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Turismo rural: uma excelente opção de lazer para o feriado
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Turismo rural ganha força em Minas Gerais durante o feriado prolongado
Com a aproximação dos feriados da Semana Santa e do dia 21 de abril, muitos turistas buscam alternativas para aproveitar o descanso de forma diferente. Em Minas Gerais, o turismo rural tem se consolidado como uma excelente opção, com diversas propriedades no interior do estado oferecendo experiências autênticas e de contato com a natureza. O catálogo “Ruralidade Viva”, disponível no site da Emater-MG, é uma das fontes para quem deseja explorar essas opções, apresentando 137 propriedades que recebem visitantes e promovem roteiros turísticos no campo.
A publicação digital, acessível no portal da Emater-MG (clique aqui), reúne informações detalhadas sobre propriedades rurais que oferecem desde degustações de queijos artesanais, doces e cafés, até a oportunidade de conhecer o processo de produção de cachaças e outros produtos típicos. Thatiana Garcia, coordenadora estadual de Turismo e Artesanato da Emater-MG, destaca que o turismo rural tem conquistado tanto os mineiros, que buscam mais contato com a natureza, quanto turistas de outros estados, atraídos pela hospitalidade característica do estado.
Novas experiências: ampliando o turismo em Minas Gerais
Segundo Thatiana Garcia, muitos turistas que já visitam as tradicionais cidades históricas de Minas Gerais, como Ouro Preto e Diamantina, estão aproveitando a oportunidade para explorar o turismo rural nas redondezas. “Além dos pontos turísticos históricos, esses turistas estão se interessando também pelos produtos locais. A experiência pode incluir visitas a queijarias ou fábricas de cachaça, agregando vivências autênticas no meio rural”, explica a coordenadora.
Exemplos de experiências rurais: apicultura e contato com a natureza
Renata Falcão, apicultora e proprietária da Bee Nectar, é um exemplo de produtora que tem investido no turismo rural. Ela e o marido, Sérgio Pereira, recebem visitantes em sua propriedade, localizada em Lima Duarte, na Zona da Mata, proporcionando um contato direto com o fascinante mundo das abelhas. “Iniciamos com produtos de mel e derivados em 2019 e, ao longo do tempo, desenvolvemos cosméticos, velas e bebidas. Decidimos também oferecer hospedagem, para que os visitantes possam vivenciar de perto o trabalho na reserva ecológica, e compreender a importância das abelhas para a vida no planeta”, relata Renata sobre sua trajetória no setor.
Variedade de opções para todos os gostos
A propriedade de Renata é uma das diversas opções listadas no catálogo “Ruralidade Viva”. Além de informações sobre os passeios e experiências rurais, o catálogo traz dados detalhados sobre as propriedades, incluindo fotos, contatos dos produtores e links para suas redes sociais, além de uma breve descrição do que o visitante pode esperar. As experiências variam entre hospedagens, trilhas em cachoeiras, visitas a agroindústrias de produtos tradicionais e até mesmo vivências com criadores de animais.
Contudo, é importante destacar que as visitas precisam ser agendadas previamente, já que os produtores mantêm rotinas de trabalho rural e necessitam de organização para receber o público. Thatiana Garcia alerta para essa necessidade de planejamento, garantindo uma experiência mais tranquila e organizada para todos os envolvidos.
O projeto Ruralidade Viva e a expansão do turismo rural
O “Ruralidade Viva” é uma iniciativa da Emater-MG em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Turismo, Cultura e Agricultura, contando ainda com o apoio de Circuitos Turísticos e agências de viagens. O objetivo do projeto é, anualmente, atualizar o catálogo, com a adesão de novas propriedades rurais que desejem participar. Entre abril e junho, os produtores interessados em se cadastrar podem procurar os escritórios regionais da Emater-MG para obter mais informações e fazer sua inscrição.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Protocolo Verde dos Grãos atinge 95% de conformidade e volume auditado de soja no Pará cresce mais de 600%
O terceiro ciclo de auditorias do Protocolo Verde dos Grãos (PVG) confirma o avanço da governança socioambiental na cadeia da soja no Pará. Os resultados, divulgados pelo Ministério Público Federal (MPF) em parceria com o Imaflora, apontam que o volume de grãos rastreados alcançou 9,7 milhões de toneladas, representando crescimento superior a 600% em relação à primeira edição do programa.
O volume auditado refere-se às safras 2022/2023 e 2023/2024 e totaliza 9.770.450,56 toneladas, equivalente a 108% da produção estadual — percentual que supera 100% por incluir operações de revenda. O número consolida o PVG como uma das principais iniciativas de monitoramento da cadeia produtiva de grãos no país.
Crescimento contínuo e consolidação do programa
Desde sua criação, o Protocolo Verde dos Grãos apresenta expansão consistente. No primeiro ciclo de auditorias (safra 2017/2018), foram analisadas 1,5 milhão de toneladas. Já no segundo ciclo (safras 2018/2019 e 2019/2020), o volume subiu para 3,2 milhões de toneladas, evidenciando a rápida evolução da iniciativa.
O avanço reforça a eficácia dos acordos setoriais conduzidos pelo MPF, inspirados em modelos como o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Carne Legal, que também atua na promoção de boas práticas produtivas na Amazônia.
Conformidade socioambiental se mantém em nível elevado
Além do crescimento no volume auditado, o terceiro ciclo confirmou alto nível de conformidade socioambiental. Segundo o relatório, 95,39% das operações analisadas atenderam integralmente aos critérios do protocolo, enquanto apenas 4,61% apresentaram inconformidades.
Os dados indicam amadurecimento da cadeia produtiva. No primeiro ciclo, a taxa de conformidade era de 80,36%, evoluindo para 96% no segundo ciclo e mantendo-se acima de nove em cada dez operações regulares desde então.
Esse desempenho demonstra o papel do PVG como indutor de boas práticas, contribuindo para alinhar a expansão agrícola à preservação ambiental e à proteção dos recursos naturais na Amazônia.
Adesão de empresas cresce e fortalece competitividade
O aumento da credibilidade do protocolo também se reflete na adesão das empresas. No terceiro ciclo, foram entregues 36 relatórios de auditoria, abrangendo 47% das 77 empresas signatárias ativas no período analisado.
O número representa o triplo das empresas auditadas no primeiro ciclo (12) e quase o dobro da segunda rodada (19 relatórios). Atualmente, o PVG reúne 95 empresas signatárias ativas, consolidando-se como referência para o setor.
O engajamento crescente indica que a certificação no protocolo deixou de ser apenas uma exigência de conformidade para se tornar um diferencial competitivo no mercado, especialmente em cadeias que demandam rastreabilidade e sustentabilidade.
Metodologia garante transparência ao mercado
A robustez da metodologia adotada também fortalece a confiabilidade dos resultados. Neste ciclo, a auditoria avaliou uma amostra equivalente a 35% do volume comercializado, totalizando 3.444.405,92 toneladas.
Desse total, 3.285.547,18 toneladas foram consideradas regulares, atendendo aos critérios ambientais e sociais estabelecidos pelo protocolo.
A transparência do processo contribui para ampliar a segurança dos compradores e reforça a credibilidade da soja produzida no Pará nos mercados nacional e internacional.
Evento reúne setor para debater avanços e desafios
A apresentação dos resultados ocorreu em Belém (PA), durante evento que reuniu representantes do setor produtivo, organizações da sociedade civil e instituições públicas.
A programação incluiu exposição técnica dos dados das auditorias e debates sobre os desafios e perspectivas para o monitoramento da cadeia da soja. Participaram entidades como Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, ABIOVE, ANEC, Unigrãos e Instituto Centro de Vida.
Responsável pela análise técnica e condução das auditorias, o Imaflora também organizou o encontro em parceria com o MPF, reforçando seu papel na promoção da transparência e no aprimoramento contínuo das práticas socioambientais no agronegócio.
Perspectivas para a cadeia da soja
Os resultados do terceiro ciclo indicam que o Protocolo Verde dos Grãos se consolida como um instrumento estratégico para o desenvolvimento sustentável da produção de soja na Amazônia.
Com alta adesão, níveis elevados de conformidade e expansão contínua da rastreabilidade, a iniciativa fortalece a imagem do agronegócio brasileiro e amplia sua competitividade em mercados que exigem cada vez mais responsabilidade socioambiental.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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