BRASIL
Com descontos exclusivos de até 30% começa o Feirão do Turismo, em São Paulo
BRASIL
O sonho de viajar pelo Brasil nunca esteve tão perto de se concretizar como no 9º Salão do Turismo, a maior vitrine do setor no país, que acontece de 21 a 23 de agosto no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). Promovido pelo Ministério do Turismo, o evento abriga o Feirão do Turismo, com a participação de mais de 100 empresas que oferecem descontos imperdíveis, de até 30%, para todo o país.
A lista inclui operadoras, agências de viagens, redes hoteleiras, transfers e empresas turísticas, que proporcionam pacotes de viagens, hospedagem, serviços, atrativos e experiências em condições especiais.
Confira AQUI as principais ofertas.
Conhecido como a “Black Friday” do turismo, o Feirão é uma porta de entrada para se descobrir a diversidade de destinos, roteiros e culturas que espelham a rica diversidade brasileira, admirada internacionalmente.
O ministro do Turismo, Celso Sabino, ressalta que a iniciativa busca fortalecer o setor e a economia nacional. “O Feirão é uma iniciativa estratégica do governo federal para fomentar a economia conectando empresas, instituições e consumidores através de pacotes de viagens e atrativos nacionais acessíveis. A iniciativa fortalece o setor, estimula a geração de emprego e renda e impulsiona o desenvolvimento econômico, social e cultural do Brasil, sobretudo nas pequenas cidades”, aponta Sabino.
O Feirão do Turismo disponibiliza descontos para destinos renomados, como Porto de Galinhas, em Pernambuco; Gramado (RS) e Bonito (MS). Também é possível se aventurar no Monte Roraima, com um grupo apenas de mulheres (10% de desconto); navegar pelo rio Amazonas (20%); fazer um passeio gastronômico de trem no interior de São Paulo (20%); trilhas petfriendly (15%) e afroturismo em Salvador-BA (30%).
No Feirão do Turismo, instituições financeiras a exemplo do Banco do Brasil e da Caixa Econômica oferecem aos viajantes linhas de crédito e financiamentos especiais para tirar as viagens do papel. A democratização das viagens domésticas é uma das diretrizes do Ministério do Turismo, que coordena um movimento nacional no sentido de incentivar o fluxo de visitantes pelo país.
“Estamos investindo como nunca com foco no mercado brasileiro, com criatividade e inovação. 2024 foi o ano em que o brasileiro mais viajou pelo Brasil. O turismo brasileiro vive o seu melhor momento”, celebra o ministro Celso Sabino.
De 21 a 23 de agosto, o Feirão acontecerá presencialmente no Distrito Anhembi. Para quem preferir aproveitar os descontos sem sair de casa, a versão virtual do evento segue até 27 de agosto, com pacotes promocionais disponibilizados diretamente pelas mais empresas participantes da ação.
PARCERIA – O 9º Salão do Turismo: Conheça o Brasil, a maior vitrine do turismo brasileiro, é promovido pelo Ministério do Turismo em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de São Paulo. O evento conta com o apoio do SESC, SENAC e Sebrae Nacional, além de parceiros como Embratur, Itaipu Binacional, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Por Zaqueu Rodrigues
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
Indústria estratégica e setores afetados pela guerra no Oriente Médio poderão acessar mais R$ 15 bi do Plano Brasil Soberano
O governo brasileiro publicou Portaria Conjunta do Ministério do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Ministério da Fazenda, nessa quarta-feira (15/4), que define os setores que poderão acessar os recursos adicionais de R$ 15 bilhões do Plano Brasil Soberano, anunciados pelo presidente Lula no mês passado.
Os critérios priorizaram indústrias de maior intensidade tecnológica e com relevância estratégica para o país, além daquelas que tiveram suas exportações afetadas por medidas tarifárias dos EUA (seção 232) e pela guerra no Oriente Médio.
Os recursos são oriundos do superavit do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) e as taxas de juros dos empréstimos deverão ser definidas nesta semana em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).
“A medida fortalece cadeias estratégicas e reduz vulnerabilidades externas”, destaca o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa. “A orientação do Presidente Lula é mantermos o foco na preservação de empregos, da capacidade produtiva e da competitividade da indústria nacional, utilizando instrumentos modernos e legítimos de política industrial, alinhados às melhores práticas internacionais”.
A MP que instituiu o programa, estabelece que os recursos podem ser usados para: capital de giro; aquisição de bens de capital ou investimentos para adaptação de atividade produtiva; investimentos para ampliar a capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção; e investimento em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos.
Setores
De acordo com Márcio Elias Rosa, a definição dos setores de média, média-alta ou alta intensidade tecnológica, listados na portaria como elegíveis ao programa, seguiu critérios técnicos baseados na classificação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), contando com a colaboração do BNDES.
A seleção também considerou a relevância dos setores para o comércio exterior brasileiro, incluindo cadeias estratégicas e aqueles que apresentam vulnerabilidade externa, com déficit na balança comercial.
“Os critérios são objetivos e técnicos: intensidade tecnológica, relevância para o comércio exterior e papel estratégico nas cadeias produtivas. Além disso, há recorte adicional de vulnerabilidade externa”, explicou o ministro.
Entre os setores elegíveis estão: máquinas, equipamentos e setor automotivo; produtos químicos e farmacêuticos; eletrônicos e equipamentos de informática; aeronáutica e demais equipamentos de transporte; máquinas elétricas, geradores e equipamentos industriais; borracha e plásticos industriais; têxtil e cadeia de transformação associada; e minerais críticos e terras raras.
“A inclusão de minerais críticos e terras raras reflete a centralidade desses insumos nas cadeias globais de valor — especialmente em energia, defesa, semicondutores e mobilidade elétrica”, explica Márcio Elias Rosa.
EUA e Golfo Pérsico
Nos casos de exportadores e fornecedores afetados pela Seção 232 da lei comercial dos EUA, bem como daquelas que exportam para o Golfo Pérsico, são elegíveis as empresas cujo percentual de faturamento com exportação para esses destinos e produtos tenha sido, em 12 meses, igual ou superior a 5% do faturamento total no mesmo período.
Os países do Oriente Médio definidos na portaria são: Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Irã, Kuwait e Omã.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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