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UPL lança novo inseticida na Tecnoshow Comigo com foco no controle de lagartas

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A UPL Ltd. (NSE: UPL, BSE: 512070, LSE: UPLL), fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis, participa de mais uma edição da Tecnoshow Comigo, realizada entre os dias 7 e 11 de abril, em Rio Verde (GO). O grande destaque da empresa neste ano é o lançamento do inseticida Propose®, um produto sistêmico e translaminar desenvolvido para o manejo eficiente de lagartas, além de apresentar eficácia contra tripes e ácaro-rajado em importantes culturas da região.

Segundo Cassiano Bronzatti, diretor de negócios da UPL Brasil no Cerrado, a presença da empresa no evento reforça seu compromisso com o produtor rural. “É um grande prazer participar, mais uma vez, de uma das mais relevantes feiras agropecuárias do país. Especialmente pelo fato de apresentarmos uma nova tecnologia com formulação inovadora, voltada principalmente para soja, algodão, milho e milheto. Com a combinação de dois ingredientes ativos potentes, o Propose® oferece ação de choque e efeito residual em uma única aplicação”, destacou.

O novo inseticida proporciona proteção imediata e duradoura às lavouras, mesmo sob condições climáticas adversas, o que contribui para a preservação da produtividade e da rentabilidade no campo. Com aplicação aérea autorizada, o Propose® é registrado para o controle de diversas pragas como ácaro-rajado, lagarta-das-folhas, lagarta-do-cartucho (também chamada de lagarta-militar), lagarta falsa-medideira e tripes.

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Para o CEO da UPL Brasil, Rogério Castro, o lançamento é fruto de uma estratégia robusta de pesquisa e desenvolvimento. “A nova solução que apresentaremos na Tecnoshow é resultado de um amplo e constante investimento em inovação, que consolida a UPL como uma empresa referência em insumos agrícolas. Somos uma verdadeira ‘Casa de Soluções’, comprometida com o conhecimento e com a tecnologia para atender às necessidades de nossos clientes e parceiros”, afirmou.

Portfólio completo e novidades para 2025

Além do lançamento do Propose®, o estande da UPL na feira contará com um amplo portfólio voltado aos desafios fitossanitários de diversas culturas, como soja e milho. Serão apresentados mais de 10 produtos, incluindo os fungicidas Evolution e Tridium; o herbicida Kennox; os inseticidas Feroce e Sperto; o inseticida microbiológico Tackler; o tratamento de sementes Vitavax Ultra; o bionematicida Nimaxxa; e a linha NPP (Natural Plant Protection), composta por biossoluções.

Segundo Julliano Magno Pedrosa de Almeida, consultor de desenvolvimento de mercado da UPL Brasil em Rio Verde, a empresa também antecipa novidades. “Durante a Tecnoshow, apresentaremos um novo herbicida que será lançado ainda em 2025. Esta é mais uma demonstração do nosso compromisso com a Comigo e seus cooperados, especialmente neste ano proclamado pela ONU como o ‘Ano Internacional das Cooperativas’”, ressaltou.

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A participação da UPL na feira reafirma seu posicionamento como uma parceira estratégica do agronegócio brasileiro, promovendo soluções sustentáveis e inovadoras para o campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Juros altos impulsionam consórcio rural e mudam estratégia financeira dos produtores do agronegócio

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O cenário de juros elevados e maior rigor na concessão de crédito está acelerando uma transformação importante na gestão financeira do agronegócio brasileiro. Diante do aumento dos custos de financiamento e das dificuldades de acesso às linhas tradicionais, produtores rurais têm buscado alternativas para manter investimentos, modernizar operações e preservar o fluxo de caixa.

Entre as modalidades que mais ganham espaço está o consórcio rural, que vem sendo incorporado ao planejamento financeiro de propriedades e empresas do setor como uma ferramenta estratégica para aquisição de máquinas, equipamentos e renovação de frota.

A mudança reflete uma postura cada vez mais profissionalizada dos agentes do agro, que passaram a analisar o crédito não apenas como uma fonte de recursos, mas como um elemento decisivo para a rentabilidade e a sustentabilidade do negócio.

Crédito mais caro aumenta pressão sobre o setor

O ambiente econômico de 2026 continua desafiador para quem depende de financiamento para investir na atividade rural.

As taxas de juros das operações de crédito rural com recursos livres permanecem elevadas, acompanhando a política monetária restritiva adotada para o controle da inflação. Ao mesmo tempo, produtores enfrentam aumento dos custos com insumos, máquinas, combustíveis, logística e seguros.

Esse conjunto de fatores tem elevado a pressão sobre as margens do setor e exigido maior atenção ao planejamento financeiro das propriedades.

Além disso, as limitações relacionadas ao crédito subvencionado previstas no Plano Agrícola e Pecuário 2025/26 ampliaram a necessidade de fontes complementares de financiamento, especialmente para médios produtores que buscam expandir ou modernizar suas operações.

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Consórcio rural ganha protagonismo no campo

Nesse contexto, o consórcio rural passou a ocupar posição de destaque entre as alternativas de financiamento utilizadas pelo agronegócio.

Dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) apontam crescimento expressivo do segmento de máquinas agrícolas, impulsionado pela busca de produtores por modalidades que ofereçam previsibilidade financeira e menor impacto imediato sobre o orçamento.

A principal vantagem do modelo está na possibilidade de programar investimentos sem a incidência de juros bancários tradicionais, permitindo um planejamento de longo prazo mais alinhado aos ciclos produtivos do setor agropecuário.

Com isso, o consórcio deixou de ser visto apenas como uma alternativa eventual e passou a integrar estratégias patrimoniais de produtores que buscam expandir a capacidade produtiva com maior equilíbrio financeiro.

Gestão financeira se torna diferencial competitivo

A pressão sobre os custos e a volatilidade dos mercados têm levado os produtores a adotar uma visão mais estratégica sobre o uso do crédito.

O foco já não está apenas na ampliação da produção, mas também na proteção da rentabilidade e da capacidade de investimento ao longo dos anos.

Especialistas destacam que decisões financeiras inadequadas podem comprometer margens, reduzir a competitividade da propriedade e limitar futuras oportunidades de crescimento.

Por isso, cresce a adoção de modelos de gestão financeira mais técnicos, com análise detalhada de custos, projeções de fluxo de caixa e diversificação das fontes de financiamento.

Produtores combinam diferentes modalidades de crédito

Outra tendência observada no agronegócio é a utilização combinada de instrumentos financeiros.

Em vez de depender exclusivamente de financiamentos bancários, muitos produtores têm associado linhas de crédito tradicionais, consórcios e operações estruturadas para equilibrar capital de giro e investimentos de longo prazo.

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Essa estratégia reduz a exposição aos custos financeiros elevados e permite maior flexibilidade na administração dos recursos da propriedade.

Ao distribuir os investimentos entre diferentes modalidades, o produtor consegue preservar liquidez e manter projetos de expansão mesmo em períodos de maior restrição de crédito.

Profissionalização financeira avança no agronegócio

O fortalecimento do consórcio rural e de outras soluções financeiras evidencia uma nova fase do agronegócio brasileiro, marcada pela profissionalização da gestão econômica das propriedades.

O crédito passa a ser tratado como uma ferramenta estratégica de crescimento, integrada ao planejamento operacional e à gestão de riscos do negócio rural.

Especialistas avaliam que essa tendência deve continuar nos próximos anos, especialmente enquanto o custo do dinheiro permanecer elevado no país.

Perspectiva é de crescimento das alternativas financeiras

A expectativa do mercado é que o uso de consórcios, crédito estruturado e planejamento financeiro continue avançando no campo.

Com produtores cada vez mais atentos à previsibilidade dos investimentos e à preservação do caixa, modalidades que oferecem maior controle financeiro tendem a ganhar espaço dentro da estratégia de expansão do agronegócio.

O movimento demonstra que o setor busca crescer de forma sustentável, combinando aumento de produtividade, modernização tecnológica e gestão financeira mais eficiente para enfrentar os desafios de um ambiente econômico cada vez mais complexo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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