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2025: Alckmin destaca carro sustentável, redução de custos, transparência e comércio exterior

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O programa Carro Sustentável, o recorde de exportações, os avanços da negociação brasileira contra o tarifaço dos EUA, a diversificação de mercados e medidas de simplificação e transparência estão entre os destaques de 2015 do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), segundo avaliação feita pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin em conversa com jornalistas na tarde desta sexta-feira (19/12).

Veja abaixo alguns pontos destacados durante a entrevista:

Carro Sustentável

“É um carro de entrada, fabricado no Brasil, indústria nacional, um carro flex, que não pode emitir mais de 83 gramas de CO2 por quilômetro rodado e com 80% de reciclabilidade. É um grande sucesso. Esse é um programa que zera o IPI. Tornou o carro mais barato, com as montadoras dando desconto, e as concessionárias também. E não tem impacto fiscal. E tem importância ambiental e importância social, com a indústria fabricando, produzindo, e a concessionária vendendo. De julho até agora, aumentou 51% a venda de veículos do carro sustentável, comparado com o mesmo período do ano passado, que foi um ano bom”.

Mover

“Este ano foram R$ 3,8 bilhões de crédito. O ano que vem serão R$ 3,9 bilhões. Para inovação, eficiência energética e segurança automotiva. Isso mobilizou R$ 190 bilhões de investimentos privados na indústria automotiva – R$ 140 bi na indústria de veículos e R$ 50 bi na indústria de autopeças”.

Menos taxas para táxis, ônibus e caminhões (Inmetro)

“O taxista tinha que renovar, tinha que fazer a verificação do taxímetro todo ano. Perdia o dia inteiro para fazer isso. Agora é de dois em dois anos e zerou a taxa, que era de R$ 52. Não paga mais nada. E para o cronotacógrafo, de caminhões e ônibus, a taxa de verificação de R$ 207 foi reduzida para R$ 90”.

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Acordos comerciais

“Foi assinado em 2023 o acordo Mercosul-Singapura. E neste ano, no segundo semestre, foi assinado o Mercosul-EFTA, que tem quatro países que estão entre os de maior renda per capita do mundo: Noruega, Suíça, Liechtenstein e Islândia. Quanto ao acordo Mercosul-União Europeia, esperamos que seja um adiamento curto, porque é importante para o Mercosul e importante para a União Europeia. A assinatura será uma sinalização de que é possível avançar um livre mercado e um multilateralismo”.

Balança comercial

“Estamos fechando o ano com um recorde de exportação, de US$ 349 bilhões, e recorde de US$ 629 bilhões de corrente de comércio. Vejam como é importante abrir mercados”.

Tarifaço dos EUA

“Avançamos nas negociações. Porque nós tínhamos, na primeira ordem executiva, 37% das exportações brasileiras com 10% mais 40%, tarifaço de 50%. Isso reduziu para 36%, para 34%, para 33%. E agora, na última ordem executiva, reduziu para 22%. Resumindo, hoje nós temos 51% da exportação do Brasil para os Estados Unidos com tarifas de zero ou 10? Outros 27% estão na Seção 232, que é aquela em que nós e o mundo estamos iguais, não perdemos competitividade, a não ser para quem está dentro dos Estados Unidos. E 22%, aí sim, onerada. E por isso a importância de avançarmos nesse trabalho. Porque aí está grande parte dos produtos industriais, que você tem mais dificuldade de colocar em outros mercados, porque é mais customizado, mais dirigido. Então o empenho é continuar esse trabalho para a gente ter novos avanços em sequência”.

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Janela Única de Investimento

“Nós vamos ter uma Janela Única de investimentos. Isso desburocratiza, facilita. Quem quer investir no Brasil vai ter um portal único facilitando o seu trabalho, reduzindo custos. É uma parceria do MDIC com Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Até fevereiro, março de 2026 vai estar pronto. E por falar em investimento, nós estamos com um recorde de investimento externo direto.  Nós estamos até agora (janeiro a novembro de 2025), com US$ 84 bilhões de dólares (de IED). O Brasil é o segundo receptor de investimento estrangeiro direto do mundo, só perdemos para os Estados Unidos”.

Camex360

“Já está no ar, vocês podem entrar, a plataforma Camex 360. Ali tem tudo, transparência total, informação, desburocratização, todas as informações sobre impostos de importação, sobre comércio exterior, sobre processos de antidumping, tudo de comércio exterior com absoluta transparência”.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Ideb avança em todas as etapas da educação básica no Rio Grande do Norte

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De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino fundamental do Rio Grande do Norte passou de 5,3 para 5,7 nos anos iniciais e de 4,1 para 4,6 nos anos finais. Já o Ideb do ensino médio passou de 3,7 para 4,2. Na rede pública do estado, o resultado passou de 4,8 para 5,2 nos anos iniciais; de 3,7 para 4,2 nos anos finais; e de 3,2 para 3,9 no ensino médio. Com esses resultados, o Ideb alcançou, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.  

“Os resultados revelam que o Rio Grande do Norte teve, em 2025, seus melhores resultados no indicador brasileiro. Esse é o melhor Ideb da série histórica, provando que a escola dos nossos filhos é melhor que a escola que nós tivemos. Em 20 anos, o Brasil enfrentou, simultaneamente, três problemas históricos da educação: colocou mais estudantes na escola, melhorou sua trajetória e elevou a aprendizagem. Os resultados do Ideb 2025 fecham um balanço de 20 anos de compromisso nacional pelo acesso, pela permanência e pela qualidade da educação. Fizemos muito, mas ainda há muito o que fazer. Chegou a hora de um novo salto para o futuro, que é a melhoria da aprendizagem”, defende o ministro da Educação, Leonardo Barchini.

Os dados do Ideb e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) referentes a 2025, que revelam o desempenho da educação básica brasileira, calculados pelo Ministério da Educação (MEC) por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foram divulgados nesta quarta-feira, 5 de agosto.  

Aprendizagem de língua portuguesa e matemática – Em uma escala que vai de 0 a 500, no 5º ano do ensino fundamental, em português, a avaliação do Rio Grande do Norte passou de 201,00, em 2023, para 207,99 pontos, em 2025; e em matemática, de 209,07 para 217,68. No caso do 9º ano do ensino fundamental, em português, a média passou de 250,31 para 255,84, e em matemática, de 246,10 para 254,56. Já no 3º ano do ensino médio, em português, o resultado passou de 267,52 para 269,92; e em matemática, de 263,79 para 265,59.  

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“O Saeb 2025 mostra que o Brasil foi capaz de fazer em apenas quatro anos o que estudos projetavam levar uma década: recuperar a aprendizagem perdida durante a pandemia de Covid-19. Esse resultado demonstra que, com políticas públicas consistentes, investimento e o compromisso de estados, municípios, professores e estudantes, é possível acelerar a aprendizagem. Os melhores resultados de quem passa mais tempo na escola reforçam nosso plano de ampliar a educação em tempo integral e o ensino médio integrado à educação profissional, para que os estudantes aprendam mais, em segurança, e estejam mais preparados para o mundo do trabalho”, defende Barchini.   

O Saeb 2025 avaliou 5,9 milhões de alunos distribuídos por 73,7 mil escolas e 247,7 mil turmas em todo o território nacional.  

Estados – Todas as Unidades da Federação (UFs) tiveram resultados superiores nos anos iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais, 24 UFs tiveram índices maiores, dois estados ficaram estáveis e um estado registrou queda. No ensino médio, 23 UFs subiram o Ideb, três mantiveram os índices de 2023 e uma registrou queda. 

O Ideb 2025 descreve a realidade de 14,5 milhões de matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental em 101 mil escolas. Nos anos finais, retrata 11,2 milhões de matrículas em 61 mil escolas. Em relação ao ensino médio, os resultados do Ideb correspondem a 7,3 milhões de matrículas em 30 mil escolas. 

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Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025
Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado em 2007, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é um indicador que combina o desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática no Saeb com as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar, permitindo acompanhar a qualidade da educação básica brasileira. Integra o conjunto de indicadores utilizados para o monitoramento das metas educacionais previstas no Plano Nacional de Educação (PNE). Considerando que a vigência do PNE foi prorrogada até 31 de dezembro de 2025, o índice permanece como referência para o monitoramento das políticas educacionais e para a avaliação dos avanços e desafios na consecução dos objetivos estabelecidos pelo PNE durante o período de vigência.

Saeb – O Sistema de Avaliação da Educação Básica, criado em 1990, é um conjunto de avaliações externas em larga escala aplicado bienalmente a estudantes da educação básica. A avaliação é composta por testes e questionários que apresentam informações sobre o desempenho dos estudantes e sobre fatores contextuais relacionados ao processo educacional. As médias de desempenho obtidas no Saeb, em conjunto com os dados de fluxo escolar do Censo Escolar, compõem o Ideb. Os resultados também permitem o acompanhamento de indicadores educacionais por escolas, redes de ensino e UFs ao longo das diferentes edições da avaliação.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep

Fonte: Ministério da Educação

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