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Saúde Pulmonar: Pilar Fundamental para a Eficiência na Suinocultura

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A saúde pulmonar dos suínos desempenha um papel crucial no bem-estar animal e na produtividade das granjas. Doenças respiratórias, ao comprometerem o desempenho dos animais, resultam em prejuízos significativos para a suinocultura. As origens dessas enfermidades são diversas, envolvendo fatores como agentes bacterianos e virais, além de condições inadequadas de manejo e ambiência. Quando presentes, essas patologias afetam o ganho de peso, elevam as taxas de mortalidade e podem até causar a condenação de carcaças durante o abate.

Entre as principais doenças respiratórias que impactam a suinocultura, destacam-se a Pleuropneumonia Suína (PPS), a Pneumonia Enzoótica Suína (PES) e a Circovirose Suína, enfermidades de alta prevalência que afetam a eficiência produtiva das granjas.

A Pleuropneumonia Suína, causada pela bactéria Actinobacillus pleuropneumoniae (APP), atinge suínos de todas as idades, sendo os leitões de até 100 dias os mais suscetíveis. Seus efeitos econômicos incluem alta mortalidade, aumento dos custos com tratamentos e profilaxia, diminuição do ganho de peso e o descarte de carcaças devido a lesões pulmonares crônicas. A transmissão ocorre por contato direto com secreções respiratórias de animais infectados ou por aerossóis a curta distância. Fatores como a virulência da cepa, condições ambientais e práticas de manejo são determinantes para o desenvolvimento da doença. O principal sintoma é a broncopneumonia fibrino-hemorrágica, que pode evoluir para pleurite adesiva. A imunização é uma estratégia eficaz para reduzir a gravidade da PPS e a disseminação do patógeno.

A Pneumonia Enzoótica Suína, provocada pelo Mycoplasma hyopneumoniae, é altamente contagiosa, mas com baixa mortalidade. Porém, compromete a imunidade respiratória dos suínos, facilitando infecções secundárias. O M. hyopneumoniae adere ao epitélio ciliado do trato respiratório, destruindo suas defesas naturais e tornando os animais vulneráveis a outras infecções. A transmissão ocorre por contato direto, fômites e aerossóis liberados durante crises de tosse. Condições ambientais inadequadas, alta densidade populacional e higiene deficiente favorecem a disseminação do patógeno. A doença se manifesta por broncopneumonia catarral, tosse seca e atraso no crescimento, podendo reduzir em até 30% o ganho de peso. A imunização e a implementação de medidas de biossegurança, como controle de densidade e ventilação adequada, são essenciais para o controle da PES.

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A Circovirose Suína, causada pelo vírus PCV2, é considerada endêmica na suinocultura tecnificada. Altamente contagiosa e resistente, a doença provoca prejuízos econômicos significativos, principalmente pela queda no sistema imunológico dos leitões, sinais clínicos respiratórios e entéricos, além de perdas reprodutivas. A taxa de morbidade pode atingir até 70%, com mortalidade de até 80%. Animais que sobrevivem à infecção, mas não morrem, apresentam perda progressiva de peso, sendo classificados como “refugos” na produção.

A prevenção e o controle eficazes dessas doenças exigem um manejo sanitário rigoroso, que inclui medidas ambientais adequadas, vazio sanitário, quarentena para novos animais e imunização estratégica. No caso da PPS, vacinas inativadas contendo antígenos do APP oferecem proteção contra todos os sorotipos conhecidos da bactéria, reduzindo lesões pulmonares e melhorando os índices produtivos. Para a PES e a Circovirose, a vacinação a partir da terceira semana de vida promove imunidade robusta e maior desempenho produtivo.

Investir na saúde do plantel é fundamental para a competitividade da suinocultura. A adoção de boas práticas sanitárias e o uso de vacinas eficazes são essenciais para garantir um rebanho saudável, melhorar a produtividade e assegurar a sustentabilidade do setor no futuro.

Ceva Saúde Animal: Referência em Saúde Pulmonar na Suinocultura

Sempre alinhada às necessidades dos produtores, a Ceva Saúde Animal, especialista em saúde pulmonar na suinocultura, desenvolveu o programa Ceva Lung Health, que oferece aos produtores uma visão panorâmica da granja. Este programa fornece uma série de soluções para os desafios enfrentados na granja, com foco no bem-estar animal, desempenho financeiro e no diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças respiratórias.

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O Ceva Lung Health avalia, por meio de dados e análises, os principais agentes respiratórios presentes na granja e oferece serviços personalizados conforme as necessidades do plantel. A empresa também disponibiliza o Ceva Lung Program (CLP), uma ferramenta que avalia a saúde pulmonar dos suínos ao abate, permitindo identificar a presença e o impacto das doenças respiratórias de forma rápida e precisa.

Com o objetivo de promover uma imunização eficaz contra os principais agentes respiratórios, a Ceva oferece inovações como o DUO®, uma combinação de vacinas contra a Pneumonia Enzoótica (Hyogen®) e a Circovirose Suína (Circovac®), proporcionando proteção com uma única aplicação por até 26 semanas de vida. Para a Pleuropneumonia Suína, a empresa conta com a vacina Coglapix®, que protege contra os principais sorotipos da doença no Brasil, estimulando a imunidade com baixa reatividade pós-vacinal.

Além disso, o programa oferece soluções adicionais, como análise de resultados zootécnicos, cálculo do retorno financeiro, treinamento, consultoria, monitoramento clínico, uso racional de antimicrobianos e medidas de biossegurança, ajudando os produtores a escolherem os protocolos mais adequados para cada granja.

A Ceva Saúde Animal se consolida como uma referência em saúde pulmonar na suinocultura, proporcionando aos produtores soluções inovadoras para melhorar a saúde do plantel e garantir a produtividade e a sustentabilidade da atividade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Modalidade de Emalhe Liso supera 80% da cota de captura da tainha

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) informa que, nesta terça-feira (30) a cota de captura da tainha (Mugil liza) na modalidade emalhe costeiro de superfície superou 80% do limite estabelecido para a temporada de pesca de 2026. Inicialmente, a cota havia sido estabelecida em 2.070 toneladas, nos termos do inciso III do art. 4º da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 27 de fevereiro de 2026. 

Posteriormente, por meio da Portaria Interministerial MPA/MMA Nº 64, de 23 de junho de 2026, o limite foi ampliado para 2.394 toneladas, com o objetivo de possibilitar o acesso à pesca também nos estados em que os cardumes ainda não haviam chegado em razão da dinâmica migratória da espécie. A medida buscou compatibilizar a continuidade da atividade pesqueira com a sustentabilidade do recurso, considerando seus pilares econômico, social e ecológico. 

Os dados são acompanhados por meio do Painel de Monitoramento da Temporada de Pesca da Tainha, no Sistema PesqBrasil – Monitoramento, plataforma oficial do Governo Federal que permite o acompanhamento da evolução das capturas declaradas. 

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Nos termos do art. 23 da Portaria Interministerial MPA/MMA nº 51, de 2026, o encerramento da atividade ocorrerá quando a cota atingir 90% do limite estabelecido para a modalidade. Novas atualizações serão divulgadas conforme a evolução das capturas. A medida integra o processo de gestão sustentável da pesca da tainha, considerando a importância econômica, social e ambiental da espécie, bem como a necessidade de assegurar o uso responsável do recurso pesqueiro.


ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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