade do peixe que sai do Amazonas para o mundo.

A professora Kedma Yamamoto, da UFAM, também destacou o encontro. “Foi um momento muito rico, muito importante para a gente trocar ideias, mostrar as nossas pesquisas e trazer esses pesquisadores para conhecerem a nossa realidade”, afirmou. Ela lembrou que se trata de “uma pesca familiar, que necessita de vários olhares”, e espera que o encontro gere “parcerias que venham a contribuir com o setor”.

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Barcelos e a pesca artesanal

Conhecido como a “capital do peixe ornamental”, Barcelos concentra boa parte da atividade no Rio Negro. A pesca é feita por piabeiros, pescadores artesanais, e movimenta famílias, comércio e a cultura local, como o tradicional Festival do Peixe Ornamental. Estimativas apontam mais de 40 milhões de peixes exportados por ano pela região, destes 80% são da especie cardinal, com isto mais de mil famílias são envolvidas na pesca, no transporte e no comércio. Em todo o Amazonas, a Embrapa estima cerca de 2,3 mil famílias, quase 13 mil pessoas, ligadas à atividade.

Élen Gorski
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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