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‘Inauguração de resort inicia uma nova era na economia e no turismo da Paraíba’, diz ministro Gustavo Feliciano
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O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, participou na manhã desta quarta-feira (25) a inauguração do Tauá Resort João Pessoa, o primeiro empreendimento do Polo Turístico Cabo Branco, na capital paraibana, que promete se tornar em um dos principais atrativos do Nordeste.
“A inauguração deste resort não é um ponto de chegada: é um ponto de partida para novos investimentos, novos projetos e uma nova era de desenvolvimento para o turismo e a economia da Paraíba”, afirmou o ministro.
O empreendimento dá início a uma nova fase do turismo na região, considerado o maior complexo turístico planejado do Nordeste.
Com uma área de 654 hectares (ambientalmente sustentáveis), o Polo Cabo Branco ainda irá reunir outros hotéis, parque aquático, parque temático, comércio e serviços, entre outras atividades — fruto de um investimento total superior a R$ 2,3 bilhões e com a perspectiva de gerar cerca de 18 mil empregos.
Gustavo Feliciano destacou o apoio do Ministério do Turismo à atração de investimentos ao local e apontou benefícios da inauguração do resort à economia paraibana.
“Para além do gigantesco impacto econômico, a inauguração deste resort simboliza muito mais que a mera abertura de um empreendimento. Significa mais desenvolvimento para transformar a vida das pessoas. Estamos falando de uma iniciativa que vai representar empregos para milhares de famílias, uma prioridade do governo do presidente Lula”, enfatizou Gustavo.
O Polo Cabo Branco é um dos projetos disponíveis no Portal de Investimentos do Ministério do Turismo, plataforma que lista oportunidades de atuação da iniciativa privada no setor em todo o país.
A área na capital paraibana também consta do Guia de Investimentos em Turismo no Brasil, elaborado pela pasta em parceria com a ONU Turismo e o Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF) para facilitar aportes no mercado turístico nacional.
O ministro do Turismo parabenizou, ainda, o Governo da Paraíba pelos avanços no fortalecimento do Polo Cabo Branco e citou o espaço como um exemplo ao setor no país.
“Esse polo representa o modelo de desenvolvimento que queremos replicar em todo o país. Ele é também um sinal ao mercado de que o Nordeste brasileiro é uma enorme fronteira de oportunidades e que investir no turismo brasileiro é uma decisão estratégica”, disse Feliciano, citando recordes alcançados pelo turismo brasileiro.
O ministro também abordou, durante entrevista à imprensa, as oportunidades geradas pelo empreendimento.
“Várias pessoas estão tendo a oportunidade de ter sua carteira assinada. É a camareira, é o cozinheiro, é o garçom – que vão trabalhar nesse hotel. Temos também as agências de viagem, todo o trade que atua nesse setor, e principalmente, a cidade de João Pessoa, que muda de patamar. Um empreendimento como esse vai atrair turistas que, normalmente, não vêm para cá. Então, essa inauguração é extremamente importante porque vai transformar a realidade da nossa capital, do nosso estado”, complementou Gustavo.
A inauguração do Tauá João Pessoa também teve presença de várias autoridades locais, como o governador da Paraíba, João Azevêdo; secretários do Governo do Estado, parlamentares e representantes do trade turístico local.
Investimento
Com um investimento superior a R$ 700 milhões, o Tauá Resort João Pessoa ocupa um terreno de 300 mil m², sendo 80 mil m² de área verde, e oferece cerca de mil apartamentos, parque aquático, centro de convenções, teatro, oito restaurantes e sete piscinas.
Segundo o Governo da Paraíba, o empreendimento gerou mais de 1.400 empregos diretos e indiretos durante a sua construção e vai proporcionar outras mil oportunidades de trabalho formais ao longo de sua operação.
Atendimento de qualidade
No último dia 13, o ministro Gustavo Feliciano anunciou um investimento de R$ 1 milhão para qualificação profissional no setor turístico da Paraíba.
A iniciativa permitirá ao Governo do Estado promover a capacitação gratuita de cerca de 1.320 pessoas, incluindo os trabalhadores que irão atuar no Polo Cabo Branco. A ação integra o Programa de Qualificação Profissional e Inserção Produtiva no Turismo, iniciativa do Ministério do Turismo voltada à formação de trabalhadores ao setor e à geração de oportunidades de emprego e renda.
Por André Martins
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Indústria estratégica e setores afetados pela guerra no Oriente Médio poderão acessar mais R$ 15 bi do Plano Brasil Soberano
O governo brasileiro publicou Portaria Conjunta do Ministério do Desenvolvimento Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Ministério da Fazenda, nessa quarta-feira (15/4), que define os setores que poderão acessar os recursos adicionais de R$ 15 bilhões do Plano Brasil Soberano, anunciados pelo presidente Lula no mês passado.
Os critérios priorizaram indústrias de maior intensidade tecnológica e com relevância estratégica para o país, além daquelas que tiveram suas exportações afetadas por medidas tarifárias dos EUA (seção 232) e pela guerra no Oriente Médio.
Os recursos são oriundos do superavit do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) e as taxas de juros dos empréstimos deverão ser definidas nesta semana em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).
“A medida fortalece cadeias estratégicas e reduz vulnerabilidades externas”, destaca o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa. “A orientação do Presidente Lula é mantermos o foco na preservação de empregos, da capacidade produtiva e da competitividade da indústria nacional, utilizando instrumentos modernos e legítimos de política industrial, alinhados às melhores práticas internacionais”.
A MP que instituiu o programa, estabelece que os recursos podem ser usados para: capital de giro; aquisição de bens de capital ou investimentos para adaptação de atividade produtiva; investimentos para ampliar a capacidade produtiva ou o adensamento da cadeia de produção; e investimento em inovação tecnológica ou adaptação de produtos, serviços e processos.
Setores
De acordo com Márcio Elias Rosa, a definição dos setores de média, média-alta ou alta intensidade tecnológica, listados na portaria como elegíveis ao programa, seguiu critérios técnicos baseados na classificação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), contando com a colaboração do BNDES.
A seleção também considerou a relevância dos setores para o comércio exterior brasileiro, incluindo cadeias estratégicas e aqueles que apresentam vulnerabilidade externa, com déficit na balança comercial.
“Os critérios são objetivos e técnicos: intensidade tecnológica, relevância para o comércio exterior e papel estratégico nas cadeias produtivas. Além disso, há recorte adicional de vulnerabilidade externa”, explicou o ministro.
Entre os setores elegíveis estão: máquinas, equipamentos e setor automotivo; produtos químicos e farmacêuticos; eletrônicos e equipamentos de informática; aeronáutica e demais equipamentos de transporte; máquinas elétricas, geradores e equipamentos industriais; borracha e plásticos industriais; têxtil e cadeia de transformação associada; e minerais críticos e terras raras.
“A inclusão de minerais críticos e terras raras reflete a centralidade desses insumos nas cadeias globais de valor — especialmente em energia, defesa, semicondutores e mobilidade elétrica”, explica Márcio Elias Rosa.
EUA e Golfo Pérsico
Nos casos de exportadores e fornecedores afetados pela Seção 232 da lei comercial dos EUA, bem como daquelas que exportam para o Golfo Pérsico, são elegíveis as empresas cujo percentual de faturamento com exportação para esses destinos e produtos tenha sido, em 12 meses, igual ou superior a 5% do faturamento total no mesmo período.
Os países do Oriente Médio definidos na portaria são: Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Irã, Kuwait e Omã.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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