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Tráfego no Estreito de Ormuz segue quase paralisado mesmo após cessar-fogo entre Irã e Estados Unidos

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Tráfego marítimo continua reduzido no Estreito de Ormuz

O fluxo de embarcações pelo Estreito de Ormuz segue praticamente interrompido, mesmo após o acordo de cessar-fogo de duas semanas firmado entre Irã e Estados Unidos. Dados recentes de rastreamento marítimo indicam que a movimentação na região ainda está muito abaixo do normal.

Nas últimas 24 horas, apenas um navio-tanque de produtos petrolíferos e cinco graneleiros cruzaram o estreito, evidenciando a forte retração no tráfego marítimo.

Impactos do conflito no fluxo de navios

A queda no número de embarcações está diretamente relacionada ao conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, iniciado em 28 de fevereiro. Desde então, o estreito — considerado uma das rotas mais estratégicas para o transporte global de petróleo — registrou uma desaceleração significativa.

De acordo com análises baseadas em dados de plataformas como Kpler, Lloyd’s List Intelligence e Signal Ocean, o volume de navios que atravessam a região caiu para apenas algumas embarcações por dia.

Movimento atual está muito abaixo da média histórica

Antes do início das tensões no Oriente Médio, o Estreito de Ormuz registrava um fluxo médio de cerca de 140 navios por dia. O cenário atual representa uma redução drástica na circulação marítima, refletindo os riscos geopolíticos e a cautela dos operadores logísticos.

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Mercado segue atento à evolução do cenário

Apesar do cessar-fogo temporário, o baixo nível de tráfego indica que o mercado ainda avalia os riscos na região. A retomada das operações normais depende da estabilidade política e de garantias de segurança para as rotas comerciais.

O Estreito de Ormuz continua sendo um ponto crítico para o comércio internacional de energia, e qualquer instabilidade prolongada pode gerar impactos relevantes nos preços globais e na logística de transporte marítimo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho, amendoim e mandioca impulsionam festas juninas e se destacam como alimentos nutritivos e estratégicos na agricultura brasileira

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As festas juninas marcam o mês de junho no Brasil com uma combinação de cultura, tradição e gastronomia. Entre os principais ingredientes presentes nas receitas típicas estão milho, amendoim e mandioca — alimentos que vão além do sabor e desempenham papel importante na segurança alimentar e na agricultura nacional.

Presentes em preparações como canjica, paçoca, bolo de fubá, tapioca e mandioca cozida, esses produtos se destacam pela versatilidade culinária e pelo alto valor nutricional.

Alimentos tradicionais ganham destaque em alimentação equilibrada e saudável

Segundo especialistas em nutrição da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), os alimentos típicos das festas juninas podem contribuir para uma dieta equilibrada quando consumidos de forma moderada e diversificada ao longo do ano.

A nutricionista da Diretoria de Segurança Alimentar da pasta, Katlly Evillim Sousa, destaca que milho, amendoim e mandioca são fontes importantes de energia, vitaminas, minerais e compostos bioativos essenciais para a saúde humana.

Produção agrícola reforça importância econômica dos alimentos juninos

Além da relevância cultural e nutricional, os três ingredientes têm forte peso na agricultura brasileira, especialmente no estado de São Paulo.

De acordo com dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), o milho está entre os principais cultivos do estado, com produção estimada em 3,6 milhões de toneladas na safra 2024/25.

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O amendoim é outro destaque: São Paulo responde por cerca de 86% da produção nacional, com volume superior a 700 mil toneladas anuais. Já a mandioca mantém relevância no campo paulista, com produção próxima de 1,6 milhão de toneladas por ano.

Milho é fonte de energia, fibras e compostos antioxidantes

Base de diversas receitas tradicionais, o milho é um alimento rico em carboidratos, principal fonte de energia para o organismo.

O grão também contém proteínas, vitaminas do complexo B, como B1 e B5, além de minerais como ferro, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e zinco.

Outro destaque está na presença de compostos antioxidantes e fitoquímicos, associados à proteção celular e à redução do risco de doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.

Amendoim contribui para saúde cardiovascular e aumento da saciedade

O amendoim é um dos alimentos mais simbólicos das festas juninas e se destaca pelo alto valor nutricional.

Rico em proteínas, fibras, vitamina E, ácido fólico e minerais, o alimento também é fonte de gorduras insaturadas, como ômega 6 e ômega 9, associadas à saúde do coração.

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Estudos indicam ainda a presença de compostos bioativos, como o resveratrol, relacionado à proteção cardiovascular. Apesar dos benefícios, especialistas recomendam consumo moderado devido ao alto valor calórico.

Mandioca se destaca pela versatilidade e valor energético

Amplamente consumida em todo o país, a mandioca é uma importante fonte de energia na dieta brasileira.

O alimento fornece carboidratos, fibras, vitamina C e minerais como potássio, magnésio, fósforo e cobre, essenciais para diversas funções do organismo.

Entre seus benefícios estão o apoio ao funcionamento intestinal, o equilíbrio metabólico e a contribuição para a saúde óssea e muscular.

Educação alimentar reforça importância dos alimentos típicos brasileiros

Para ampliar o acesso a informações sobre alimentação saudável, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo mantém a coleção Agro SP na Mesa, com conteúdos técnicos, culturais e nutricionais sobre alimentos produzidos no estado.

A iniciativa inclui publicações dedicadas ao milho, amendoim e mandioca, com informações sobre benefícios, formas de consumo, curiosidades e receitas.

Além desses materiais, a coleção reúne mais de 30 publicações voltadas à segurança alimentar, aproveitamento integral dos alimentos e redução do desperdício, contribuindo para a educação nutricional da população.

Coleção Agro SP na Mesa

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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