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MEC marca presença em Encontro Nacional de Grêmios

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Representantes do Ministério da Educação (MEC) estarão no 5º Encontro Nacional de Grêmios, promovido pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro. O evento tem início nesta quinta-feira, 4 de dezembro, e segue até domingo (7). 

Durante o evento, a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC apresentará uma nova política pública — o Participa Jovem, que visa fomentar e fortalecer os grêmios estudantis, de forma a promover o protagonismo juvenil e a participação democrática nas escolas. Com isso, o programa busca ampliar a participação política e social dos estudantes, garantir equidade educacional e promover práticas que valorizem a diversidade. 

O programa será implementado por meio de ações articuladas com os estados, municípios e escolas, de modo a envolver a formação, a mobilização e o apoio a projetos inovadores. A atuação será organizada em três eixos — coordenação federativa, por meio da articulação entre o MEC, o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Ubes; formação, que visa à capacitação de secretarias, gestores, professores e representantes estudantis; e mobilização e conexão, com a criação da Rede de Grêmios e de uma plataforma nacional para comunicação, repositório e interação entre os estudantes. 

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Mais ações – O estande do MEC no evento oferecerá atendimento individual aos beneficiários do Pé-de-Meia. Também serão realizadas duas rodas de conversa com as lideranças estudantis para apresentar as regras e as novidades do programa — como a página de consulta para estudantes e a opção de investimentos — e orientar a produção de materiais de comunicação pelas organizações sobre o Pé-de-Meia. 

Além disso, as principais políticas públicas da pasta terão destaque no estande, que trará uma roleta de brindes, com perguntas sobre algumas políticas: a Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP); o Programa Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades para Acesso de Estudantes da Rede Pública de Ensino à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Partiu IF); o Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem); os 100+ novos Institutos Federais (IFs); o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem); o Sistema de Seleção Unificada (Sisu); o Programa Universidade para Todos (ProUni); e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).  

Completam as iniciativas apresentadas no evento o Compromisso Nacional Toda Matemática; o Programa Escola das Adolescências; o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae); e o programa Na Ponta do Lápis

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Evento – O 5º Encontro Nacional de Grêmios (ENG) terá como eixos centrais a defesa da educação pública, o fortalecimento da participação política da juventude e a valorização da diversidade estudantil. O evento é gratuito e aberto ao público. Ao longo de quatro dias, estudantes do ensino médio, técnico e pré-vestibular participarão de debates, rodas de conversa, atividades culturais e esportivas. 

O evento reunirá cerca de 5 mil estudantes de todo o país, com delegações dos 27 estados e do Distrito Federal, de modo a fortalecer a organização e a participação estudantil por meio dos grêmios estudantis e celebrar o marco histórico dos 40 anos da Lei do Grêmio Livre (Lei nº 7.398/1985). 

Confira a programação completa 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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CNE institui diretrizes para graduação em enfermagem

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O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou, nesta terça-feira, 19 de maio, a Resolução CNE/CES nº 1/2026, que institui as novas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) para os cursos de graduação em enfermagem bacharelado e licenciatura. 

A norma redefine princípios, competências e organização da formação na área, com foco na qualificação do ensino, na integração com o Sistema Único de Saúde (SUS) e no fortalecimento da formação humanista, ética, crítica e interprofissional. As novas diretrizes também ampliam a presença dos estudantes em cenários reais de prática desde o início da graduação e reforçam a articulação entre ensino, pesquisa e extensão. 

A publicação dessa resolução ocorre após 14 anos de debates entre as diversas associações de ensino e conselhos de classe da enfermagem. Dentro do CNE, o texto foi desenvolvido por uma comissão presidida pela conselheira Ludhmila Hajjar e relatada pela conselheira Beth Guedes. 

“As novas DCN’s de enfermagem são resultado de uma construção coletiva madura, conduzida em diálogo permanente com entidades científicas, profissionais, acadêmicas e representativas da área da saúde. Mais do que um texto normativo, elas expressam um processo contínuo de escuta, atualização e pactuação institucional em favor de uma formação conectada às transformações da sociedade, do SUS e do mundo do trabalho”, afirma Guedes. 

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Entre as principais mudanças está a definição de carga horária mínima de 4 mil horas para o bacharelado em enfermagem, exclusivamente no formato presencial, com tempo mínimo de integralização de cinco anos. O texto estabelece que as atividades teórico-práticas realizadas em serviços de saúde deverão corresponder a, no mínimo, 20% da carga horária total do curso. Já o estágio curricular supervisionado obrigatório deverá representar pelo menos 30% da carga horária total, sendo metade realizada na atenção primária à saúde e a outra metade na atenção hospitalar ou em serviços de média complexidade. 

Segundo a resolução, a formação deverá estar alinhada às necessidades sociais e sanitárias do país e aos princípios do SUS, contemplando promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamento, reabilitação e cuidado integral das pessoas e comunidades. 

As novas diretrizes reforçam, ainda, conteúdos relacionados à diversidade, direitos humanos, relações étnico-raciais, gênero, sustentabilidade, educação ambiental, segurança do paciente e inclusão social, além da oferta de Libras no ensino, pesquisa e extensão. Também preveem o fortalecimento de metodologias ativas de aprendizagem e da integração ensino-serviço-comunidade, além da valorização da pesquisa científica e da educação permanente em saúde. 

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Na modalidade licenciatura, as diretrizes estabelecem formação voltada prioritariamente à atuação na educação profissional técnica de nível médio (EPTNM), especialmente na formação de técnicos e auxiliares de enfermagem. Outro ponto é a obrigatoriedade de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), além da manutenção do Núcleo Docente Estruturante (NDE) e da criação de programas de formação e desenvolvimento da docência em saúde nas instituições de ensino superior. 

Os cursos de graduação em enfermagem em funcionamento terão até 30 de junho de 2028, para adequar seus projetos pedagógicos e matrizes curriculares às novas diretrizes. Com a publicação da nova resolução, fica revogada a Resolução CNE/CES nº 3/2001, que orientava anteriormente os cursos de enfermagem no país. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE 

Fonte: Ministério da Educação

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