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Wine Expo BH movimenta setor de vinhos e fortalece turismo de negócios na capital mineira
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Wine Expo BH encerra primeira edição com sucesso em Belo Horizonte
A primeira edição da Wine Expo BH foi concluída nesta quarta-feira (6), no BeFly Minascentro, em Belo Horizonte. Considerado o maior evento de negócios voltado ao setor de vinhos em Minas Gerais, o encontro reuniu milhares de profissionais da cadeia produtiva da bebida, com foco na geração de parcerias e ampliação de mercado.
Evento focado no mercado B2B e no fortalecimento do setor
Idealizado por Dennis Carvalho, o evento teve como prioridade o público B2B, reunindo vinícolas, importadoras, distribuidoras, especialistas, executivos e investidores. “Nosso objetivo foi conectar quem produz com quem comercializa e serve vinhos. A proposta era criar um espaço para parcerias estratégicas e troca de experiências entre os profissionais da área”, afirmou Carvalho. Ele também destacou a ambição de tornar a Wine Expo BH um ponto de encontro anual para o setor, envolvendo restaurantes, bares e hotéis.
Apoio da Prefeitura e da Belotur reforça impacto no turismo local
Patrocinado pela Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), por meio da Belotur, o evento foi considerado estratégico para impulsionar o turismo de negócios e fortalecer a imagem da cidade como um destino enogastronômico. De acordo com a Belotur, a Wine Expo BH está alinhada à política de fomento a grandes eventos, contribuindo para diversificar o calendário local e atrair um público qualificado.
Belo Horizonte como “Cidade Criativa da Gastronomia”
A realização da Wine Expo BH reforça o título de “Cidade Criativa da Gastronomia”, concedido pela UNESCO a Belo Horizonte. A Belotur destacou que o patrocínio ao evento estimula toda a cadeia do turismo — da hotelaria ao setor de transportes, bares e restaurantes — gerando impacto direto na economia local.
Posicionamento estratégico no mercado de vinhos brasileiro
Além de impulsionar o turismo, o evento fortaleceu o ecossistema de negócios da capital mineira, criando oportunidades especialmente para produtores locais. Com o sucesso da primeira edição, Belo Horizonte se consolida como um importante polo para o mercado de vinhos no Brasil, abrindo portas para futuras edições e novas conexões no setor.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Cortes no seguro rural e disputa por crédito elevam tensão entre governo e bancada do agro
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) elevou o tom contra o governo federal nesta semana após o bloqueio de recursos do seguro rural e o avanço de discussões sobre financiamento do setor, ampliando a tensão entre o Congresso e o Executivo em torno da política de crédito e proteção da renda no campo.
O principal ponto de conflito é o contingenciamento de cerca de R$ 461 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), que reduz a capacidade de subsídio às apólices contratadas por produtores em um momento de maior exposição climática e aumento dos custos de produção.
Para a bancada ruralista, a medida compromete a previsibilidade do setor e pode reduzir a adesão ao seguro agrícola, especialmente em culturas mais sensíveis a variações de clima e produtividade. A avaliação dentro da FPA é de que o corte afeta diretamente a gestão de risco do produtor e encarece o financiamento da próxima safra.
A bancada também acompanha com preocupação a tramitação de propostas de renegociação de dívidas rurais aprovadas no Senado, que ainda aguardam posicionamento do governo. Parlamentares ligados ao agro defendem que as medidas deveriam ser tratadas como parte de um pacote integrado de recomposição da capacidade financeira do setor, diante do aumento do endividamento e da elevação dos custos de crédito.
Na leitura da FPA, o conjunto das decisões recentes indica uma redução do espaço fiscal para políticas de apoio ao agro, o que pode afetar desde o acesso ao crédito até a contratação de instrumentos de proteção como o seguro rural.
O governo, por sua vez, tem argumentado que as medidas precisam ser avaliadas sob o ponto de vista do impacto fiscal, o que tem resultado em sucessivos vetos, bloqueios e revisões de propostas aprovadas no Congresso.
Diante do impasse, a FPA articula no Congresso a recomposição dos recursos do seguro rural e a manutenção das propostas de renegociação de dívidas, com o objetivo de evitar aumento de custo e perda de competitividade do produtor brasileiro na próxima safra.
O embate deve se intensificar nas próximas semanas e se concentrar justamente nos instrumentos de financiamento e gestão de risco da atividade agropecuária.
Fonte: Pensar Agro

