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Cerca de 2 milhões de pessoas devem viajar de avião no feriado de Corpus Christi no Brasil
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O turismo nacional segue em ritmo de crescimento, e o feriado prolongado de Corpus Christi, celebrado nesta quinta-feira (19), promete intensificar ainda mais o fluxo de viajantes nos aeroportos do Brasil. Um levantamento realizado pelo Ministério do Turismo, a partir de dados das concessionárias que administram os principais terminais aéreos brasileiros, projeta a circulação de mais de 1,9 milhão de passageiros.
A movimentação reforça o aquecimento da demanda turística interna. Destaque para os aeroportos geridos pela Motiva (antiga CCR), que devem receber cerca de 400 mil passageiros entre os dias 18 e 22 de junho – uma alta de 6% na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os terminais a cargo da empresa, o BH Airport (Confins), em Minas Gerais, lidera a previsão de fluxo, esperando um total de 160 mil viajantes.
No Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP), o maior do país, a expectativa é de 479 mil passageiros de 19 a 22 de junho, sendo 291 mil em voos domésticos e 188 mil em voos internacionais. Os destinos nacionais mais procurados no local são Recife (PE), Porto Alegre (RS) e Rio de Janeiro (RJ).
Na capital fluminense, o Aeroporto Internacional Tom Jobim (RIOgaleão) estima movimentar 248.195 passageiros entre 18 e 23 de junho, um aumento de 21% em relação a 2024. Além disso, a cidade espera atrair cerca de 150 mil turistas nacionais no feriado, conforme a Riotur, com a previsão de um impacto econômico superior a R$ 320 milhões.
O estado de São Paulo também deve registrar um desempenho expressivo no período. Segundo o Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET), ligado à Secretaria de Turismo e Viagens (Setur-SP), o feriadão pode movimentar R$ 5,9 bilhões e atrair 3,2 milhões a destinos paulistas, o que representará um aumento de 10,3% em relação ao ano passado.
Na região Norte do Brasil, os aeroportos internacionais de Belém (PA) e de Macapá (AP), de acordo com a concessionária Norte da Amazônia Airports (NOA), esperam um intenso fluxo no feriadão. Entre 18 e 22 de junho, cerca de 60 mil viajantes devem ser atendidos nos 453 voos regulares programados para o período nos dois terminais.
Já no Distrito Federal, o Aeroporto Internacional de Brasília projeta aproximadamente 240 mil passageiros de 18 a 23 de junho, com 1.757 pousos e decolagens previstos, incluindo 35 voos extras. A lista de localidades mais buscadas saindo da capital federal inclui São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Recife (PE) e Salvador (BA).
No Nordeste, o fluxo aéreo também será grande. O Aeroporto de Fortaleza (CE) estima a movimentação de 59,4 mil passageiros entre os dias 19 e 22 de junho, com 390 voos previstos, envolvendo 10 operações extras. Já em João Pessoa (PB), a concessionária Aena Brasil espera um crescimento de 38% no número de assentos disponíveis em comparação com o mesmo feriado do ano anterior.
INCENTIVO – A fim de incentivar e facilitar as viagens de brasileiros pelo país, o Ministério do Turismo, em parceria junto ao Ministério de Portos e Aeroportos e à Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) desenvolve o programa “Conheça o Brasil: Voando”. A iniciativa tem como objetivo possibilitar que cada vez mais visitantes se conectem com as maravilhas do país, além de apoiar o fortalecimento do turismo nacional.
Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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