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Culinária, apresentações culturais, palestras, debates, qualificação, rodada de negócios: falta uma semana para o Salão do Turismo
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A contagem regressiva começou. Falta exatamente uma semana para a abertura dos portões da 10ª edição do Salão do Turismo, a maior vitrine do setor no país. A partir do dia 7 de maio, o Centro de Eventos do Ceará será o palco de um grandioso evento que vai reunir todo o trade turísitico e o público, que contarão com uma programação ampla e intensa.
Com entrada gratuita, o evento, organizado pelo Ministério do Turismo, marca um momento estratégico para o setor: é a estreia do Salão em solo nordestino, reunindo em um só lugar as potencialidades dos 26 estados e do Distrito Federal.
O evento apresentará diversas iniciativas ligadas ao turismo, como gastronomia, artesanato, agricultura familiar, manifestações culturais, mas também será um espaço de articulação, capacitação e geração de negócios para o setor.
“O Salão é a melhor oportunidade para o brasileiro conhecer, em um só lugar, novos destinos e culturas. Viajar é para todo mundo, e este evento mostra que o turismo é um mundo de possibilidades para o país. Também é um espaço de qualificação e, principalmente, de negócios. Será imperdível!”, destaca o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.
Vai ao Salão? Saiba o que curtir em Fortaleza.
Vai ao Salão? Saiba como chegar ao evento.
De olho no presente e com o pé no futuro
Para os gestores, empresários, representantes do poder público, estudantes, integrantes de instâncias de governança e profissionais que atuam no setor, o Salão do Turismo reserva, pela primeira vez na história, uma capacitação estratégica, que irá ocorrer durante a realização do 3º Seminário Nacional de Regionalização do Turismo.
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O evento também será palco de palestras, oficinas e mesas-redondas abertas ao público, que irão debater o desenvolvimento e o futuro do turismo, abordando temas estratégicos como: infraestrutura e investimentos públicos e privados; acessibilidade e sustentabilidade; crédito e economia criativa; inovação digital, inteligência artificial e uso de novas tecnologias.
Outras atividades, de caráter mais técnico serão focadas ao trade turístico, com acesso restrito ao público geral. É o caso de dois workshops de turismo e hospitalidade sobre o Mercado Halal. A iniciativa é realizada em parceria com a Câmara de Comércio Árabe Brasileira (CCAB), a Academia Halal Brasil e a Apex e visa capacitar agentes de viagens, funcionários de hotéis e restaurantes, profissionais de receptivo e estudantes de turismo, hotelaria e relações internacionais para atender com excelência o público muçulmano.
A entrada é gratuita, mas é necessário realizar um cadastro prévio para participar do evento.
Passo a passo para a inscrição:
- Acesse o portal oficial: gov.br/turismo/pt-br/salaodoturismo.
- Na aba “Inscreva-se”, clique em “Visitantes”.
- Informe seu e-mail ou WhatsApp e siga as instruções na tela.
- Insira seus dados pessoais (nome, e-mail e CPF).
- Escolha as atividades das quais deseja participar (caso queira apenas circular pelo Salão, basta deslizar a página até o fim).
- Informe sua data de nascimento e o nome da sua mãe para concluir.
Pronto! A sua inscrição será efetivada e um QR Code será gerado e enviado para o seu e-mail, o qual deverá ser apresentado na entrada do evento.
Programação para o público
Confira as atividades de cada dia acessando os links diretos abaixo:
- Programação de quinta-feira (7): clique aqui.
- Programação de sexta-feira (8): clique aqui.
- Programação de sábado (9): clique aqui.
Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Brasil é o terceiro país que mais reduziu gastos com combustíveis fósseis em 2025, aponta relatório da Irena
O Brasil consolida sua posição como referência internacional na transição energética. Levantamento da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês), publicado nesta quinta-feira (2/7), aponta que o país foi o terceiro que mais reduziu gastos com combustíveis fósseis em 2025, resultado da crescente participação das fontes renováveis na matriz energética e dos investimentos realizados para ampliar a oferta de energia limpa, fortalecer a segurança energética e promover o desenvolvimento sustentável.
Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, os resultados evidenciam o compromisso do Governo Federal com uma transição energética que seja justa, segura e inclusiva.
“O resultado do estudo é um reconhecimento de todas as políticas de transição energética desse governo do presidente Lula. O Brasil demonstra ao mundo que é possível combinar segurança energética, competitividade e sustentabilidade. Ao ampliar os investimentos em fontes de energia limpa, fortalecer uma matriz predominantemente renovável e estimular o desenvolvimento econômico, também impulsionamos a geração de empregos e contribuímos para a melhoria da qualidade de vida do nosso povo”, destacou.
O Ministério de Minas e Energia (MME) tem conduzido ações estratégicas para acelerar a transição energética, promover a descarbonização da economia e ampliar a participação de tecnologias de baixa emissão de carbono. Entre as prioridades estão a expansão da geração renovável, o desenvolvimento de combustíveis sustentáveis, o fortalecimento da segurança energética e a atração de investimentos para o setor.
Os dados da série histórica do Balanço Energético Nacional (BEN) 2026 corroboram com os esforços da Política Energética. De acordo com a edição mais recente, a geração eólica acresceu 8,8 TWh, enquanto a geração solar fotovoltaica apresentou crescimento de 17,5 TWh, sendo a fonte com maior crescimento na participação na geração (24,7%). A participação da bioenergia também é um destaque, no setor de transportes houve crescimento dos consumos de biodiesel (+8,2%) e no de etanol (+4,3%), colaborando para a renovabilidade do segmento, que atingiu 26,1%, além da crescente eletrificação dos veículos leves. A renovabilidade da indústria também permanece elevada, em torno de 65,1%, graças a participação cada vez maior na eletricidade no consumo.
Além dos benefícios ambientais, a elevada participação das fontes renováveis reduz a dependência de combustíveis fósseis, diminui a exposição às oscilações dos preços internacionais de energia e fortalece a resiliência do sistema energético nacional. Esse cenário contribui para a geração de empregos, o desenvolvimento regional e o aumento da competitividade da indústria brasileira em uma economia de baixo carbono.
De acordo com a Irena, a infraestrutura renovável brasileira evitou, somente em 2025, gastos estimados em US$ 32,4 bilhões com combustíveis fósseis que deixaram de ser importados ou consumidos. No mesmo período, a geração de energia renovável impediu a emissão de aproximadamente 432 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO₂), reforçando a contribuição do país para o enfrentamento das mudanças climáticas.
O levantamento também evidencia a competitividade das fontes renováveis brasileiras. Na geração eólica onshore (terrestre), o Brasil permanece entre os mercados mais competitivos do mundo. Na geração hidrelétrica, os grandes empreendimentos nacionais registram os menores custos médios de instalação em nível global, demonstrando a eficiência e a maturidade da infraestrutura energética do país.
Em um movimento estratégico de modernização, o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2035 já incorpora os sistemas de armazenamento em baterias (BESS) como uma opção padrão de portfólio, garantindo a flexibilidade e a segurança necessárias para a rede do futuro.
Acesse o site da Irena aqui.
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