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Preço da melancia recua no Brasil com queda da demanda e clima mais ameno no Sul e Sudeste
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O mercado brasileiro de melancia registrou queda nos preços na última semana, pressionado principalmente pela redução da demanda nos principais centros consumidores do País. Segundo levantamento do Cepea, as temperaturas mais amenas nas regiões Sul e Sudeste diminuíram o consumo da fruta, impactando diretamente as cotações da melancia graúda, com peso acima de 12 quilos.
De acordo com pesquisadores da equipe Hortifrúti/Cepea, o enfraquecimento da procura levou à retração nos valores praticados no mercado atacadista e produtor. Mesmo assim, os preços seguem em patamares considerados elevados, mantendo-se acima de R$ 2,00 por quilo.
O cenário de sustentação ainda ocorre devido à oferta limitada da fruta no mercado brasileiro. Atualmente, a região de Uruana, em Goiás, é a principal responsável pelo abastecimento nacional, fator que restringe uma queda mais acentuada nas cotações.
Para os próximos dias, a expectativa é de continuidade do movimento de baixa nos preços da melancia. A previsão climática indica permanência das temperaturas mais frias no Sul e Sudeste, condição que tende a manter o consumo enfraquecido e limitar a reação do mercado.
Além do clima, agentes do setor avaliam que o ritmo mais lento das vendas pode aumentar a pressão sobre os produtores nas próximas semanas, especialmente diante da concentração da oferta em poucas regiões produtoras.
O comportamento do consumo nos grandes centros urbanos seguirá sendo decisivo para o direcionamento dos preços da fruta neste período de outono, marcado historicamente por redução na demanda por produtos mais refrescantes, como a melancia.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Maceió é palco das discussões sobre o futuro da pesca e aquicultura
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participa da etapa estadual da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, em Maceió (AL) . Depois de passar por Porto Velho (RO), Uberlândia (MG), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Macapá (AP), neste sábado (20/06), foi a vez da capital de Alagoas. O evento discutiu os temais mais relevantes do setor, reunindo pescadores, aquicultores, proprietários de embarcações, pesquisadores e outros interessados para falar sobre o futuro do pescado no Brasil.
“É muito importante estar aqui em Alagoas para debater as políticas públicas com vocês reunindo lideranças dos pescadores e pescadoras, com os representantes do setor aquícola. Também se faz presente o público da pesca amadora esportiva, da pesca industrial. Este é um espaço de diálogo. Alagoas foi o primeiro estado a deflagrar a Conferência. Liderar pelo exemplo é o que Alagoas fez. Além disso, o Governo do presidente Lula está fazendo um esforço para estar presente em todas as Conferências. O que temos de mais valioso nisso são os homens e as mulheres das águas. “, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araújo.
Alagoas tem 32 mil trabalhadores no setor pesqueiro. Destes, 59% são mulheres. “As pescadoras têm o papel estratégico para colocar o alimento nas nossas mesas”, enfatizou o ministro Edipo Araújo.
Retorno da participação social
A última edição da Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca foi realizada em 2009. A iniciativa foi retomada pelo Governo para garantir a participação social nas decisões que envolvem a pesca e aquicultura, setores estratégicos para o combate à fome, a geração de renda e a manutenção dos recursos aquáticos.
Neste ano, cada estado realiza uma etapa, que elegerá delegados para participar do evento principal. A Conferência nacional vai ser realizada entre os dias 11 e 13 de novembro, em Brasília (DF). O tema é “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”.
ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura

