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MEC participa da 3ª Caravana Federativa do Rio Grande do Norte
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O ministro da Educação, Camilo Santana, participou nesta quinta-feira, 19 de novembro, da 3ª Caravana Federativa Estadual do Rio Grande do Norte, na cidade de Caicó. Essa edição abrange os municípios do Seridó e tem o intuito de atender gestores públicos, representantes de órgãos federais e estaduais, técnicos municipais e parceiros institucionais com foco na execução de políticas públicas e investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O evento ocorreu no Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e integra uma série de agendas do ministro pelo estado.
Na ocasião, Santana parabenizou a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, pela realização da Caravana Federativa. “Um governo, para funcionar bem, precisa fortalecer a relação institucional, independente de quem seja o prefeito ou não, independente de qual seja o governo. O papel do governante é construir as relações institucionais com os estados e municípios”, destacou.
“Um governo para funcionar bem precisa fortalecer a relação institucional, independente de quem seja o prefeito, independente de qual seja o governo. O papel do governante é construir as relações institucionais com os estados e municípios.” Camilo Santana, ministro da Educação
Segundo o ministro, a caravana permite que os gestores sejam ouvidos para que o governo possa conhecer as necessidades dos municípios e garantir os investimentos necessários para a saúde, educação e construção de rodovias e outras obras necessárias para a população. “Esse é o momento desse debate, dessa discussão, de apresentar sugestões e fazer avaliações, corrigir resultados, e melhorar as ações nos municípios aqui da região”, observou.
A caravana conta com representantes de ministérios, autarquias federais, e bancos públicos. A iniciativa fortalece a integração entre o governo do estado, o governo federal e municípios potiguares, ampliando o acesso às políticas públicas, serviços, financiamentos e soluções. O objetivo é acelerar obras, programas e investimentos estratégicos do Novo PAC e de outras políticas públicas essenciais.
Na programação da caravana, são promovidas oficinas temáticas, bem como painéis de capacitação e atendimentos especializados individuais nas salas temáticas. Após os atendimentos, as demandas por município serão sistematizadas e os próximos passos, definidos.
Entre os temas debatidos nos painéis estão: Rede de Parcerias; Caixa e o Novo PAC: Parcerias Estratégicas para a Aceleração de Investimentos Públicos; e Novo Plano Nacional de Educação (PNE): Desafios para as próximas décadas.
O evento contou ainda com a presença da secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweikardt; do secretário da Saúde, Alexandre Motta; da secretária de Educação, do Esporte e do Lazer do Rio Grande do Norte, Socorro Batista; do prefeito de Caicó, Judas Tadeu dos Santos; do reitor da UFRN, José Melo; da presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Fernanda Pacobahyba; do presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Arthur Chioro; além de autoridades locais.
Agenda – Ainda na manhã desta quarta-feira (19), o ministro Camilo Santana visitou as obras da Creche Municipal Professor Oriel Segundo de Oliveira, na cidade de Caicó. À tarde, ele participa da inauguração da Rede de Inovação para Educação Híbrida no campus da UFRN. Na ocasião, Santana também comparece à cerimônia de assinatura do Acordo de Cooperação Técnica entre o governo do Rio Grande do Norte, a Ebserh e a UFRN para estudar a viabilidade da construção do Hospital Universitário de Caicó.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação
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Estudo sugere que Bets prejudicam 2 milhões de estudantes
O dinheiro destinado a apostas online pode fazer falta em outras áreas da vida. Na educação, levantamentos recentes mostram que os gastos com bets já aparecem relacionados a decisões de ingresso e permanência no ensino superior privado. As estimativas indicam que cerca de 2 milhões de brasileiros podem ter a trajetória acadêmica afetada pelo comprometimento da renda com apostas.
O número reúne dois grupos identificados em pesquisa da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), em parceria com a Educa Insights. Entre os potenciais ingressantes, 986 mil poderiam deixar de efetivar a matrícula em 2026, devido aos gastos em apostas. Entre estudantes que já estão na graduação, 14% dos entrevistados disseram ter atrasado mensalidades ou trancado o curso pelo mesmo motivo.
Considerando que a rede privada possui mais de 8 milhões de matrículas, a aplicação desse percentual representa uma ordem de grandeza superior a 1,1 milhão de estudantes. Somados os dois grupos, chega-se a cerca de 2 milhões de pessoas potencialmente afetadas. Outro levantamento, realizado pelo Instituto Semesp, identificou que 19,1% das instituições privadas pesquisadas afirmaram já ter observado relação entre apostas online e inadimplência de estudantes.
Os dados não significam que as apostas sejam a única causa de dificuldades financeiras ou de interrupção dos estudos. Questões como renda familiar, emprego e outras despesas também interferem na capacidade de um estudante iniciar ou continuar uma graduação. As pesquisas apontam, especificamente, que os gastos com bets podem se somar a esses fatores e comprometer o orçamento destinado à educação.
Quando o comprometimento da renda chega à graduação – As apostas on-line podem se tornar uma barreira adicional ao acesso e à permanência no ensino superior, influenciando em comprovações de avaliação socioeconômica, inclusive entre estudantes que dependem de políticas de acesso e financiamento, como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
O impacto pode aparecer antes mesmo do início das aulas. Para quem pretende ingressar em uma instituição privada, o comprometimento da renda pode pesar na decisão de efetivar a matrícula. Para quem já está estudando, pode significar dificuldades para manter em dia a mensalidade ou outras despesas relacionadas à formação.
Mesmo com o apoio de uma bolsa ou de um financiamento, o estudante continua com outras despesas ao longo da graduação. Quando parte da renda é destinada às apostas online, é possível que haja menos recursos disponíveis para os custos relacionados aos estudos. O comprometimento da renda também pode trazer dificuldades para estudantes que precisam comprovar sua situação financeira para acessar ou manter benefícios educacionais, conforme as regras de cada programa.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação



