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Ministro Fávaro participa de entregas do Governo Federal no médio norte de Mato Grosso

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O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, esteve na tarde desta quinta-feira (24) nos municípios de Sorriso e Lucas do Rio Verde, em Mato Grosso, para participar de novas ações e entregas do Governo Federal na região médio norte do estado mato-grossense.

Em Sorriso, Fávaro reuniu-se com produtores rurais de uma cooperativa para falar sobre agroindustrialização para o desenvolvimento dos setores de frutas e leite. Também ocorreu um encontro com o prefeito do município, Alei Fernandes. Já em Lucas do Rio Verde, foi anunciada a instalação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) no município, além da entrega de chaves de 192 unidades habitacionais do Condomínio Águas do Cerrado, por meio do programa Minha Casa, Minha Vida.

“O governo do presidente Lula aporta 5 bilhões de reais para as obras acontecerem. É um governo que está olhando para o desenvolvimento econômico, com inclusão social e valorizando as pessoas e os sonhos delas”, destacou o ministro Fávaro.

Em Lucas do Rio Verde (MT), também foi entregue o Residencial Jardim Esperança I, que beneficiará mais 2 mil famílias

CAMPUS UFMT EM LUCAS DO RIO VERDE

A implantação do Campus da UFMT em Lucas do Rio Verde está inserida no programa de expansão das universidades federais e representa, em conjunto com outras ações, o compromisso do Governo Federal com a transformação de vidas por meio da educação.

A instalação do campus da UFMT é esperada há cerca de dez anos. O município cederá, inicialmente, um espaço para o funcionamento imediato em uma escola e doará um terreno para a construção da estrutura da universidade.

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O secretário-executivo do Ministério da Educação, Leonardo Barchini, destacou que, no município, existem 1.200 estudantes recebendo o valor do Programa Pé de Meia. “Esses 1.200 estudantes que recebem o Pé de Meia, que são do ensino médio, são os estudantes que vão ingressar na Universidade Federal de Mato Grosso aqui em Lucas do Rio Verde. É muito importante que estes estudantes concluam a educação básica para que possam entrar na universidade federal. Esse campus é o 11º da expansão, muito pela luta do ministro Fávaro, da deputada Rosaneide e de todos os que acreditam na educação no Mato Grosso”, afirmou Barchini.

Em fevereiro, o ministro Fávaro reuniu-se com o ministro Camilo Santana, a reitora Marluce Silva e o prefeito Miguel Vaz para tratar dos últimos detalhes sobre o campus de Lucas do Rio Verde, que deverá contar, inicialmente, com cinco cursos de graduação.

ENTREGA DE UNIDADES HABITACIONAIS

O ministro Carlos Fávaro participou da cerimônia de entrega de 192 apartamentos do primeiro módulo do Condomínio Águas do Cerrado, que contém 12 blocos de apartamentos com quatro pavimentos cada e oito apartamentos por andar, totalizando 384 unidades habitacionais.

“O foco comum de todos nós, do governo do presidente Lula, é estarmos aqui com essa delegação para trazermos essa mensagem de desenvolvimento econômico e social nessa região. Ter moradias abundantes em um estado e município que cresce a passos largos, sendo um exemplo para o Brasil e para o mundo. Isso está sendo possível graças a este modelo de triparticipação”, ressaltou o ministro Carlos Fávaro.

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Este empreendimento é financiado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e subsidiado pelos programas Ser Luverdense Habitação (Municipal), SER Família Habitação (Estadual) e Minha Casa, Minha Vida (Federal).

“Hoje estamos realizando um marco muito especial, entregando o empreendimento que resulta dessa parceria pelo FGTS, pelo Governo Federal, com a prefeitura e com o governo estadual. Estamos à disposição e queremos que aqui no Mato Grosso prospere e tenha cada vez mais habitação para vocês”, afirmou o secretário nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Augusto Rabelo.

Além disso, houve a entrega da escritura da área da Fundação Rio Verde pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). O ministro Carlos Fávaro entregou o documento ao presidente da Fundação Rio Verde, Joci Piccini, que evidenciou que, em menos de 50 dias, a escritura ficou pronta após 20 anos de solicitação. “Nós precisamos transformar esta fundação em uma segurança jurídica para ampliarmos tudo aquilo que temos, que é o laboratório e as pesquisas”, disse ele. Ainda destacou que a parceria entre o Governo Federal, o estado e o município trará diversos benefícios para a sociedade.

Informações à imprensa
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Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Carne suína ganha espaço no consumo brasileiro impulsionada por qualidade, nutrição e modernização da cadeia produtiva

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A carne suína vem consolidando sua presença na mesa dos brasileiros, impulsionada pela evolução da cadeia produtiva, pelo avanço tecnológico no campo e pela crescente valorização de seu perfil nutricional. De acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o consumo per capita atingiu aproximadamente 19,1 quilos por habitante em 2025, um crescimento de 19% nos últimos cinco anos.

O desempenho também é sustentado por uma produção nacional superior a 5,5 milhões de toneladas por ano e por exportações que alcançaram cerca de 1,51 milhão de toneladas no último período, reforçando o papel estratégico da suinocultura no agronegócio brasileiro.

Cadeia produtiva moderna sustenta qualidade da carne suína

Por trás da expansão do consumo está uma cadeia produtiva altamente tecnificada e integrada, que combina genética, nutrição de precisão, sanidade, ambiência e bem-estar animal.

Segundo a médica-veterinária Amanda Daniel, coordenadora técnica da unidade de Suinocultura da MSD Saúde Animal, a qualidade da carne suína atual é resultado direto da evolução do setor.

“A qualidade da carne suína que chega à mesa do consumidor é resultado de uma cadeia produtiva altamente complexa e integrada, na qual manejos sanitários, estratégias nutricionais, melhoramento genético, ambiência e bem-estar animal atuam de forma sinérgica. No Brasil, essa cadeia é considerada uma das mais modernas do mundo”, afirma.

A profissional destaca ainda que os avanços contínuos em tecnologia e manejo têm sido determinantes para elevar os padrões de qualidade e competitividade da proteína suína brasileira.

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Percepção do consumidor evolui com avanço da ciência

Historicamente, o consumo de carne suína no Brasil enfrentou barreiras relacionadas a mitos sobre seu perfil nutricional. No entanto, a modernização da produção e o maior acesso à informação têm contribuído para a mudança desse cenário.

De acordo com Amanda Daniel, antigas percepções associadas à gordura e ao colesterol vêm sendo gradualmente superadas.

“Essas associações ainda persistem em parte do imaginário coletivo, mas vêm sendo desconstruídas com o avanço da ciência e da produção moderna”, destaca.

Atualmente, a carne suína apresenta cortes mais magros, melhor padronização e maior controle sanitário, resultado direto do melhoramento genético e da adoção de práticas de nutrição e manejo de precisão.

Inspeção rigorosa garante segurança alimentar

Outro ponto fundamental para a consolidação da proteína suína é o rigoroso sistema de inspeção sanitária adotado no Brasil.

Toda a carne suína comercializada passa por fiscalização oficial veterinária, garantindo padrões de qualidade e segurança alimentar ao consumidor.

Segundo Ísis Pasian, coordenadora técnica de Suinocultura da MSD Saúde Animal, o controle é rigoroso em todas as etapas do processo.

“Durante o abate, cada animal e carcaça são avaliados. Caso seja identificado qualquer problema de saúde ou lesão que comprometa o consumo, a carne pode ser parcialmente condenada ou totalmente descartada”, explica.

Esse sistema contribui diretamente para a confiança do consumidor e para a reputação da carne suína brasileira nos mercados interno e externo.

Versatilidade amplia presença da carne suína no dia a dia

Além da qualidade nutricional, a versatilidade é um dos principais fatores que explicam o crescimento do consumo da carne suína no Brasil.

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Com uma ampla variedade de cortes e diferentes formas de preparo, a proteína passou a ocupar espaço de destaque nas refeições do dia a dia e em pratos mais elaborados.

Para Marcelo Lopes, presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), o produto atende diferentes perfis de consumo e ocasiões.

“A carne suína é uma proteína extremamente versátil, que atende às mais diversas ocasiões de consumo. Hoje temos cortes mais magros, práticos e também opções especiais que agregam sabor e sofisticação às refeições”, afirma.

O executivo destaca ainda o valor nutricional da proteína, que é fonte de proteínas de alta qualidade, vitaminas do complexo B e minerais essenciais para a saúde.

Semana Nacional da Carne Suína reforça promoção do setor

Em junho, a cadeia produtiva realizou a Semana Nacional da Carne Suína (SNCS), iniciativa organizada pela ABCS com apoio de empresas do setor, como a MSD Saúde Animal.

A ação teve como objetivo ampliar o consumo da proteína, valorizar os diferentes cortes e reforçar a comunicação sobre qualidade, segurança e benefícios nutricionais da carne suína.

Com o avanço da produção, o fortalecimento das exportações e a mudança de percepção do consumidor, a carne suína se consolida como uma das proteínas mais dinâmicas e estratégicas do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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