BRASIL
Comitê ouve setores para aprimorar plano de proteção às empresas brasileiras e aos empregos
BRASIL
Na primeira reunião ampliada após a confirmação de que parte das exportações brasileiras aos EUA será sobretaxada em 50%, o Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais ouviu nesta segunda-feira (4/8), em Brasília, a avalição preliminar e os pleitos de nove setores atingidos pela medida: madeira processada, carne, frutas, mel, pescados, couro, móveis, café e produtos da floresta.
A reunião aconteceu na sede do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e foi presidida pelo vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin.
Entre os pleitos destes setores, segundo adiantou Alckmin em entrevista coletiva após a reunião, estão a abertura de novos mercados para os produtos brasileiros, a abertura de crédito para as empresas afetadas e a ampliação do programa Acredita Exportação para médias e grandes empresas.
O vice-presidente disse ainda que o governo pode usar o mecanismo compras governamentais, no que couber, e frisou que todas as sugestões serão avaliadas no contexto do plano de contingência que o governo está elaborando para proteger as empresas brasileiras e os empregos.
Na coletiva, Alckmin lembrou que 65% das exportações brasileiras estão de fora das novas sobretaxas e afirmou que o governo continua trabalhando para a exclusão dos demais setores.
Pelo governo, também participaram da reunião os ministros Rui Costa (Casa Civil), Carlos Fávaro (MDA), Paulo Teixeira (MDA) e André de Paula (Pesca), além de Guilherme Mello, secretário de Política Econômica da Fazenda; entre outras autoridades.
Alckmin afirmou que a tarifa imposta pelos EUA não se justifica. “Nós estamos desde março negociando com os Estados Unidos. “É importante destacar que este ano, de janeiro a junho, a nossa exportação para os Estados Unidos cresceu 4,7%. E a dos Estados Unidos para nós, 11,7%, quase duas vezes e meia a mais”, explicou.
Também na coletiva o ministro Carlos Fávaro detalhou os esforços para diversificar os destinos dos produtos brasileiros.
“Nós estamos hoje com 398 novos mercados. E a gente enxerga algumas oportunidades para ampliar isso neste momento”, disse Fávaro, citando como exemplo a retomada de mercados suspensos, como o de pescado para o Reino Unido e para a União Europeia.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
BRASIL
MDIC avança em agenda de desburocratização, competitividade e propriedade intelectual
O secretário de Competitividade e Política Regulatória do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Pedro Ivo, apresentou um conjunto de iniciativas do Governo Federal voltadas à simplificação de normas, ao fortalecimento da competitividade e à melhoria do ambiente de negócios no país.
O anúncio foi feito durante visita à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ocorrido na tarde de ontem (30). Na ocasião, o secretário detalhou a Estratégia Nacional de Desburocratização, pacote de medidas com lançamento previsto para maio, que busca modernizar a administração pública, ampliar a eficiência, elevar a qualidade dos serviços prestados e tornar o ambiente regulatório mais favorável às empresas.
Segundo Pedro Ivo, “a simplificação regulatória é um passo essencial para reduzir custos, dar mais previsibilidade às regras e criar condições para que o setor produtivo possa inovar e crescer com mais segurança”.
O secretário também destacou o novo Marco de Boas Práticas Regulatórias, que prevê o aperfeiçoamento da Análise de Impacto Regulatório (AIR), a incorporação da análise concorrencial e o fortalecimento da participação social na elaboração de normas. Por fim, apresentou a Rede Nacional Mais Simples, iniciativa voltada à identificação e superação de entraves regulatórios com participação do setor industrial.
Amcham Brasil
Pedro Ivo participou ainda de reunião técnica do Grupo de Trabalho de Propriedade Intelectual da Amcham Brasil, onde apresentou ações do MDIC voltadas ao fortalecimento da área. No encontro, ele destacou o papel do Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual (GIPI), colegiado presidido pelo MDIC e responsável por coordenar as políticas públicas do setor no país. O grupo atua na implementação da Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI), com foco em inovação, competitividade e melhoria do ambiente de negócios.
Associação Paulista da Propriedade Intelectual
O secretário também se reuniu com a presidente da Associação Paulista da Propriedade Intelectual (ASPI), Soraya Imbassahy de Mello, para alinhar ações da entidade no âmbito da ENPI. A estratégia tem como objetivo coordenar e fortalecer o Sistema Nacional de Propriedade Intelectual (SNPI) até 2030, promovendo o uso estratégico da propriedade intelectual como instrumento de inovação e desenvolvimento econômico.
Fundada em 1983, a ASPI atua na difusão de conhecimentos sobre propriedade intelectual no Brasil e na defesa dos direitos e deveres dos profissionais da área.
Instituto de Pesquisas Tecnológicas
Na terça-feira (28), Pedro Ivo esteve no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), onde se reuniu com o diretor-presidente Anderson Correia para tratar do fortalecimento da infraestrutura da qualidade no país. O MDIC desenvolve o Portal Único de Infraestrutura da Qualidade que tem previsão para ser lançado ainda este mês. O Instituto foi convidado pelo secretário para integrar o projeto.
Segundo o secretário, o portal será um ponto central de integração do ecossistema nacional da qualidade, facilitando o acesso de empresas a informações técnicas, regulatórias e metrológicas. “A proposta é reunir, em um único ambiente, instrumentos e orientações necessários para que empresas desenvolvam e fabriquem produtos em conformidade com normas nacionais e internacionais”, afirmou.
Participaram da agenda representantes do MDIC e do IPT, incluindo equipes técnicas das áreas de regulação, finanças e pesquisa.
As agendas integram o conjunto de ações conduzidas pelo MDIC para modernizar o ambiente regulatório brasileiro, estimular a inovação e ampliar a competitividade da indústria nacional por meio da cooperação entre governo, setor produtivo e instituições de pesquisa.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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