CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

MEC escuta comunidade escolar do Norte do Brasil

Publicados

BRASIL

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), realizou o Proec em Movimento – Encontro Estadual de Formação de Articuladores do Pará, na última quinta-feira, 28 de janeiro. A iniciativa integra as ações do Programa Escola e Comunidade (Proec) e foi resultado de uma parceria entre o MEC e o Conselho Britânico, voltada ao fortalecimento da gestão democrática, bem como da participação da família e da comunidade na vida escolar, por meio de ações formativas que visam ao desenvolvimento integral dos estudantes.  

A programação contou com dois momentos formativos distintos. O primeiro ocorreu em Belém, reunindo articuladores de mais de 40 municípios paraenses, indicados pelas respectivas secretarias municipais de educação. O encontro teve como foco a apresentação de uma nova oficina a ser desenvolvida pelo Proec; o alinhamento conceitual e normativo relacionado às diretrizes que orientam e regulamentam a gestão democrática na educação brasileira; a apresentação do panorama do estado no âmbito do Proec; além do compartilhamento de orientações sobre a implementação, o monitoramento e o acompanhamento das ações nos territórios.  

A iniciativa contou ainda com a articulação e o apoio institucional do Tribunal de Contas dos Municípios do Pará (TCM-PA), representado pelo conselheiro Cézar Colares; da Secretaria de Estado de Educação do Pará, por meio da coordenadora de Gestão Democrática e Articuladora Estadual de Educação, Adriana Dias de Moura; da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação do Pará (Undime-PA), representada por Sandra Helena Ataíde de Lima, que também exerce a função de secretária municipal de Educação do município de Moju/PA; e do Conselho Britânico, representado pela gerente sênior de Língua Inglesa e Educação Básica, Alessandra Moura.  

Leia Também:  Mato Grosso do Sul aprova 13 propostas na etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho

Essas articulações evidenciam o caráter colaborativo e interinstitucional do Proec. As secretarias municipais de educação também tiveram papel fundamental ao viabilizar a participação dos articuladores responsáveis pelo acompanhamento e apoio às escolas na execução das ações do programa nos municípios.  

Durante o encontro em Belém, foi apresentado o panorama geral da implementação do Programa Escola e Comunidade no Pará, com destaque para o papel estratégico dos articuladores na mobilização das escolas, das famílias e da comunidade, bem como na elaboração e execução dos Projetos de Formação do Proec.  

Atividade – Um dos momentos marcantes do encontro foi a realização de uma atividade simbólica de construção coletiva de uma rede, representando a rede de apoio defendida pelo Programa Escola e Comunidade. A dinâmica contou com a participação de articuladores e autoridades presentes e foi seguida de reflexões sobre a importância da atuação colaborativa entre escola, família, comunidade e poder público.  

Próximo passo – Como desdobramento da agenda no estado, o segundo momento do Proec em Movimento ocorrerá em 30 de janeiro, no município de Soure, na Ilha do Marajó, ampliando o diálogo com atores locais e fortalecendo a presença do programa em territórios estratégicos. Na ocasião, será realizada a testagem da oficina “Escolas Resilientes frente às Mudanças Climáticas”, desenvolvida em parceria entre o Ministério da Educação e o Conselho Britânico, reafirmando o compromisso com a educação integral e com a promoção de práticas educativas alinhadas aos desafios contemporâneos. Para essa etapa, estão confirmados participantes dos municípios de Soure e Salvaterra, ambos localizados no arquipélago do Marajó, no Pará.  

Leia Também:  Brasil marca presença na 113ª Conferência Internacional do Trabalho da OIT, em Genebra

Com o Proec em Movimento, o MEC reforça seu compromisso com o fortalecimento da relação entre escola, família e comunidade, promovendo ações formativas que valorizam a participação social, a gestão democrática e a melhoria da qualidade da educação pública brasileira.  

Proec – Programa Escola e Comunidade visa fomentar a parceria entre a escola, a família e a comunidade, na perspectiva da educação integral, por meio da participação de estudantes, profissionais da educação, familiares e membros da comunidade em projetos de formação que envolvam a promoção da cidadania, da cultura de paz e democrática, e a melhoria da qualidade da educação pública brasileira.  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Decreto cria o Sistema Nacional de Trilhas para fortalecer o ecoturismo, gerar emprego e promover o desenvolvimento regional

Publicados

em

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assinaram nesta quarta-feira (10) o decreto que institui o Sistema Nacional de Trilhas (Sintrilhas). A medida transforma a Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade (RedeTrilhas) em uma política pública permanente, fortalecendo o turismo de natureza como instrumento de geração de emprego, renda e desenvolvimento regional.

O decreto foi assinado em meio a um conjunto de medidas para fortalecer a proteção ambiental e o desenvolvimento sustentável no Brasil, anunciadas durante cerimônia no Palácio do Planalto. As ações reforçam a conservação dos biomas e o enfrentamento à mudança do clima e seus impactos, ampliam o reconhecimento aos serviços ambientais prestados por pessoas que protegem a natureza e impulsionam investimentos para a promoção da transformação ecológica no país.

A instituição oficial do Sintrilhas consolida uma malha que já reúne 22 trilhas oficialmente reconhecidas, mais de 7 mil quilômetros sinalizados, presença em 18 estados, 184 municípios abrangidos e 347 unidades de conservação conectadas. Ao todo, o planejamento nacional projeta ultrapassar os 16 mil quilômetros de rotas, cobrindo todos os biomas terrestres brasileiros, além da zona costeira e marinha.

Coordenado pelo Ministério do Turismo, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o sistema busca estruturar as trilhas brasileiras, ampliar a segurança dos usuários e fortalecer o posicionamento do Brasil no mercado internacional de turismo de natureza.

Durante a cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância de preservar as riquezas naturais brasileiras e ampliar o acesso da população às áreas protegidas.

“Temos a obrigação de preservar nossas riquezas naturais e fazer com que elas tenham utilidade para o povo brasileiro. Precisamos valorizar nossas áreas protegidas, atrair visitantes e mostrar ao mundo a riqueza que o Brasil possui”, afirmou o presidente.

Leia Também:  Brasil marca presença na 113ª Conferência Internacional do Trabalho da OIT, em Genebra

Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a nova política fortalece o turismo de natureza e amplia as oportunidades para comunidades e empreendedores em todo o país.

“O Sintrilhas transforma uma iniciativa construída ao longo dos últimos anos em uma política pública permanente. Estamos fortalecendo um modelo de turismo que leva visitantes para novos destinos, gera emprego, distribui renda e cria oportunidades, principalmente, para quem vive da pousada familiar, do pequeno restaurante, do artesanato, da produção local e dos serviços turísticos”, destacou o ministro.

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, ressaltou que conservação ambiental e desenvolvimento econômico caminham juntos e destacou o papel das trilhas na valorização dos territórios, na proteção da biodiversidade e na geração de oportunidades para as comunidades locais.

Oportunidades

Ao conectar paisagens naturais, áreas protegidas, comunidades e atrativos turísticos, as trilhas ajudam a movimentar economias locais e ampliar oportunidades para quem vive do turismo.

Na prática, o Sintrilhas cria condições para ampliar a circulação de visitantes, aumentar o tempo de permanência nos destinos e fortalecer atividades ligadas à hospedagem, alimentação, guiamento turístico, artesanato, produção local e turismo de base comunitária.

A política também contribui para levar visitantes a regiões que muitas vezes ficam fora dos grandes circuitos turísticos, ampliando a distribuição dos benefícios econômicos do setor por diferentes municípios brasileiros.

Estrutura permanente

Criada originalmente em 2018, a rede passa agora a contar com uma estrutura nacional permanente voltada ao planejamento, implantação, gestão, monitoramento e promoção das trilhas.

O decreto institui instrumentos para fortalecer a governança do setor, entre eles a Estratégia Nacional de Trilhas, o Cadastro Nacional de Trilhas e o Comitê Nacional de Trilhas. A medida também amplia a participação integrada de estados, municípios, comunidades tradicionais, organizações da sociedade civil e iniciativa privada.

Leia Também:  Governo Federal realiza seminário internacional sobre Democracia, Território e Participação Social

A Estratégia Nacional de Trilhas deverá ser elaborada em até 180 dias após a instalação de um comitê, que definirá as metas prioritárias para o desenvolvimento do segmento.

Medidas

Entre as medidas anunciadas nesta quarta estão a assinatura de seis decretos e a sanção de dois projetos de lei. Uma delas é a lei que institui a Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga e cria o Programa Nacional para a Recuperação da Vegetação da Caatinga. A norma busca incentivar a recuperação de áreas degradadas do bioma, ampliar a produção sustentável de alimentos na região, garantir a segurança hídrica e estimular a bioeconomia e o manejo florestal sustentável.

Os anúncios contemplam ainda o decreto que regulamenta o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), definindo regras para repasses mais ágeis a estados e municípios no combate a incêndios florestais e no manejo populacional ético de cães e gatos.

Já os investimentos para estimular o desenvolvimento sustentável envolvem aportes de R$ 834 milhões do Fundo Clima e de pelo menos R$ 210 milhões do Fundo Amazônia, que teve oficializada a doação de R$ 270 milhões do Reino Unido. O programa ARPA Comunidades também recebeu doação de R$ 370 milhões para investimentos nas cadeias da sociobioeconomia junto às comunidades extrativistas.

Entre os anúncios, estão ainda a criação do Parque Nacional Povos Indígenas do Rio Tanaru (RO) e a ampliação do Parque Nacional Serra das Confusões (PI). Lideradas pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo ICMBio, as ações fortalecem a conectividade ecológica, a conservação de espécies ameaçadas e a valorização do patrimônio natural e cultural do país.

Por Natália Moraes 
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA