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MTE participa de debate sobre condições de trabalho na lavoura de cebola em Ituporanga (SC)

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A cidade de Ituporanga (SC), conhecida nacionalmente como a capital da cebola de Santa Catarina e maior produtora do país, sediou, em 22 de outubro, uma audiência pública voltada à discussão das condições de trabalho na cadeia produtiva da cebola. O evento reuniu representantes de instituições públicas e privadas, além de produtores e produtoras rurais, com o objetivo de fortalecer o diálogo social e consolidar boas práticas trabalhistas no campo.

O evento contou com a participação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), representado pelo coordenador Nacional de Fiscalização do Trabalho Rural, auditor-fiscal do Trabalho Jackson Sena Brandão, e pelo superintendente Regional do Trabalho e Emprego de Santa Catarina, Paulo Eccel. Também estiveram presentes representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT), do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE) e do Sindicato dos Produtores Rurais de Ituporanga.

A formalização do trabalho rural foi um dos principais temas abordados, ao lado da prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, do combate ao trabalho infantil e do trabalho em condições análogas à escravidão, bem como da necessidade de aprimorar políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar e à promoção do trabalho decente no campo.

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Realizada na Câmara Municipal de Ituporanga, a audiência representou um avanço significativo na construção de soluções conjuntas entre poder público, setor produtivo e sociedade civil. Como desdobramento das discussões, foi assinado o Termo de Compromisso Social por Boas Práticas Trabalhistas na Lavoura da Cebola, firmado pelas entidades participantes, simbolizando o esforço coletivo para garantir dignidade, segurança e sustentabilidade nas relações de trabalho do setor.

Para o auditor-fiscal do Trabalho Jackson Brandão, o evento representa “um marco no fortalecimento do diálogo social e na promoção da responsabilidade compartilhada entre instituições e produtores, em prol da valorização do trabalho rural e da contínua melhoria das condições de trabalho na lavoura de cebola”.

“O diálogo que estamos construindo aqui em Ituporanga é fundamental para garantir que o desenvolvimento econômico do setor venha acompanhado da valorização de quem trabalha. Nosso papel, enquanto Ministério do Trabalho e Emprego, é somar esforços com produtores, sindicatos e demais instituições para que a produção da cebola em Santa Catarina continue sendo motivo de orgulho, mas também um exemplo de respeito aos direitos trabalhistas e à dignidade humana”, reforça o superintendente de Santa Catarina, Paulo Eccel. Segundo ele, a audiência demonstra que é possível buscar o crescimento com responsabilidade social, promovendo um campo mais justo, seguro e sustentável para todos.

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A iniciativa reafirma o papel estratégico da atuação integrada entre governo federal, produtores e entidades representativas na construção de um ambiente produtivo mais justo, sustentável e alinhado aos princípios do trabalho decente, fortalecendo um dos setores agrícolas mais emblemáticos de Santa Catarina e do país.

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Senacon amplia fiscalização e endurece combate a abusos contra consumidores no ambiente físico e digital

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Brasília, 14/5/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) divulgou, nesta semana, o Relatório de Gestão do primeiro quadrimestre de 2026, com um balanço das principais ações da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) voltadas à fiscalização de mercados, ao combate ao superendividamento, à regulação de plataformas digitais e ao enfrentamento de práticas abusivas contra consumidores.

Entre as principais iniciativas do período, estão a força-tarefa nacional contra preços abusivos de combustíveis, ações de repressão a plataformas ilegais de apostas, medidas cautelares para proteção de consumidores superendividados, regulamentação da transparência em aplicativos de transporte e delivery e operações de combate à pirataria no comércio digital.

No eixo de combustíveis, a Senacon coordenou uma força-tarefa nacional iniciada em março de 2026, em articulação com órgãos federais, estaduais e municipais de fiscalização. A operação resultou na fiscalização de mais de 10 mil postos em todos os estados e no Distrito Federal, além da emissão de mais de 6 mil notificações e da aplicação de multas que podem chegar a R$ 14 milhões no âmbito do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

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O relatório também destaca o endurecimento das medidas contra plataformas ilegais de apostas e mercados preditivos. As ações coordenadas resultaram no bloqueio de mais de 39 mil sites irregulares, na remoção de mais de 200 aplicativos e no envio de mais de 1.600 notificações a instituições financeiras.

No combate ao superendividamento, a Senacon adotou medida cautelar contra o Banco de Brasília (BRB) após identificar práticas de retenção indevida de renda em contas-salário. A decisão determinou a cessação de débitos automáticos sem consentimento válido, a comunicação individual aos consumidores afetados e a obrigação de informar de forma clara o direito de cancelamento.

Outro destaque do período foi a regulamentação da transparência em aplicativos de transporte e entrega, por meio da Portaria nº 61/2026. A norma obriga as plataformas a informarem, de forma clara, a composição e a destinação dos valores cobrados dos consumidores. Após o período de adaptação, a Senacon iniciou a fase de fiscalização para verificar o cumprimento das regras.

O relatório ainda aponta a criação de comissão especializada para enfrentamento de irregularidades no comércio digital, com foco na circulação de produtos falsificados, não homologados e adulterados em plataformas digitais.

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De acordo com o documento, as ações desenvolvidas no período refletem a atuação simultânea da Senacon nos mercados físico e digital, com fortalecimento da integração federativa, ampliação da capacidade sancionatória do Estado e modernização dos mecanismos de proteção ao consumidor.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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