CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

AGRONEGOCIOS

Programa Agrolíder da Castrolanda capacita lideranças e aproxima cooperados da cooperativa

Publicados

AGRONEGOCIOS

Agrolíder: fortalecendo lideranças no campo

O Programa Agrolíder, promovido pela Castrolanda, tem como objetivo capacitar, inspirar e desenvolver lideranças entre cooperados e seus dependentes. A iniciativa busca aprimorar competências essenciais na gestão de pessoas e aproximar os cooperados da cooperativa, consolidando o papel da Castrolanda como parceira estratégica no desenvolvimento do agronegócio.

Nesta edição, o foco foi em Gestão de Pessoas em Propriedades Rurais, abordando o desenvolvimento de habilidades de liderança e melhoria na gestão de equipes no campo. Reconhecendo que a cooperativa é uma extensão das propriedades, o curso também foi aberto a colaboradores do quadro social, promovendo integração e aprendizado conjunto.

Estrutura do curso e participação

O programa recebeu 40 inscrições de cooperados e colaboradores, estruturadas em quatro módulos, totalizando 36 horas de capacitação durante os meses de setembro e outubro, com oito horas de atividades por módulo.

A capacitação foi conduzida por Sérgio Soriano, gerente da Fazenda Colorado, escolhido por sua experiência prática e resultados expressivos na gestão da propriedade, além da alta demanda pelo tema entre jovens cooperativistas.

Leia Também:  Sipcam Nichino lança fungicida para controle da Rhizoctoniose na bataticultura
Desenvolvimento de competências estratégicas

Para Cristiane Miri, analista de Cooperativismo da Castrolanda, o programa cumpre um papel estratégico no desenvolvimento do quadro social:

“O Agrolíder tem por objetivo capacitar todo o quadro social até suas lideranças, desenvolvendo competências específicas que permitam realizar o trabalho de forma efetiva e fortalecer a proximidade entre o cooperado e a cooperativa.”

Experiência transformadora para participantes

Os participantes avaliaram positivamente a experiência. Danieli de Farias, analista de Recursos Humanos do Grupo Koelpe, destacou o impacto do curso em sua visão sobre liderança:

“Participar do treinamento foi uma experiência transformadora. Compreendi que ser líder vai muito além de delegar tarefas, é sobre inspirar, desenvolver pessoas e construir um ambiente de confiança e propósito. Saio desse treinamento com a certeza de que liderar é desenvolver pessoas e criar propósito, transformando cada colaborador em um parceiro de jornada.”

O produtor Erik Petter, do Grupo Koelpe, também destacou os benefícios do programa para sua equipe:

“Esse programa é uma excelente oportunidade para os cooperados e seus colaboradores aperfeiçoarem suas habilidades na gestão de pessoas. Alguns gestores do Grupo Koelpe participaram e tivemos feedbacks muito positivos. É uma ferramenta que a Castrolanda proporciona para melhorar ainda mais as atividades dentro da propriedade.”

Compromisso com capacitação e inovação

O Agrolíder integra o Programa Jovem Cooperativista, com apoio da área de Cooperativismo e Experiência do Cooperado. A iniciativa reforça o compromisso da Castrolanda com o desenvolvimento do quadro social, capacitação contínua e inovação no campo, preparando lideranças capazes de enfrentar os desafios do agronegócio e fortalecendo o cooperativismo no dia a dia.

Leia Também:  Entenda o “tarifaço” do Trump e o que isso significa para o agro brasileiro?

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Propaganda

AGRONEGOCIOS

Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

Publicados

em

A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

Leia Também:  Exportações de arroz do Brasil crescem 144% no 1º trimestre de 2026 e retomam ritmo após recuperação de estoques

A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

Leia Também:  Movimentação de cargas cresce 6,3% nos portos do Paraná no primeiro trimestre de 2025

Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA