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Ministro Luiz Marinho reforça importância da II Conferência Nacional do Trabalho em reunião do CNT
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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, abriu nesta quarta-feira (23/4) a 6ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional do Trabalho (CNT), destacando a importância da realização da II Conferência Nacional do Trabalho como um espaço de diálogo social tripartite e paritário, com a participação de trabalhadores, empregadores e governo. Para o ministro, essa composição é essencial para assegurar um ambiente de escuta, negociação e construção coletiva de soluções para os desafios das relações de trabalho e para o aprimoramento das políticas públicas do MTE.
Durante a reunião, Luiz Marinho sugeriu que as etapas estaduais e distrital da II Conferência ocorram no segundo semestre de 2025, com a etapa nacional prevista para março de 2026.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) submeteu ao Conselho Nacional do Trabalho a proposta de metodologia para a realização da II Conferência Nacional do Trabalho, elaborada pela Secretaria de Relações do Trabalho com o apoio da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil. A proposta foi apresentada por meio de consulta tripartite e resulta dos debates conduzidos pelo Grupo de Trabalho Tripartite, que concluiu suas atividades no início de abril. O documento reúne as contribuições das bancadas de trabalhadores, empregadores e governo, refletindo o compromisso coletivo com a construção de um processo participativo e representativo.
A realização da II Conferência Nacional do Trabalho está prevista no Plano Plurianual (PPA) do Governo Federal. Desde o início do atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já foram realizadas 13 conferências nacionais em diversas áreas, como Saúde, Segurança Alimentar, Juventude, Educação, Direitos da Criança e do Adolescente, Ciência e Tecnologia, entre outras. Para 2025, estão programadas mais 15 conferências nacionais, incluindo a do Trabalho.
A 6ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional do Trabalho (CNT) abordou, além do tema da II Conferência Nacional do Trabalho, outros assuntos relevantes, como os cancelamentos de registro sindical previstos na Portaria MTE nº 3.472/23, o caso do resgate de trabalhadores chineses submetidos a condições análogas à escravidão nas obras da fábrica da BYD, em Camaçari (BA), entre outras pautas.
Conselho Nacional do Trabalho
O Conselho Nacional do Trabalho é um colegiado de natureza consultiva, instituído pelo Decreto nº 11.496, de 19 de abril de 2023, e composto de forma tripartite e paritária por trinta e seis conselheiros, sendo doze do Governo federal, doze dos empregadores e doze dos trabalhadores. Cada membro tem um suplente, que o substituirá em suas ausências e seus impedimentos.
Ao CNT compete propor políticas e ações para modernizar as relações de trabalho, estimular a negociação coletiva e o diálogo social como mecanismos de solução de conflitos, promover o entendimento entre trabalhadores e empregadores e buscar soluções em temas estratégicos relativos às relações de trabalho, propor diretrizes para a elaboração dos planos, dos programas e das normas sobre políticas públicas em matéria trabalhista, de competência do Ministério do Trabalho e Emprego, propor estudos e analisar normas complementares que tratem das condições e das relações de trabalho e pronunciar-se sobre outros assuntos que lhe sejam submetidos, no âmbito de sua competência. O Conselho Nacional do Trabalho é presidido pelo Secretário de Relações do Trabalho do MTE, Marcos Perioto.
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Webinário aborda adesão a PDDE Equidade e Escola do Hip Hop
O Ministério da Educação (MEC) realizará, nesta sexta-feira, 26 de junho, o Webinário “Última semana de adesão: Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) Equidade e Programa Escola Nacional de Hip Hop (H2E)“. O encontro é voltado às redes de ensino que ainda não aderiram aos programas, cujas adesões permanecem abertas até a próxima terça-feira, 30 de junho. O webinário será às 16h (horário de Brasília) e terá transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. No evento, as redes de ensino poderão sanar dúvidas sobre a adesão.
No caso do PDDE Equidade, escolas e redes de ensino elegíveis devem assinar os Termos de Adesão disponíveis no Simec Programas. Para auxiliar nesse processo, estão disponíveis documentos de orientação na página do programa. Já no que tange ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop, a adesão deve ser feita apenas pela rede de ensino estadual e municipal. Todas as redes podem aderir, basta assinar o termo de adesão disponível no Simec até o dia 30 de junho. O MEC também disponibilizou materiais orientadores sobre a adesão na página do programa.
PDDE Equidade – O Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade, criado pelo MEC, em parceria com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), visa destinar recursos suplementares às escolas públicas da educação básica que estão em contexto de maior vulnerabilidade social e educacional, de modo a promover melhorias na infraestrutura, nas condições de oferta e na qualidade do ensino.
O programa integra as ações do governo federal voltadas à redução das desigualdades educacionais e ao fortalecimento das políticas de diversidade e inclusão na educação pública brasileira.
H2E – O Programa Escola Nacional de Hip-Hop tem o objetivo de promover a cultura e pedagogia do hip-hop como um instrumento didático-pedagógico nos currículos da educação básica. A iniciativa faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e representa uma estratégia inovadora para o engajamento juvenil, especialmente considerando a relevância cultural entre os jovens brasileiros e o potencial transformador na educação em direitos humanos, diversidade, aprendizagem e cidadania ativa. Na educação básica, o hip-hop pode funcionar como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas:
- Identidade e representatividade, resgatando a autoestima dos estudantes, melhorando a aprendizagem e trazendo novos referenciais de imagens de sucesso;
- Decolonialidade e currículo, por meio da integração de saberes no currículo, além de já ter demonstrado um aumento na proficiência de leitura, ciências e matemática dos estudantes;
- Uso de tecnologias e cultura e clima escolar, com apoio a ações substitutivas ao uso de celulares nos intervalos das aulas.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação


