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Escola de Eletricistas abre portas para o mercado de energia e inclusão social

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Com o compromisso de transformar vidas e fortalecer o setor elétrico brasileiro, o Programa Escola de Eletricistas já formou mais de 1.600 profissionais em sete estados do Brasil, levando o índice de empregabilidade do setor a 62%. A iniciativa, promovida pelo Grupo Equatorial, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), tem se consolidado como uma das maiores ações de qualificação profissional do setor, abrindo portas para o emprego e a inclusão social em diversas regiões do país.

“Desde sua criação, a Escola de Eletricistas segue fortalecendo o setor elétrico e promovendo a inclusão social, se consolidando como uma porta de entrada no mercado de trabalho. Cada profissional formado representa não apenas uma carreira iniciada, mas também um passo importante para o fortalecimento da nossa matriz energética e do desenvolvimento do país”, afirmou o secretário Nacional de Energia Elétrica, João Daniel Cascalho.

Criada em 2022, a Escola de Eletricistas tem como objetivo capacitar jovens e adultos para atuarem como eletricistas da rede de distribuição de energia elétrica. O programa se tornou uma verdadeira porta de entrada para o mercado de energia, combinando formação técnica, desenvolvimento comportamental e acompanhamento de empregabilidade. Só em 2024, foram 476 novos formandos em 20 cidades brasileiras, desse total 65 mulheres estão entre os concluintes, um marco importante na ampliação da participação feminina no setor.

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Com investimento avaliado em R$ 14 milhões e 73 turmas formadas até 2024, a iniciativa segue expandindo sua atuação. Para 2025, o programa está com turmas em andamento e prevê formar mais 340 novos eletricistas em cidades como Imperatriz (MA), Maceió e Arapiraca (AL), Porto Alegre (RS), Castanhal e Parauapebas (PA), Goiânia, Anápolis e Luziânia (GO) e Teresina, Pico e Bom Jesus (PI).

O Programa conta com aulas teóricas e práticas onde os alunos aprendem desde técnicas de segurança e direção defensiva até fundamentos de comunicação e projeto de vida. Cada etapa foi pensada para preparar profissionais completos, prontos para atuar com eficiência e responsabilidade em um setor essencial para o desenvolvimento do país.

Iniciativas como a Escola de Eletricistas reafirmam o compromisso do Ministério de Minas e Energia (MME) com a inclusão social e o desenvolvimento sustentável, ao promover a democratização do acesso à energia elétrica em todo território nacional. Alinhada aos critérios de programas estruturantes como o Luz para Todos (LPT) e o Luz do Povo, a ação contribui para ampliar oportunidades, fortalecer a qualificação profissional e garantir que a energia chegue a quem mais precisa, impulsionando o crescimento e a cidadania.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Programa Brasil Contra o Crime Organizado ultrapassa R$ 2 bilhões de prejuízo às facções criminosas

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Brasília, 26/06/2026 – O Programa Brasil Contra o Crime Organizado, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), alcançou um novo marco no enfrentamento às organizações criminosas. Desde o lançamento da iniciativa, em maio deste ano, as operações integradas já provocaram R$ 2 bilhões de prejuízo estimado às facções criminosas, resultado das ações coordenadas entre forças federais, estaduais e municipais em todo o território nacional.

O balanço mais recente aponta que o programa já contabiliza 12.312 pessoas presas, com a mobilização de 15.793 profissionais de segurança pública em 11 operações nacionais, reforçando a estratégia do Governo Federal de enfraquecer as estruturas financeiras, logísticas e operacionais das organizações criminosas.

Na frente de asfixia financeira, um dos principais eixos do programa, as ações já resultaram na apreensão de 115,2 toneladas de drogas, 32,4 mil unidades de drogas sintéticas e na erradicação de 63,3 mil pés de maconha. As operações também permitiram a apreensão de R$ 706,3 milhões em bens, o bloqueio de R$ 319,9 milhões em ativos, além da aplicação de R$ 12,7 milhões em multas e da recuperação de R$ 6,9 milhões em tributos, retirando recursos que financiavam a atuação das organizações criminosas.

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Os resultados também refletem o fortalecimento do combate ao armamento dessas facções. Desde o começo do programa, foram retiradas de circulação 266 armas longas, 606 armas curtas, 289 armas artesanais, quase 30 mil munições, além de explosivos e diversos acessórios utilizados pelas organizações criminosas.

Outro eixo estratégico da iniciativa é a proteção às mulheres. Até o momento, as ações integradas já resultaram em 3.062 prisões relacionadas à violência contra a mulher, além da realização de 2.731 ações educativas presenciais, 455 ações de conscientização nas redes sociais e do alcance de mais de 51 mil pessoas em atividades de prevenção em todo o País.

Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, os resultados demonstram que o enfrentamento ao crime organizado exige atuação coordenada e foco na desarticulação das estruturas econômicas das facções.

“O crime organizado não será enfrentado apenas com prisões. Precisamos retirar sua capacidade financeira, impedir a circulação de armas, fortalecer o sistema prisional e integrar inteligência, investigação e controle financeiro. Quando atacamos o patrimônio das organizações criminosas, retiramos o oxigênio que mantém essas estruturas funcionando”, ressalta.

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O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destaca que o programa foi concebido para atingir todos os pilares que sustentam a atuação das organizações criminosas.

“O resultado de R$ 2 bilhões de prejuízo demonstra que estamos atacando aquilo que mantém o crime organizado de pé: sua capacidade financeira, sua logística e sua articulação interestadual. Cada arma apreendida, cada ativo bloqueado, cada bem sequestrado e cada prisão realizada representam um enfraquecimento concreto dessas organizações. O Brasil Contra o Crime Organizado é uma estratégia permanente de integração entre União, estados e municípios para tornar cada vez mais difícil a atuação das facções em nosso País”, afirma.

Lançado pelo Governo Federal em maio de 2026, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado reúne ações permanentes de inteligência, investigação, integração operacional e fortalecimento institucional. A iniciativa articula diferentes órgãos e forças de segurança para combater o tráfico de drogas e armas, promover a asfixia financeira das organizações criminosas, fortalecer o sistema prisional e ampliar a proteção à população, consolidando uma política nacional de enfrentamento ao crime organizado baseada na integração e no uso estratégico da inteligência.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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