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Produção de algodão avança em Mato Grosso e safra 2024/25 atinge recorde

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A produção de algodão em Mato Grosso registrou desempenho positivo na safra 2024/25, com consolidação dos dados após o encerramento do ciclo produtivo. As informações constam na análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária.

O estado, principal produtor nacional da fibra, mantém resultados expressivos, impulsionados por condições climáticas favoráveis ao longo do ciclo.

Safra 2024/25 é consolidada com recorde de produção

De acordo com o Imea, o rendimento de pluma da safra 2024/25 foi consolidado em 40,98%, avanço de 0,28 ponto percentual em relação ao ciclo anterior (2023/24).

O desempenho positivo está diretamente relacionado às condições climáticas favoráveis, que contribuíram para o bom desenvolvimento das lavouras e sustentaram o recorde produtivo no estado.

Com isso, a produção de pluma foi confirmada em 3,00 milhões de toneladas. Apesar de representar leve ajuste negativo de 0,54% frente à estimativa anterior, o volume é 15,11% superior ao registrado na safra passada.

Clima favorece produtividade e qualidade da pluma

O avanço no rendimento reflete o impacto das condições climáticas ao longo do ciclo, que permitiram melhor desenvolvimento das plantas e maior eficiência produtiva.

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Esse cenário reforça a competitividade de Mato Grosso no mercado nacional e internacional de algodão, consolidando o estado como referência na produção da fibra.

Projeção para 2025/26 indica leve retração

Para a safra 2025/26, o Imea projeta um cenário de leve ajuste na produção, com base em médias históricas de rendimento.

O índice estimado foi revisado para 41,05%, redução de 0,15 ponto percentual em relação ao relatório anterior.

A área plantada foi mantida em 1,42 milhão de hectares, enquanto a produtividade média é estimada em 290,88 arrobas por hectare.

Diante desses números, a produção de pluma para o próximo ciclo está projetada em 2,55 milhões de toneladas, representando recuo de 0,35% frente à estimativa anterior.

Perspectiva segue positiva para o setor

Apesar do ajuste pontual nas projeções da próxima safra, o cenário para o algodão em Mato Grosso permanece positivo.

Os resultados recentes reforçam a eficiência produtiva do estado e indicam manutenção de volumes elevados, sustentando a relevância da cultura no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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MPA participa da 3ª Cúpula da Pesca de Pequena Escala em Roma

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou, neste domingo (6), da 3ª Cúpula da Pesca Artesanal (SSF Summit 2026), realizada na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, Itália. O encontro reuniu governos, organizações de pescadores e pescadoras, sociedade civil e organismos internacionais para discutir a implementação das Diretrizes Voluntárias para a Sustentabilidade da Pesca em Pequena Escala.

O ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, participou da mesa de alto nível ao lado do diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, e de ministros de outros países. Em sua intervenção, destacou que a sustentabilidade da pesca deve caminhar junto com a conservação dos recursos pesqueiros e a garantia de condições dignas de vida para as comunidades que vivem da atividade.

Edipo apresentou iniciativas brasileiras voltadas à pesca artesanal, incluindo o reconhecimento dos territórios pesqueiros tradicionais, políticas para mulheres e jovens, a integração entre conhecimentos científico e tradicional, a extensão pesqueira e a ampliação do acesso ao crédito. Também ressaltou a importância do pescado para a segurança alimentar e nutricional e o combate à fome.

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“Não existe futuro para a pesca sem a conservação dos recursos pesqueiros, assim como não existe pesca sustentável sem garantir condições de vida dignas para as mulheres e os homens que vivem das águas. Incentivar o consumo de pescado é também uma estratégia de segurança alimentar e de combate à fome”, afirmou.

Plano Nacional da Pesca Artesanal

O diretor do Departamento de Territórios Pesqueiros e Ordenamento do MPA, Cristiano Quaresma, apresentou o Plano Nacional da Pesca Artesanal (PNPA) como principal instrumento brasileiro para transformar as Diretrizes-SSF em políticas públicas. Construído com a participação de pescadores e pescadoras de diferentes regiões do país, o Plano estabelece uma estratégia para os próximos dez anos e contempla temas como territórios tradicionais, gestão sustentável dos recursos pesqueiros, trabalho digno, igualdade de gênero, juventudes e mudanças climáticas.

“A nossa experiência demonstra que as Diretrizes tornam-se mais fortes quando transformamos participação em decisão, direitos em políticas públicas e pescadores e pescadoras em protagonistas de seu próprio futuro”, destacou Quaresma.

Reuniões bilaterais

Paralelamente à Cúpula da Pesca de Pequena Escala, a delegação realizou reuniões bilaterais com a Representação Permanente do Brasil e com a Direção de Pesca e Aquicultura da FAO. Entre os temas abordados, destacaram-se a reconstrução da estatística pesqueira marinha brasileira, projetos de cooperação internacional, mecanismos de financiamento e implementação do Acordo sobre Medidas do Estado do Porto (PSMA), voltado ao combate à pesca ilegal, não declarada e não regulamentada.

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A participação brasileira reforça a estratégia do MPA de ampliar a cooperação internacional e fortalecer a presença do Brasil nos debates globais sobre pesca, aquicultura, segurança alimentar e sustentabilidade.

ASCOM
Ministério da Pesca e Aquicultura
[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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