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Fundo Nacional de Segurança Pública e incêndios florestais são temas de congresso internacional

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Brasília, 16/06/2025 – Debater estratégias integradas de prevenção, combate e manejo do fogo, com foco na preservação dos ecossistemas e na proteção das comunidades é o objetivo do ForestFire 2025, Congresso Internacional de Gestão de Incêndios Florestais, que ocorre de segunda-feira (16) a quarta-feira (18), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá (MT).

A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) representa o Ministério da Justiça e Segurança Pública no evento, por meio de equipes do Fundo Nacional de Segurança Pública, da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas e da Força Nacional de Segurança Pública.

O evento começou nesta segunda-feira com minicursos especializados para profissionais da segurança pública, pesquisadores especialistas de dez países e comandantes de todos os 27 Corpos de Bombeiros Militares do País.

A diretora do Fundo Nacional de Segurança Pública, Camila Pintarelli, participou da abertura do congresso. Na quarta-feira (18), ela integrará a mesa redonda para tratar das gestões logística, licitatória e orçamentária para prover aos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil recursos financeiros e tecnológicos para o combate a incêndios.

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Ela ressaltou a importância da corporação em um mundo que vivencia tantos impactos das mudanças climáticas. “O Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio de recursos do Fundo Nacional, aumentou em 400% os investimentos em operações de segurança para proteção dos biomas e reinseriu os Corpos de Bombeiros, em 2024, na sistemática de transferências obrigatórias”, lembrou Camila Pinterelli.

A diretora ressaltou ainda que esses profissionais integram ativamente os grupos de trabalho da plataforma ComprasSusp, assegurando que as licitações feitas de forma centralizada atendam efetivamente as necessidades materiais da corporação.

Intercâmbio de conhecimentos

O congresso é um espaço estratégico para o intercâmbio de conhecimentos, fortalecimento de redes de cooperação interinstitucional e alinhamento de boas práticas em escala global, além de ser um espaço estratégico de articulação entre ciência, gestão pública e responsabilidade ambiental.

Organizado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, com apoio do governo do estado, o congresso reúne especialistas do Brasil, do Canadá, do Chile, da Espanha, dos Estados Unidos, da França, da Irlanda, do México, da Nova Zelândia e de Portugal.

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O evento também tem a participação de bombeiros militares e civis, de brigadistas florestais, de gestores ambientais, de pesquisadores, de acadêmicos, de produtores rurais e de representantes do agronegócio. Todos estarão reunidos para trocar experiências, fortalecer redes de cooperação internacional e alinhar boas práticas no enfrentamento aos incêndios florestais.

Minicursos e inscrições

Além das palestras, o ForestFire 2025 conta com minicursos especializados, voltados para profissionais de segurança pública, de meio ambiente e pesquisadores. A participação nas palestras e nos minicursos exige inscrição com pagamento de taxa simbólica. As vagas são limitadas. Para mais informações acesse o site do congresso.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Evento abordará metas de equidade do Fundeb com prefeitos

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O Ministério da Educação (MEC) realizará, na segunda-feira, 18 de maio, o evento Rotas da Equidade – Como alcançar a condicionalidade III do VAAR, em Brasília (DF). O encontro reunirá prefeitos e representantes de municípios de todo o país para discutir estratégias de fortalecimento da equidade nas redes públicas de ensino.  

A iniciativa tem como objetivo apoiar municípios que ainda não atingiram a condicionalidade III do Valor Aluno Ano por Resultado (VAAR) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) — relacionada à redução das desigualdades educacionais, especialmente aquelas marcadas por recortes raciais. Para isso, o MEC vai apresentar estratégias de apoio técnico voltadas à formulação e à implementação de políticas educacionais mais justas. 

O cumprimento dos critérios é necessário para que as redes recebam o repasse da União ao Fundeb. O recurso visa ampliar o acesso a direitos educacionais e contribuir para garantir mais qualidade e oportunidades para todos. 

Em 2026, cerca de 1.914 redes municipais (34%) ainda não cumprem a condicionalidade III do VAAR. Todos os gestores convidados para o encontro representam redes municipais que ainda não alcançaram esse critério e, por isso, deixaram de receber a complementação de recursos. Os participantes devem realizar inscrição por meio de formulário eletrônico

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Durante o evento, o MEC apresentará materiais como os Referenciais de Implementação de Equidade na Educação, que trazem orientações práticas, indicadores e ferramentas de autodiagnóstico para aprimorar a gestão educacional; os Cadernos de Gestão das Modalidades Educacionais, organizados em seis volumes, com orientações sobre planejamento, financiamento, matrículas, formação e monitoramento; e as Devolutivas de Equidade Racial, que apresentam diagnósticos individualizados das redes municipais e recomendações práticas para promover a equidade racial.  

Também serão apresentados o Protocolo de Identificação e Resposta ao Racismo, voltado a orientar redes e instituições de ensino na tomada de decisão diante de casos de racismo, e os Cadernos Pedagógicos da Educação Especial Inclusiva, que trazem orientações para promover a inclusão escolar com o uso de tecnologia assistiva.  

Confira a programação completa no site do evento

Fundeb – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é um Fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um total de vinte e sete Fundos), composto por recursos provenientes de impostos e das transferências dos Estados, Distrito Federal e Municípios vinculados à educação, conforme disposto nos arts. 212 e 212-A da Constituição Federal. 

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O Fundeb foi instituído como instrumento permanente de financiamento da educação pública por meio da Emenda Constitucional n° 108, de 27 de agosto de 2020, e encontra-se regulamentado pela Lei nº 14.113, de 25 de dezembro de 2020. 

Além das fontes de receita de impostos e de transferências constitucionais dos Estados, Distrito Federal e Municípios, integram a composição do Fundeb os recursos provenientes da União a título de complementação aos entes federados que não atingiram o valor mínimo por aluno/ano definido nacionalmente ou que efetivaram as condicionalidades de melhoria de gestão e alcançaram a evolução dos indicadores a serem definidos sobre atendimento e melhoria de aprendizagem com a redução das desigualdades. 

Independentemente da fonte de origem dos valores que compõem o Fundo, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na manutenção e no desenvolvimento da educação básica pública, bem como na valorização dos profissionais da educação, incluída sua condigna remuneração. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi

Fonte: Ministério da Educação

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