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MEC orienta adesão ao 2º ciclo do programa Ensino Médio Mais

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), está orientando as escolas elegíveis para adesão ao segundo ciclo do programaEnsino Médio Mais. Em webinário transmitido pelo canal do MEC no YouTube, a pasta prestou esclarecimentos sobre a elaboração das propostas pedagógicas, que devem ser encaminhadas pelas escolas até o dia 8 de junho. 

Para este segundo ciclo, 1.286 escolas estão aptas, com uma estimativa de investimento de R$ 16 milhões. Os valores serão repassados via Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). As secretarias de educação e as escolas elegíveis devem elaborar propostas pedagógicas para melhorar seus índices de permanência e possibilitar trajetórias escolares exitosas para todos os estudantes.   

“Os gestores devem se atentar ao prazo, pois, por motivos de execução do orçamento, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) precisa realizar o pagamento até 30 de junho”, ressaltou a coordenadora-geral de Ensino Médio da SEB, Valdirene Alves. A Diretoria de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica do MEC disponibiliza materiais de orientação tanto para o ciclo de adesão quanto para a execução dos recursos do programa Ensino Médio Mais. 

A coordenadora reforçou que a elaboração das propostas pedagógicas para o Ensino Médio Mais pelas escolas deve considerar o desenvolvimento de atividades, na perspectiva democrática e participativa, que possibilitem aos professores e aos estudantes a reflexão sobre as diversas dimensões que incidem na oferta do ensino médio noturno presencial. “Também é preciso levar em conta a realização de encontros, no espaço escolar, para a escuta dos jovens que frequentam as turmas do ensino médio noturno presencial, e as orientações encaminhadas pelas secretarias de educação, que acompanharão o desenvolvimento da ação junto às escolas participantes”, completou. 

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O programa Ensino Médio Mais visa fomentar a elaboração de propostas pedagógicas para o ensino médio noturno regular presencial, alinhadas ao perfil dos estudantes, bem como às suas necessidades e expectativas, contribuindo para a sua permanência na escola. As propostas que demonstrarem, no decorrer do ano de 2025, melhorias quanto à permanência na escola e à trajetória exitosa dos estudantes doensinomédionoturno serão premiadas, após análise do Comitê Nacional de Monitoramento e Avaliação doEnsino Médio. 

Primeiro ciclo – Em 2024, o programa recebeu a adesão de 23 secretarias estaduais de educação, contemplando 1.683 escolas, com um repasse de R$ 22 milhões. Para esta segunda adesão, a estimativa de repasse é de R$ 16 milhões para 1.286 escolas aptas. Os valores são repassados por faixa de matrícula, sendo: 

  • Faixa 1 (escolas com até 500 matrículas de ensino médio noturno): R$ 13.087,13 em 2025. 

  • Faixa 2 (escolas com mais de 500 matrículas no ensino médio noturno): R$ 19.629,56 em 2025. 

Ensino Médio Mais –O programa Ensino Médio Mais é uma iniciativa do MEC destinado à oferta de um ensino de qualidade. Voltado para um público em condição de maior vulnerabilidade os estudantes do ensino médio noturno regular, o programa busca fomentar a elaboração de propostas pedagógicas para o ensino presencial, alinhadas ao perfil dos estudantes, bem como às suas necessidades e expectativas, contribuindo, assim, para o aprendizado e a permanência desse público na escola.  

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Pautado no regime de colaboração entreaUnião,osestados e o Distrito Federal, oprogramavisa promover ações que assegurem o direito à aprendizagem dos estudantes; a equidade no acesso; a permanência, com trajetórias escolaresbem-sucedidas; o aprimoramento da organização curricular e pedagógica; e o foco no desenvolvimento integral dos estudantes.     

A iniciativa está alinhada com as diretrizes do Plano Nacional de Educação (PNE), especialmente com aMeta 3,que visa universalizar o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos.Também está em conformidade comaLei nº 14.945/2024,a qualdefiniu que os estados deverão manter em seus municípios ao menos uma escola deensino médio regular noturno onde houver demanda manifesta e comprovada de matrícula.  

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB) 


Fonte: Ministério da Educação

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Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

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As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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