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MEC promove concurso sobre EPT para a Economia Verde
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O Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável (GIZ), anuncia o lançamento do concurso “Educação Profissional para a Economia Verde”. A iniciativa vai reconhecer as melhores práticas educacionais que integrem inovação, qualificação profissional e sustentabilidade. As propostas podem ser inscritas entre 14 de agosto e 1º de setembro, com premiação em outubro. O processo seletivo será composto por três etapas: habilitação, classificação e entrevista on–line com os seis melhores projetos.
Voltado para instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, das redes estaduais públicas e privadas de EPT e dos Serviços Nacionais de Aprendizagem (Sistema S), o concurso premiará projetos desenvolvidos em parceria com empresas públicas ou privadas e alinhados aos princípios da economia verde, tais como economia circular, energias renováveis e bioeconomia.
O concurso integra os projetos Assistec Inova e Profissionais do Futuro II: Competências para a Economia Verde, coordenados pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec/MEC), e é desenvolvido em parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo.
Na última edição, o grande vencedor foi o Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) – campus Janaúba, com um projeto de formação inicial e continuada voltado para mulheres na área de energias renováveis, em parceria com a empresa Atlas Renewable Energy.
Premiação – Os três primeiros colocados serão conhecidos durante a 5ª Semana Nacional da Educação Profissional e Tecnológica, que ocorrerá de 7 a 9 de outubro, em Brasília (DF). A premiação será: 1º lugar – viagem técnica internacional para evento na América Latina (1º semestre de 2026) sobre o tema da sustentabilidade ou economia verde; 2º e 3º lugares – viagens nacionais para curso ou evento técnico sobre sustentabilidade ou economia verde. Os finalistas farão uma apresentação durante a cerimônia de premiação.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da GIZ
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
Brasil tem mais de 20 mil pedidos judiciais internacionais em andamento, cíveis e penais
O número foi informado, nesta quarta-feira (27), pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. “Tudo isso é um sinal de que o Brasil é ator relevante e demandado no Sistema Internacional de Justiça”, afirmou Lima.
Os pedidos são operados pela Secretaria Nacional de Justiça, sob comando da secretária Maria Rosa Guimarães Loula, especificamente pelo Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), em articulação permanente com a Polícia Federal, o Ministério das Relações Exteriores, a Advocacia-Geral da União, o Ministério Público e a Defensoria Pública, além do Poder Judiciário e de outros parceiros.
“Esse trabalho apoia-se numa ampla rede normativa de mais de 120 acordos multilaterais e bilaterais. Na área penal, o Brasil mantém acordo de assistência jurídica com mais de 20 países e participa das Convenções das Nações Unidas contra o Crime Organizado, a Corrupção e os Crimes Cibernéticos. Vamos somar ainda, a tudo isso, tratados de extradição com cerca de 30 países e acordos de transferência de pessoas condenadas com outros 17. Instrumentos que dão efetividade às decisões judiciais com respeito à soberania e aos direitos fundamentais”, informou o ministro.
Ele observou que decisões como a concessão de extradição ou a validação de atos internacionais são de competência do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, conforme o caso, e que o Ministério só pode se manifestar publicamente sobre esses temas com base em comunicações formais e dentro dos limites legais, inclusive quanto à proteção de dados e ao sigilo de investigações e recursos.
“O devido processo legal deve ser seguido em seu absoluto rigor. O esforço do Ministério da Justiça deve ser nessa direção, de manter um alto padrão de institucionalidade, que é o meu empenho”, assegurou Lima.
O ministro compareceu à Comissão para falar sobre a atuação internacional da Polícia Federal. Em sua exposição inicial, Wellington César Lima esclareceu que sua pasta não exerce função de direção da Polícia Federal, mas de supervisão finalística das atividades, sem interferência na condução técnica das investigações, atribuição exclusiva das autoridades policiais, conforme previsto na Constituição e na Lei nº 12.830/2013.
Desta forma, observou, não compete ao Ministério da Justiça determinar investigações, acelerar procedimentos ou acessar diligências sigilosas, sendo o controle da atividade policial exercido pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Também enfatizou que a autonomia técnica das investigações decorre da especialização institucional da Polícia Federal.
O ministro reiterou a disposição permanente da pasta em manter diálogo transparente com o Parlamento e incorporar contribuições legislativas ao debate sobre segurança pública como política de Estado.
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