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Brasil e México fortalecem cooperação em saúde com mecanismos de confiança regulatória
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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a Secretaria de Economia dos Estados Unidos Mexicanos celebraram nesta data a implementação de instrumento que promove a ampliação do comércio bilateral no setor de saúde.
Com o avanço, o México reconhece a Anvisa como Autoridade Reguladora de Referência para fins de registro sanitário expedito de dispositivos médicos e Certificação de Boas Práticas de Fabricação de fármacos, medicamentos e dispositivos médicos. O Brasil, por sua vez, reconhece a Cofepris como Autoridade Reguladora Estrangeira Equivalente para inspeções sanitárias e Certificação de Boas Práticas de Fabricação de medicamentos.
Trata-se de um marco na cooperação técnica entre os dois países, reforçando o compromisso com a modernização dos processos regulatórios e a ampliação do acesso a tecnologias de saúde seguras e eficazes.
Durante o encontro, os ministros Geraldo Alckmin (Brasil) e Marcelo Ebrard Casaubon (México) destacaram os avanços obtidos com a definição nacional, por ambos os países, de diretrizes para reconhecimento de decisões técnicas de autoridades reguladoras que os aproximam das melhores práticas internacionais e possibilitam a adoção unilateral de mecanismo de confiança regulatória (reliance).
“Esse é um passo importante para reduzir custos, fortalecer a segurança sanitária e promover a competitividade das indústrias de saúde nos dois países. Isso facilita o comércio bilateral e amplia o acesso a tecnologias de saúde mais diversas e modernas por nossas populações”, afirmou o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin.
Da parte do Brasil, uma Instrução Normativa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada em 2024, já havia estabelecido critérios quanto à definição de autoridades estrangeiras para inspeção sanitária de insumos farmacêuticos e medicamentos, otimizando o processo de certificação de Boas Práticas de Fabricação.
Já Comissão Federal para a Proteção contra Riscos Sanitários (Cofepris) mexicana publicou instrumento correlato em 2025, viabilizando a otimização de processos para certificação de boas práticas de fabricação de fármacos, medicamentos e dispositivos médicos, bem como a concessão de registros sanitários por via regulatória abreviada.
A corrente de comércio entre Brasil e México no setor de fármacos e medicamentos totaliza aproximadamente US$ 252 milhões. Por sua vez, o comércio bilateral de dispositivos médicos alcança cerca de US$ 1,11 bilhão.
Brasil e México também celebram a assinatura de novo Memorando de Entendimento entre Anvisa e Cofepris, nos setores medicamentos, dispositivos médicos, produtos de higiene personal, cosméticos, alimentos e bebidas.
Esse instrumento é essencial para a cooperação regulatória bilateral e para implementação das melhores práticas internacionais, reforçando o papel do Brasil e do México como protagonistas na promoção da saúde pública e no fortalecimento da integração regional para esse setor.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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Fundeb-VAAR: análise das condicionalidades começa após envio das informações
Na terça-feira (15), foi encerrado o prazo para envio das informações e dos documentos necessários à aferição das Condicionalidades I, IV e V, da complementação Valor Aluno Ano Resultado (VAAR) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para o ciclo 2026/2027 Fundeb-VAAR. Todas as redes de ensino do país concluíram essa etapa dentro período estabelecido.
As informações apresentadas por estados, municípios e pelo Distrito Federal serão analisadas pelas equipes responsáveis por aferir as condicionalidades. Durante essa etapa, as redes devem acompanhar o módulo “Fundeb – VAAR – Condicionalidades”, disponível no Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), para verificar eventuais solicitações de complementação ou esclarecimentos.
No ciclo 2026/2027, estão em análise três condicionalidades. A Condicionalidade I está relacionada ao provimento de gestores escolares por critérios técnicos de mérito e desempenho. A Condicionalidade IV, de preenchimento exclusivo pelas redes estaduais, trata do ICMS Educacional. Já a Condicionalidade V está relacionada à implementação de referenciais curriculares alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e, neste ciclo, à BNCC da Computação.
O envio das informações é uma das etapas do processo de aferição das condicionalidades da complementação Valor Aluno Ano Resultado (VAAR) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
O módulo específico para o registro das informações e o envio da documentação foi disponibilizado em 25 de junho. Durante o período de preenchimento, foram prestadas orientações às redes de ensino sobre os procedimentos necessários para a participação no processo.
Próximas etapas – Após o encerramento do prazo, as informações e os documentos enviados serão submetidos à análise técnica. Caso sejam identificadas necessidades de complementação ou esclarecimentos, as redes deverão acompanhar as orientações e os procedimentos indicados no Simec.
O acompanhamento do módulo permanece como uma medida importante para as redes durante a etapa de aferição. Em caso de dúvidas, está disponível o WhatsApp (61) 2022-2066.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação



