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Nespresso lança primeiro café aromatizado descafeinado Original Line no Brasil

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Novo café combina tradição e inovação

O Vaniglia Decaffeinato é feito a partir da combinação de grãos arábica do Brasil e da Colômbia, preservando o sabor de baunilha característico do público da Nespresso. A empresa desenvolveu uma base descafeinada exclusiva, garantindo que o perfil sensorial do café se mantenha inalterado, mesmo sem cafeína.

Segundo Mariana Marcussi, diretora de Marketing e Sustentabilidade da Nespresso:

“Os descafeinados sempre fizeram parte da nossa história, mas ainda não tínhamos um café aromatizado nesse sistema. O Vaniglia Decaffeinato traduz o que torna a Nespresso única: oferecer uma experiência de sabor marcante, seja com ou sem cafeína, mantendo a qualidade inconfundível.”

Crescimento do mercado de cafés descafeinados

O lançamento está alinhado à expansão do segmento de cafés sem cafeína no Brasil. Dados da Euromonitor mostram que o mercado quase dobrou de tamanho nos últimos anos, passando de R$ 3,5 bilhões em 2019 para R$ 6,1 bilhões em 2023, com crescimento médio anual de 15% (CAGR).

Além disso, o consumo fora de casa também cresce: os gastos em cafeterias e restaurantes com cafés descafeinados subiram 23% até março de 2025 em relação ao mesmo período de 2024. Embora ainda representem uma fatia menor frente a outras categorias, os descafeinados vêm consolidando espaço e atraindo novos públicos.

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Versatilidade sem abrir mão do sabor

Para Marcussi, o Vaniglia Decaffeinato atende ao perfil do consumidor moderno, que busca alternativas compatíveis com seu estilo de vida, sem abrir mão de prazer e qualidade:

“Ele oferece versatilidade sem perder o sabor característico da Nespresso, que permanece fiel em qualquer versão.”

O Vaniglia Decaffeinato estará disponível a partir de 2025 dentro da linha Original – Barista Creations.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Workshop discute adequação do Brasil ao Acordo sobre Subsídios à Pesca da OMC

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Com foco na análise de políticas pesqueiras conforme as regras internacionais, foi realizado nesta quinta-feira (17) o primeiro dia de Workshop sobre o Projeto de Diagnóstico de Conformidade do Brasil com o Acordo sobre Subsídios à Pesca da Organização Mundial do Comércio (OMC), na sede do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), em Brasília. O evento é promovido em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO). O encontro reúne pesquisadores e especialistas das instituições envolvidas.

Durante a programação, a primeira apresentação aborda o Acordo de Subsídios da OMC e o Projeto Fish Fund, com informações sobre regras internacionais relacionadas a subsídios pesqueiros, pesca INDR, estoque sobre pescados e outros subsídios. Assim como o projeto utilizado como referência para o desenvolvimento dos trabalhos no Brasil. Na sequência, são apresentados os resultados preliminares da matriz de subsídios, etapa que busca organizar os diferentes tipos de apoio público relacionados ao setor, permitindo uma visão ampla das políticas existentes. A análise também contempla o Plano Safra, considerando as linhas de crédito, financiamento e demais instrumentos de apoio que abrangem as atividades de pesca e aquicultura.

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O workshop também realiza uma apresentação de resultados preliminares com avaliações de estoques, tema que envolve a análise das informações disponíveis sobre as populações de espécies exploradas pela pesca e constitui um elemento importante para compreender a situação dos recursos pesqueiros e subsidiar sua gestão. Os resultados apresentados evidenciam a necessidade de aumentar o esforço nacional destinado à atualização dos estoques avaliados. A programação inclui ainda uma apresentação sobre a proposta de criação do Programa Permanente de Avaliação de Estoques Pesqueiros (PROESTOQUES), iniciativa apresentada como uma proposta de estrutura permanente para organizar e fortalecer a produção e a sistematização de informações científicas utilizadas na avaliação dos estoques. Nesse contexto, destaca-se que conhecer o estado dos estoques é condição para qualificar a gestão pesqueira e orientar o uso sustentável dos recursos, reforçando a relevância de mecanismos permanentes de produção para subsidiar a tomada de decisões e o ordenamento da atividade pesqueira.

Matheus Silveira
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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