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Evento discutirá pesquisas participativas no currículo da EJA
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Com o objetivo de ampliar os espaços de reflexão crítica sobre práticas pedagógicas e metodologias participativas na Educação de Jovens e Adultos (EJA), o Ministério da Educação (MEC) realizará nesta quarta-feira, 18 de junho, o 8º Círculo de Cultura Virtual da Formação em Serviço dos Professores da EJA. O evento será transmitido às 19h (horário de Brasília) pela página do Círculo Cultura EJA e pela Plataforma Even3.
Promovido pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), em parceria com o Instituto Federal Farroupilha (IFFar), o círculo abordará o tema “Pesquisas participativas como instrumento metodológico de leitura da realidade e construção de um currículo integrado”, reunindo educadores com experiência prática na área.
O círculo é voltado para professores da EJA, estudantes de cursos de licenciatura, pesquisadores em educação, gestores escolares e profissionais da educação interessados nas políticas públicas educacionais. Ao acessar a Plataforma Even3, a presença é registrada automaticamente e o certificado de participação está garantido.
A partir de experiências consolidadas, o evento discutirá caminhos possíveis para a construção de um currículo integrado à realidade dos educandos, com base na pedagogia de Paulo Freire. A formação reafirma o compromisso com políticas educacionais contextualizadas, democráticas e transformadoras.
O evento integra as iniciativas de formação desenvolvidas no âmbito do Programa Nacional para a docência na EJA (ProfEJA), realizado por meio da parceria entre Secadi e instituições federais de ensino superior. A ação faz parte do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA).
No debate, está confirmada a presença do coordenador pedagógico do Centro Municipal de Educação (CMET) Paulo Freire, de Porto Alegre (RS), Elmar Soeiro de Almeida; e da professora Márcia Terra da Rede Municipal de Porto Alegre.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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Brasil apresenta à OCDE avanços do primeiro Plano Nacional sobre Migração, Refúgio e Apatridia
Atualmente em consulta pública, o I PlaNaMigra reúne medidas voltadas à integração socioeconômica de migrantes e refugiados, ao reconhecimento de qualificações profissionais, à ampliação do acesso ao mercado de trabalho, ao incentivo ao empreendedorismo e ao aprimoramento do uso de dados para a formulação de políticas públicas.
Experiência brasileira em grandes fluxos migratórios
O encontro reuniu representantes de governos e especialistas para debater governança migratória, integração, mobilidade laboral e respostas aos deslocamentos internacionais. Durante a agenda, o Brasil compartilhou experiências reconhecidas internacionalmente no acolhimento, na integração e na proteção de pessoas migrantes, refugiadas e apátridas.
O governo brasileiro destacou a resposta ao fluxo de pessoas provenientes da Venezuela, especialmente por meio da Operação Acolhida e da aplicação ampliada da definição regional de refugiado prevista na Declaração de Cartagena, que possibilitou mecanismos de reconhecimento mais ágeis e abrangentes para pessoas que fugiram de graves e generalizadas violações de direitos humanos.
Também foi apresentado o Programa Brasileiro de Acolhida Humanitária por Patrocínio Comunitário para nacionais afegãos, recentemente institucionalizado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública e atualmente em fase de expansão.
A iniciativa é considerada referência internacional por combinar proteção humanitária, regularização migratória, documentação, acesso a serviços públicos, integração local e promoção da autonomia.
A delegação contou com a participação do diretor do Departamento de Migrações da Secretaria Nacional de Justiça (Demig), Victor Semple, e da representante da Polícia Federal, a delegada Juliana Teixeira. A equipe se reuniu com o embaixador Sarquis José Buainain Sarquis, representante permanente do Brasil junto à OCDE.
“Os desafios decorrentes dos deslocamentos em larga escala exigem cooperação com diferentes organismos internacionais, e a OCDE reúne grandes países receptores de migrantes e refugiados, como o Brasil”, afirma Victor Semple.

- Foto: Divulgação
Cooperação internacional
A OCDE é um organismo internacional que reúne atualmente 38 países membros, com o objetivo de promover políticas públicas voltadas ao crescimento econômico sustentável, à geração de empregos, à inclusão social e ao aprimoramento da governança pública.
A organização funciona como um importante fórum de cooperação e intercâmbio de experiências, produzindo estudos, indicadores e recomendações em áreas como economia, trabalho, educação, migração, meio ambiente e inovação. O Brasil participa de diversos comitês e iniciativas da OCDE e está em processo de adesão formal à organização.
A participação brasileira reforça o compromisso do MJSP com o fortalecimento da governança migratória, a promoção de vias regulares de migração e a ampliação da cooperação internacional. O intercâmbio de experiências com os países membros da OCDE contribui para o aperfeiçoamento das políticas públicas brasileiras e para o desenvolvimento de sistemas migratórios mais eficientes, inclusivos e resilientes.


