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Zinco ganha destaque na agricultura com nova tecnologia que potencializa nutrição e produtividade das lavouras
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Zinco: um micronutriente essencial para o desenvolvimento das plantas
O zinco exerce papel fundamental na nutrição e no crescimento das plantas, participando de processos vitais como fotossíntese, síntese de proteínas e amido e fortalecimento contra doenças e estresses ambientais.
Quando há deficiência de zinco no solo, os efeitos são visíveis: crescimento limitado, frutificação comprometida e redução no tamanho e número dos frutos. Por isso, o micronutriente é considerado indispensável para a sustentabilidade e produtividade agrícola.
Nova tecnologia alia pesquisa e eficiência no campo
Atenta aos desafios enfrentados pelo produtor rural, a empresa catarinense MaxiSolo desenvolveu um fertilizante inovador com zinco em sua composição, resultado de pesquisa e tecnologia aplicada ao manejo nutricional do solo.
Batizado de SZmaxi, o produto vai além da simples adubação: sua formulação mineral seca e granulada reúne 16% de cálcio, 12% de enxofre e 1% de zinco, promovendo uma nutrição balanceada e condicionamento eficiente do solo.
Segundo a empresa, a tecnologia apresenta excelente taxa de dissolução, facilidade de aplicação e liberação gradual dos nutrientes, o que garante maior aproveitamento pelas plantas e distribuição uniforme no campo.
Solubilidade e liberação imediata de nutrientes
Com composição baseada em duplo sulfato e alta solubilidade em água, o SZmaxi proporciona disponibilidade imediata dos nutrientes, o que potencializa o desenvolvimento das lavouras desde os estágios iniciais.
Essa característica torna o fertilizante uma ferramenta estratégica para aumentar a rentabilidade agrícola, especialmente em solos com baixa disponibilidade natural de micronutrientes.
Aplicação em diferentes culturas
O SZmaxi pode ser utilizado em uma ampla variedade de culturas, abrangendo grãos como milho, trigo, cevada, aveia, arroz e soja, além de citros (laranja e limão), café, cana-de-açúcar e pastagens.
Essa versatilidade faz do produto uma solução completa para fortalecer a nutrição do solo e melhorar a produtividade de diferentes sistemas agrícolas.
Benefícios multifuncionais para o solo e as plantas
De acordo com Caio Kolling, especialista em solos e gerente de marketing da MaxiSolo, a deficiência de nutrientes como zinco, cálcio e enxofre pode comprometer o desempenho das lavouras e reduzir significativamente os resultados no campo.
“Baseado em combinações de sulfatos, o SZmaxi oferece multifuncionalidade, atuando como fertilizante e condicionador do solo. Ele melhora a formação de grãos e frutos, aumenta a tolerância ao estresse e estimula o crescimento vegetal, resultando em raízes, caules e folhas mais vigorosos. Além disso, otimiza a absorção de nitrogênio e fósforo, potencializando o rendimento das culturas”, explica Kolling.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Selic a 14,50% pressiona crédito e leva agroindústrias a buscar linhas subsidiadas para investir
Mesmo com a taxa básica de juros em 14,50% ao ano, o custo do capital segue como um dos principais fatores nas decisões estratégicas das empresas, especialmente no agronegócio. Em um ambiente de crédito mais caro e restritivo, agroindústrias têm intensificado a busca por linhas subsidiadas para financiar investimentos, modernização e expansão.
A definição da taxa pelo Banco Central mantém o crédito tradicional em patamares elevados, impactando diretamente o planejamento corporativo. Projetos passam a ser analisados com maior rigor, considerando retorno ajustado ao risco, impacto no fluxo de caixa e estrutura de capital.
Crédito caro adia investimentos no agro
Com a alta da Selic, operações atreladas ao CDI acompanham o movimento da política monetária, encarecendo financiamentos e reduzindo a viabilidade de projetos, principalmente os de longo prazo e maior intensidade tecnológica.
Nesse cenário, empresas enfrentam um dilema: investir para ganhar competitividade ou preservar liquidez. O resultado, em muitos casos, é o adiamento de projetos produtivos, como ampliação de plantas industriais, aquisição de máquinas e adoção de novas tecnologias.
Além disso, instrumentos do mercado privado, como debêntures e operações estruturadas, continuam concentrados em grandes empresas com maior acesso a investidores e governança consolidada. Para pequenas e médias empresas (PMEs), o crédito se torna mais restrito, com prazos menores, custos mais altos e exigências mais rígidas de garantias.
Linhas subsidiadas ganham protagonismo
Diante desse cenário, linhas de crédito subsidiadas operadas por bancos de desenvolvimento voltam ao centro da estratégia financeira das empresas, especialmente no agronegócio e na indústria.
Programas voltados à inovação e à digitalização produtiva têm ampliado a oferta de recursos com condições mais atrativas. Iniciativas conduzidas por instituições como BNDES e Finep priorizam investimentos em tecnologias como automação, robótica, Internet das Coisas (IoT) e manufatura avançada.
Com prazos mais longos, carência ampliada e taxas inferiores às do mercado tradicional, essas linhas alteram significativamente o cálculo de viabilidade dos projetos, permitindo que empresas mantenham seus planos de crescimento mesmo em um ambiente de juros elevados.
PMEs ampliam acesso a investimentos
Para micro, pequenas e médias empresas, o impacto das linhas subsidiadas é ainda mais relevante. O acesso a crédito com condições diferenciadas permite diluir o investimento inicial e viabilizar ganhos de produtividade que seriam inviáveis no crédito tradicional.
No entanto, acessar esses recursos exige mais do que identificar a linha disponível. Cada instituição financeira trabalha com critérios técnicos específicos, incluindo métricas de inovação, exigências regulatórias e modelagem financeira estruturada.
Engenharia financeira vira diferencial competitivo
Nesse contexto, a estruturação do funding ganha papel estratégico. A escolha da fonte de capital — considerando prazo, indexador, custo e exigências — passa a influenciar diretamente a competitividade e a sustentabilidade financeira das empresas.
Consultorias especializadas têm atuado na chamada engenharia de funding, estruturando operações que combinam diferentes fontes de recursos para reduzir o custo médio da dívida e ampliar a capacidade de investimento.
Casos recentes mostram empresas de setores como agronegócio, engenharia, varejo e recursos humanos acessando linhas como o Pró-Inovação, voltado ao financiamento de projetos tecnológicos, com apoio técnico na estruturação e aprovação dos financiamentos.
Estratégia financeira define crescimento
Com a Selic elevada, o crédito tradicional tende a pressionar margens e alongar o prazo de retorno dos investimentos. Nesse cenário, linhas subsidiadas deixam de ser apenas alternativas e passam a integrar a estratégia financeira das empresas.
A definição correta do funding pode determinar o sucesso ou fracasso de um projeto. Escolhas inadequadas comprometem o fluxo de caixa por anos, enquanto uma estrutura bem planejada sustenta o crescimento e melhora a competitividade.
Empresas que tratam o financiamento como variável estratégica conseguem avançar em suas agendas de modernização, mesmo em um ambiente macroeconômico adverso. Já aquelas que dependem exclusivamente do crédito tradicional tendem a operar de forma mais conservadora, priorizando a preservação de caixa.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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