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Rússia projeta colheita de grãos maior em 2025, segundo governo

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Durante o Fórum Pan-Russo de Grãos, o vice-primeiro-ministro da Rússia, Dmitry Patrushev, anunciou que o país espera uma colheita de grãos superior à registrada em 2024. A previsão otimista se baseia no bom andamento das atividades de semeadura e na ampliação da área destinada à produção agrícola.

Expectativa de safra maior em 2025

De acordo com Patrushev, a estrutura de plantio aprovada vem sendo seguida como planejado, o que favorece uma colheita robusta no próximo ciclo. “Esperamos que a estrutura aprovada da área seja observada de forma geral e que possamos esperar colheitas de grãos decentes. Direi com cautela que realmente esperamos que a colheita supere a do ano passado”, afirmou o vice-primeiro-ministro.

Área de grãos pode chegar a 48 milhões de hectares

Para a safra de 2025, o governo russo estima que cerca de 48 milhões de hectares serão destinados à produção de grãos, incluindo as culturas de inverno. No total, a área semeada com todas as culturas agrícolas deverá alcançar 84 milhões de hectares — um aumento de 1 milhão de hectares em relação ao ciclo anterior. Desse total, 20 milhões de hectares já foram ocupados por cultivos de inverno.

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Produção em 2024 ultrapassou 125 milhões de toneladas

Segundo dados do Rosstat, órgão oficial de estatísticas da Rússia, a colheita de grãos em 2024 somou 125,9 milhões de toneladas, das quais 82,6 milhões foram de trigo. Esse número, no entanto, não inclui as novas regiões incorporadas recentemente ao território russo. Com essas áreas consideradas, o Ministério da Agricultura projeta para 2025 uma produção total de 129,8 milhões de toneladas.

A Rússia, um dos principais exportadores de grãos do mundo, continua ampliando sua capacidade agrícola com metas de crescimento para os próximos ciclos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

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Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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