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Alexandre Silveira defende implementação do E30 neste ano e destaca ações do Governo Federal para potencializar a indústria sucroenergética nacional

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, defendeu a implementação do avanço da mistura de etanol à gasolina para 30% (E30) ainda neste ano. A fala foi feita nesta sexta-feira (25/04), em Uberaba, no Triângulo Mineiro, durante a 8ª Abertura da Safra Mineira de Açúcar e Etanol, que marca o início do ciclo de produção sucroenergética em Minas Gerais (2025-2026). O estado representa mais de 12% da produção nacional de cana de açúcar no país.

Segundo o ministro, a adoção do E30 poderá reduzir o preço do combustível na bomba e tornar o Brasil independente da importação da gasolina. A medida deve ser votada ainda este ano no Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) após ser debatida com o presidente Lula.

“Os estudos técnicos já foram concluídos por uma universidade renomada, e com participação democrática do setor. E hoje posso anunciar que, neste ano ainda, implantaremos o E30, para poder crescer mais ainda a indústria do etanol e fortalecer a descarbonização, gerando mais empregos e renda”, afirmou o ministro. 

A expectativa é de que, com implementação da medida, o preço médio da gasolina tenha redução de até R$ 0,13 por litro. Ela também evitaria a importação de 760 milhões de litros de gasolina por ano, impulsionando a produção nacional de biocombustíveis. A medida, ainda, poderia evitar a emissão de 1,7 milhão de toneladas de gases de efeito estufa por ano.

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Silveira ainda ressaltou as potencialidades do Brasil e destacou as ações do Governo Federal para fortalecer ainda mais a indústria sucroenergética nacional.

“O Brasil tem todos os instrumentos para liderar a transição energética no mundo. Estamos falando de uma matriz elétrica 90% limpa e renovável, impulsionada por fontes como a hídrica, a solar, a eólica e, também, a biomassa do etanol. Essa política não só reforça nosso protagonismo internacional, como também impulsiona uma nova indústria, que valoriza o agronegócio e a agricultura familiar, gerando emprego, renda e desenvolvimento regional”, disse Silveira em entrevista à imprensa.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Estudo sugere que Bets prejudicam 2 milhões de estudantes

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O dinheiro destinado a apostas online pode fazer falta em outras áreas da vida. Na educação, levantamentos recentes mostram que os gastos com bets já aparecem relacionados a decisões de ingresso e permanência no ensino superior privado. As estimativas indicam que cerca de 2 milhões de brasileiros podem ter a trajetória acadêmica afetada pelo comprometimento da renda com apostas.

O número reúne dois grupos identificados em pesquisa da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), em parceria com a Educa Insights. Entre os potenciais ingressantes, 986 mil poderiam deixar de efetivar a matrícula em 2026, devido aos gastos em apostas. Entre estudantes que já estão na graduação, 14% dos entrevistados disseram ter atrasado mensalidades ou trancado o curso pelo mesmo motivo.

Considerando que a rede privada possui mais de 8 milhões de matrículas, a aplicação desse percentual representa uma ordem de grandeza superior a 1,1 milhão de estudantes. Somados os dois grupos, chega-se a cerca de 2 milhões de pessoas potencialmente afetadas. Outro levantamento, realizado pelo Instituto Semesp, identificou que 19,1% das instituições privadas pesquisadas afirmaram já ter observado relação entre apostas online e inadimplência de estudantes.

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Os dados não significam que as apostas sejam a única causa de dificuldades financeiras ou de interrupção dos estudos. Questões como renda familiar, emprego e outras despesas também interferem na capacidade de um estudante iniciar ou continuar uma graduação. As pesquisas apontam, especificamente, que os gastos com bets podem se somar a esses fatores e comprometer o orçamento destinado à educação.

Quando o comprometimento da renda chega à graduação – As apostas on-line podem se tornar uma barreira adicional ao acesso e à permanência no ensino superior, influenciando em comprovações de avaliação socioeconômica, inclusive entre estudantes que dependem de políticas de acesso e financiamento, como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O impacto pode aparecer antes mesmo do início das aulas. Para quem pretende ingressar em uma instituição privada, o comprometimento da renda pode pesar na decisão de efetivar a matrícula. Para quem já está estudando, pode significar dificuldades para manter em dia a mensalidade ou outras despesas relacionadas à formação.

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Mesmo com o apoio de uma bolsa ou de um financiamento, o estudante continua com outras despesas ao longo da graduação. Quando parte da renda é destinada às apostas online, é possível que haja menos recursos disponíveis para os custos relacionados aos estudos. O comprometimento da renda também pode trazer dificuldades para estudantes que precisam comprovar sua situação financeira para acessar ou manter benefícios educacionais, conforme as regras de cada programa.

Assessoria de Comunicação Social do MEC

Fonte: Ministério da Educação

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