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Topseed Premium lança três novos produtos na principal feira de horticultura da América Latina

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A Topseed Premium, linha profissional de sementes de alta tecnologia, marcou presença na 30ª Hortitec — a maior exposição técnica de horticultura, cultivo protegido e culturas intensivas da América Latina — realizada entre os dias 25 e 27 de junho de 2025, em Holambra (SP).

Novos lançamentos: porta-enxerto para pepino, melancia sem sementes e tomate saladete

Neste evento, a empresa apresentou três lançamentos importantes para o mercado agrícola:

  • Porta-enxerto para pepino AB07
  • Melancia sem sementes Shoham F1
  • Tomate do tipo saladete Venetto F1

Além disso, foram destacados outros produtos de sucesso da marca, como a berinjela Innova, o tomate Ferrari e a beterraba Triton.

Atendimento especializado para visitantes

No estande da Topseed Premium — localizado na área 23 A, Setor Azul — os visitantes contaram com uma equipe técnica e comercial qualificada, pronta para esclarecer dúvidas sobre os produtos e manejo das culturas apresentadas.

Importância da participação na Hortitec para a marca

Segundo Anderson Moreira, gerente comercial da Topseed Premium, participar da Hortitec é prioridade para a divulgação da marca.

“Nossa equipe nacional se revezou no atendimento, fortalecendo o relacionamento com clientes do Brasil e da América Latina. A feira de 2024, por exemplo, reuniu mais de 30 mil visitantes, o que garante uma visibilidade muito grande para nossos produtos.”

Expectativa de público e destaque do evento

A Hortitec é reconhecida por destacar as principais inovações, soluções e tecnologias do setor de horticultura. A expectativa para esta edição é repetir o público expressivo, com mais de 30 mil visitantes, incluindo imprensa local e nacional, interessados nas novidades do segmento.

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Open Field Day: evento paralelo em Santo Antônio de Posse (SP)

Paralelamente à Hortitec, ocorre o 19º Open Field Day, dia de campo tradicional da Agristar do Brasil, na Estação Experimental da empresa em Santo Antônio de Posse (SP), a apenas 8 km do local da feira. Para facilitar o deslocamento, a Agristar disponibiliza vans com traslado gratuito entre os dois eventos, com saídas a cada 30 minutos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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