BRASIL
MEC anuncia aquisição e reforma do Campus Mauá do IFSP
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O ministro da Educação, Camilo Santana, ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou, nesta segunda-feira, 9 de fevereiro, o investimento de R$ 44,8 milhões para aquisição e reforma do prédio que sediará o novo Campus Mauá, do Instituto Federal de São Paulo (IFSP), além da compra de equipamentos e mobiliário para a unidade. A iniciativa faz parte da ação do governo federal para a construção de mais de 100 novas unidades de institutos federais em todo o país, com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Ao todo, o Ministério da Educação (MEC) está investindo R$ 515,5 milhões em ações de expansão e consolidação no IFSP, por meio do Novo PAC.
O imóvel onde funcionará o campus foi adquirido pelo IFSP em dezembro de 2025. Desde o final de janeiro, o empreendimento está sendo reformado para adequação completa da infraestrutura predial, visando garantir condições plenas de funcionamento administrativo e acadêmico, com atendimento às normas técnicas de segurança, acessibilidade e eficiência operacional.
Na cerimônia, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, enfatizou a importância do investimento na educação como ferramenta de autonomia e proteção social, especialmente para as mulheres, relacionando a qualificação profissional ao enfrentamento da violência de gênero. “Nós queremos que todo mundo estude, porque não há exemplo, na história da humanidade, de um país que conseguiu progredir sem antes fazer investimento na educação. Então, quero que todas vocês possam se formar, ter um diploma e trabalhar”.
O ministro Camilo Santana ressaltou avanços para a contratação de novos profissionais para os institutos federais, afirmando que expansão da rede federal não se limita às obras físicas, mas inclui o reforço do quadro de servidores, inclusive para o Campus Mauá. “Não é só a obra, porque, para funcionar este instituto, tem que ter professor e servidor. E a Câmara aprovou, na semana passada, e vai para o Senado esta semana, a autorização da contratação de mais de 16,6 mil professores e técnicos administrativos para os nossos institutos federais do Brasil. E são esses professores que farão parte do novo instituto de Mauá”.
Com autorização de funcionamento por meio de assinatura de portaria do MEC, prevista para ocorrer após a aprovação e sanção da lei que cria os cargos de professores e técnicos, a nova unidade de ensino terá capacidade de ofertar 1.400 vagas, com foco nos cursos técnicos integrados ao ensino médio. Os eixos principais do campus serão controle e processos industriais (mecatrônica, fabricação mecânica, planejamento e controle da produção) e informação e comunicação (informática).
O IFSP planeja a oferta, no primeiro semestre de 2026, de cursos de qualificação profissional, com carga horária de 40 horas em: Cidadania Inclusiva – perspectivas éticas, sociais, de gênero e raciais; Mulheres em Ação – qualificação técnica e autonomia econômica; Educação Ambiental e Sustentabilidade – orientações práticas para o dia a dia; oratória para professores; e ajudante em serviços básicos de alvenaria e elétrica predial.
O reitor do IFSP, Silmário do Santos, agradeceu o fortalecimento da educação profissional e tecnológica promovido pelo governo federal: “Sou servidor da rede federal desde 1994 e posso dizer, com muita segurança, que nunca houve tanto cuidado com a educação de modo geral e com a educação profissional e tecnológica neste país como no governo do presidente Lula”.
Instituto Federal – No IFSP, que atualmente conta com 42 unidades, estão sendo investidos R$ 372,8 milhões para a construção de 14 novos campi, com recursos do Novo PAC: São Paulo – Jardim Ângela, São Paulo – Cidade Tiradentes, São Paulo – Jaçanã, Osasco, Santos, Diadema, Ribeirão Preto, Sumaré, Franco da Rocha, Cotia, Carapicuíba, São Vicente, Mauá e Guarujá.
Em todos os campi, o IFSP oferta 660 cursos com 39,8 mil vagas anuais. São 67,8 mil estudantes, com quadro de pessoal composto por 2.666 docentes e 2.131 técnicos administrativos em educação.
Consolidação – O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos institutos federais, com investimento de R$ 1,4 bi. Esta ação visa aos campi que ainda não têm infraestrutura completa. A prioridade do investimento na consolidação é a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula, laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas.
Para o IFSP, são R$ 155,6 milhões de investimentos na ação de consolidação. Em 2023-2025, foram repassados R$ 152,5 milhões, sendo R$ 18,7 milhões de aditivo. Ainda estão previstos outros R$ 21,1 milhões.
Resumo | Mais educação para São Paulo
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
MEC entrega Bloco de Agronomia do IFMT em Diamantino
O Ministério da Educação (MEC) realizou, neste sábado, 16 de maio, a entrega do Bloco de Agronomia do Campus Diamantino do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), em Diamantino (MT). A agenda contou com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, que visitou e realizou a entrega da nova estrutura. O bloco de salas de aula e laboratórios do curso de agronomia e áreas correlatas do campus teve investimento total de R$ 6,5 milhões do MEC.
“Viemos inaugurar um prédio do Instituto Federal de Diamantino, onde funcionará o curso de agronomia, o mais novo curso do IFMT. A partir do segundo semestre, já teremos a ocupação total do prédio. Vamos colocar o mobiliário e todos os laboratórios vão ser montados para que, a partir de agosto, as aulas já estejam funcionando aqui”, informou o ministro.
Durante a cerimônia, Barchini anunciou também a criação do curso de gastronomia no campus, a ser ofertado na Casa dos Sabores, espaço dedicado à valorização da culinária mato-grossense e instalado em edifício histórico da cidade. O ministro determinou ainda a construção de um restaurante estudantil na unidade de Diamantino do IFMT.
Desenvolvimento local – Criado em 2014, o Campus Diamantino foi implantado com o objetivo de ampliar o acesso à educação profissional e tecnológica (EPT) no município e em cidades do entorno. Atualmente, a unidade oferece cursos técnicos integrados ao ensino médio em administração e agricultura, além de licenciatura em ciências biológicas e graduação tecnológica em gestão do agronegócio. Com 590 alunos, o campus desenvolve projetos de ensino, pesquisa, extensão e inovação voltados ao desenvolvimento local e regional.
Essa nova graduação está chegando para os estudantes que já estão fazendo o ensino médio integrado no IF. Eles são os candidatos em potencial para fazer essa graduação em agronomia e conseguir trabalho nas empresas que aqui se instalaram”. Leonardo Barchini, ministro da Educação.
“Essa nova graduação está chegando para os estudantes que já estão fazendo o ensino médio integrado no IF. Eles são os candidatos em potencial para fazer essa graduação em agronomia e conseguir trabalho nas empresas que aqui se instalaram – esta é a garantia de que eles vão ficar aqui: mão de obra qualificada”, afirmou Barchini.
Em 2024, uma portaria do MEC transformou 18 campi avançados de institutos federais em campi plenos, entre eles o de Diamantino. Com a nova tipologia institucional, a unidade passou a ter capacidade projetada para até 800 estudantes, quando o quadro de servidores estiver completo.
O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, explicou que o campus tinha 20 professores e, agora, o quadro aumentou para 40. “A gente dobrou a capacidade de oferta. Essa é uma grande ação que temos que destacar: a mudança da tipologia da unidade, e isso se deu porque o governo do presidente Lula tem priorizado a consolidação dos institutos federais”, defendeu.
Expansão e consolidação – O governo federal tem ampliado os investimentos na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). O programa prevê a expansão dos institutos federais com mais de 100 novas unidades em todo o país, que deverão gerar mais de 155 mil novas vagas em educação profissional e tecnológica, principalmente em cursos técnicos integrados ao ensino médio.
No caso do IFMT, estão previstos R$ 75 milhões para a construção e a aquisição de equipamentos de três novos campi nos municípios de Água Boa, Colniza e Canarana. Cada nova unidade tem investimento estimado de cerca de R$ 25 milhões, incluindo infraestrutura, equipamentos e mobiliário. Em 2024, a unidade de Campo Verde, que era um centro de referência, foi transformada em campus, totalizando quatro novos campi do IFMT criados durante esta gestão.
O Novo PAC também contempla recursos para a consolidação da infraestrutura das unidades já existentes da Rede Federal. Para o IFMT, estão previstos R$ 42,5 milhões para a ampliação e a melhoria de estruturas acadêmicas. Entre 2023 e 2025, já foram repassados R$ 30,9 milhões, com previsão de outros R$ 12,8 milhões para investimentos em obras como bibliotecas, restaurantes estudantis, blocos de salas de aula, laboratórios e quadras poliesportivas.
O IFMT conta atualmente com 20 campi e uma unidade Embrapii, oferta 281 cursos e registra 29.579 matrículas, incluindo cursos de qualificação profissional. A instituição reúne 842 técnicos administrativos e 1.279 professores, contribuindo para a interiorização da EPT.
Agenda – Mais cedo neste sábado, já no Mato Grosso, o ministro Leonardo Barchini participou da inauguração da Biblioteca Parque Diamantino, durante a feira literária da cidade. O equipamento foi implantado em um edifício revitalizado, de forma a promover uma ocupação qualificada do Centro Histórico do município. A biblioteca-parque foi inspirada no conceito de bibliotecas contemporâneas avançadas e terá programação contínua de oficinas, rodas de leitura e de conversa, atividades de mediação literária, inclusão digital, robótica, games e jogos de tabuleiro.
Na cerimônia, Barchini apresentou os programas conduzidos pelo MEC para promoção da alfabetização e da leitura, como o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada; os Cantinhos da Leitura, espaços com literatura infantil em creches e pré-escolas; o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) Literário, que, nesta gestão, já distribuiu 100 milhões de livros a mais que no governo anterior; e o MEC Livros, biblioteca digital, recém-lançada, que amplia o acesso público e gratuito a obras literárias em formato digital.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)
Fonte: Ministério da Educação
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