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Relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos traz visão otimista do plantio de soja no Brasil

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu novo relatório semanal de acompanhamento de safras, e os números do plantio de soja no Brasil trazem ótimas notícias: a área semeada com a oleaginosa superou as expectativas do mercado, alcançando 68%, contra os 66% previstos e os 52% da semana anterior. A média dos últimos cinco anos para este período é de 63%.

Ainda mais expressivo, 39% dos campos já emergiram, um avanço significativo em relação aos 26% da semana passada e superior à média de 36% para o mesmo período dos últimos cinco anos.

Apesar da ligeira queda em relação ao ano passado (10 pontos), a situação não preocupa os especialistas, pois a janela de plantio da soja se estende até o dia 20 de junho, proporcionando tempo suficiente para a recuperação da área plantada. Além disso, o risco de redução da área de soja é considerado muito baixo.

Os dados positivos do USDA reforçam o otimismo para uma safra recorde de soja no Brasil em 2024. As condições climáticas favoráveis e o investimento em tecnologia e práticas agrícolas aprimoradas contribuem para esse cenário promissor.

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O avanço do plantio de soja é uniforme em todas as regiões do país. No Centro-Oeste, principal região produtora, a área plantada já alcançou 73%, enquanto no Sul a taxa é de 64% e no Nordeste 60%.

A perspectiva de uma safra recorde de soja no Brasil deve pressionar os preços da commodity no mercado internacional, beneficiando os exportadores brasileiros. O aumento da oferta também pode levar à queda dos preços domésticos, favorecendo o consumidor final.

O setor de soja no Brasil se destaca pela constante busca por modernização e eficiência. Os produtores investem em tecnologia de ponta, como o uso de drones e máquinas agrícolas automatizadas, para otimizar o manejo das lavouras e aumentar a produtividade.

A infraestrutura logística também está em constante aprimoramento, com a construção de novos portos e rodovias para facilitar o escoamento da produção para o mercado interno e externo.

Com um cenário positivo para a safra de 2024 e perspectivas otimistas para os próximos anos, a soja se consolida como um dos principais pilares da economia brasileira, gerando renda, emprego e contribuindo para o desenvolvimento do país.

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Fonte: Pensar Agro

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Mapa apresenta Rgen+Sustentável na Feira Brasil na Mesa

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Neste sábado (25), na Feira Brasil na Mesa, realizada pela Embrapa em comemoração aos seus 53 anos, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou uma palestra detalhando a Política Nacional de Conservação e Uso Sustentável dos Recursos Genéticos para a Alimentação, a Agricultura e a Pecuária (Rgen+Sustentável).

Com o objetivo de conservar, valorizar e promover o uso sustentável dos recursos genéticos para a alimentação e a agricultura (RGAA), a política foi lançada em abril de 2025 e busca ampliar a base genética dos programas de melhoramento das instituições de pesquisa, além de fortalecer o conhecimento sobre esses recursos e contribuir para a segurança alimentar e nutricional. A iniciativa também atua como catalisadora do desenvolvimento científico e tecnológico no setor agrícola.

A política é estruturada para garantir a segurança alimentar nacional por meio da conservação e do uso sustentável da diversidade genética. São considerados recursos genéticos os materiais com valor atual ou potencial para uso direto ou indireto na alimentação e na agropecuária, incluindo espécies de plantas, animais, microrganismos e organismos intermediários.

Durante a apresentação, o representante da coordenação de Recursos Genéticos para a Alimentação e Agricultura do Departamento de Inovação do Mapa, Paulo Mocelin, destacou a importância estratégica do tema.

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Segundo Mocelin, embora o tema ainda não seja amplamente conhecido pelo público, ele é fundamental para o futuro da agropecuária. “O tema de recursos genéticos não é tão popular, mas traz elementos novos e essenciais para o desenvolvimento do setor. A Política Nacional é uma política de Estado, instituída pelo Decreto nº 12.097, de 2024, e tem como objetivo definir prioridades e estratégias para consolidar uma agenda de longo prazo voltada à conservação, valorização e uso sustentável da biodiversidade agrícola”, explicou.

Também ressaltou que a política está alinhada a compromissos internacionais, como a Convenção sobre Diversidade Biológica e o Tratado Internacional sobre Recursos Fitogenéticos para Alimentação e Agricultura.

“O Brasil é um país megadiverso, com grande variedade de espécies, biomas e ecossistemas. Temos um clima favorável à agropecuária, um sistema nacional de pesquisa robusto, com destaque para a Embrapa e instituições estaduais, além de uma legislação estruturada e parcerias internacionais consolidadas”, pontuou.

No âmbito das diretrizes de pesquisa e inovação, a política busca promover a conservação e o uso sustentável dos recursos genéticos, incentivar a adoção de novas tecnologias, sistematizar e disponibilizar informações científicas e fortalecer a articulação entre atores públicos e privados.

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Já em relação aos Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs) e ao Conhecimento Tradicional Associado (CTA), a iniciativa incentiva o intercâmbio de variedades tradicionais e raças localmente adaptadas, além de valorizar os saberes tradicionais e promover a participação social.

No eixo de informação e capacitação, estão previstas ações de divulgação da importância estratégica dos RGAA, articulação de redes nacionais e internacionais, formação de recursos humanos e ampliação do acesso a dados qualificados.

A política também se articula com iniciativas como a Rede Nacional de Pesquisa e Inovação em Genética Agrícola para Adaptação às Mudanças Climáticas (Readapta), que desenvolve projetos de melhoramento genético voltados a culturas como arroz, feijão, milho, soja, trigo e mandioca.

O Mapa é responsável pela definição e implementação dos planos de ação, pela estruturação da rede, pelo fomento à conservação e capacitação, além de incentivar pesquisas e inovações baseadas no uso sustentável dos recursos genéticos.

Informações à imprensa

[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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