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MEC investe em ações de inovação e empreendedorismo
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O III Encontro Nacional de Inovação e Empreendedorismo na Educação Profissional e Tecnológica (InovEPT), que ocorreu no Campus Brasília do Instituto Federal de Brasília (IFB), de 10 a 12 de junho, promoveu um espaço estratégico de discussões sobre as práticas inovadoras e as iniciativas empreendedoras na formação técnica. Foram três dias de apresentações e trocas de experiências que evidenciaram o compromisso do Ministério da Educação (MEC) com o fortalecimento de políticas que articulam conhecimento, transformação social e avanços tecnológicos.
No último dia de evento, esta quinta-feira (12), foram discutidos os ambientes de inovação e empreendedorismo, o futuro do trabalho e os espaços makers. O evento é um reflexo do investimento do MEC na educação profissional e tecnológica (EPT) nestas áreas.
“Nós temos ações em todo o Brasil de empreendedorismo e inovação e essas iniciativas são executadas em toda a educação profissional e tecnológica”, explicou a coordenadora–geral de Incentivo à Cooperação e à Inovação na Educação Profissional e Tecnológica, Marcela Paes.
Ainda segundo ela, o MEC por meio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), abriu uma chamada com o objetivo de ajudar a desenvolver novas Indicações Geográficas (IGs) no país, com o apoio dos ambientes de inovação dos Institutos Federais. “Dessa forma conseguimos auxiliar cooperativas e associações, contribuindo para o desenvolvimento social e econômico dessas regiões”, concluiu Paes.
Assistec Inova – O MEC promove assistência técnica, via o projeto Assistec Inova, às instituições ofertantes de cursos da EPT. A iniciativa permite que os ambientes de inovação se estruturem para atender às demandas da comunidade externa, do setor produtivo e da própria instituição com foco em ações de inovação, empreendedorismo e sustentabilidade.
Inovação – Conectando inovação e desenvolvimento nacional, a Setec já mapeou mais de 630 ambientes de inovação nas redes estaduais e na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, sendo 286 espaços makers, 218 incubadoras de empresas, 114 empresas juniores e 14 Polos de Inovação. Esses ambientes de inovação são complementares ao aprendizado adquirido em sala de aula, ampliando o conhecimento dos participantes com iniciativas práticas.
Polos – Os polos de inovação, que promovem investigação, desenvolvimento e inovação, geraram mais de R$ 226 milhões de investimento no setor produtivo entre 2023 e 2024, segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), envolvendo mais de cinco mil estudantes nos projetos.
A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica reúne hoje 14 polos de inovação, que aceleram a transmissão de tecnologia e conhecimento e conectam o meio acadêmico às instituições de investigação e as empresas. Nos polos, os estudantes têm contato direto com o setor produtivo, aprendendo a empreender, inovar e desenvolver pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I).
Rede Integra – Iniciativa que centraliza dados de pesquisa, inovação e parcerias de todo o Brasil. A plataforma tem como objetivo ser uma vitrine tecnológica das ações de inovação e empreendedorismo da Rede Federal para o setor produtivo, ligando professores, técnicos e estudantes ao mundo do trabalho.
Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da Setec
Fonte: Ministério da Educação
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MEC reconhece iniciativas que fortalecem alimentação escolar no país
O Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), realizou, nesta terça-feira, 23 de junho, o Prêmio PNAE 2026, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF). A premiação reconheceu as iniciativas que fortaleceram o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e ampliaram o acesso dos estudantes a uma alimentação adequada, saudável e de qualidade.
O evento reuniu em torno de mil pessoas, entre gestores, nutricionistas, merendeiras, agricultores familiares, pesquisadores e representantes da comunidade escolar. A programação incluiu a entrega de premiações e homenagens a ações voltadas à educação alimentar e nutricional, à participação social e ao incentivo à agricultura familiar, além de reconhecer as experiências que melhoram a alimentação oferecida nas escolas públicas.
A primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, que também é embaixadora da Alimentação Escolar Brasileira e Campeã da Boa Vontade da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) contra a fome, participou remotamente da cerimônia e destacou o protagonismo do Brasil na área da alimentação escolar.
“Tenho muito orgulho de dizer que, quando o assunto é alimentação escolar, o Brasil lidera pelo exemplo. Eu sempre falo isto em todas as conversas internacionais e em todas as minhas falas nos eventos em que eu sou convidada a participar: ‘nós lideramos pelo exemplo na alimentação escolar’”.
Na sequência, o secretário-executivo do MEC, Rodolfo Cabral, ressaltou o papel estratégico do PNAE na promoção da aprendizagem, da saúde e da inclusão social dos estudantes. “O Programa Nacional da Alimentação Escolar, nosso PNAE, é um dos pilares desse esforço. É um programa que chega a todos os municípios brasileiros, dialoga com diferentes realidades e impacta diretamente a vida de milhões de estudantes”.
A presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, ressaltou os avanços alcançados pelo PNAE nos últimos anos, resultado da prioridade dada pelo governo federal às áreas de segurança alimentar e educação. Ela recordou que a retomada das instâncias de participação social ligadas à alimentação escolar foi uma das primeiras medidas adotadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2023, reforçando a gestão participativa e o diálogo com a sociedade.
“A alimentação escolar vai muito além da oferta de refeições. Ela representa cuidado, segurança alimentar, fortalecimento da agricultura familiar e compromisso com a permanência dos estudantes na escola. Cada avanço no PNAE reflete a prioridade que o governo federal tem dado à educação e à garantia de direitos”.
Premiações – Foram premiadas as melhores receitas da alimentação escolar. A iniciativa valorizou o trabalho de merendeiras, merendeiros e nutricionistas, responsáveis pela alimentação dos estudantes da rede pública de ensino. Ao todo, 55 receitas foram premiadas em todo o país. Cada merendeira vencedora recebeu R$ 5 mil, enquanto as escolas contempladas receberam R$ 8 mil para investimentos em equipamentos e melhorias na infraestrutura das cozinhas escolares.
O Prêmio contou ainda com painéis sobre o papel da alimentação escolar no combate à má nutrição, à promoção da educação alimentar e nutricional e à participação social para garantir o direito à alimentação adequada. Além disso, houve uma discussão sobre os desafios e as perspectivas para o futuro da alimentação escolar brasileira.
Educação alimentar – O evento também destacou a Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN). A ação incentiva escolas públicas de todo o país a desenvolverem atividades educativas que promovam hábitos alimentares saudáveis e fortaleçam a relação entre alimentação, educação e cidadania.
Na 7ª edição, a Jornada mobilizou 2.838 escolas públicas de todo o país, das quais 817 concluíram todas as etapas previstas. Ao todo, 20 experiências foram selecionadas e receberão premiação de R$ 10 mil cada.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do FNDE
Fonte: Ministério da Educação


