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Ministério do Turismo investe em qualificação para ampliar a transformação de cidades brasileiras em Destinos Turísticos Inteligentes

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Nesta terça-feira (5.8), o Ministério do Turismo deu a largada em uma série de workshops para estimular as cidades brasileiras a implantarem a metodologia de Destinos Turísticos Inteligentes (DTIs). O objetivo é ampliar a ação que estimula o uso de tecnologia e inovação para a melhoria das ações de sustentabilidade, de acessibilidade e de segurança, entre outras ações primordiais na atividade turística.

A abertura do 1º Workshop Regional de Disseminação da Temática de Destinos Turísticos Inteligentes (DTIs) aconteceu em Brasília (DF). O evento proporciona a troca de experiências e ideias para a construção de novos caminhos para o turismo inovador e sustentável e tem o objetivo de apoiar os municípios na modernização da gestão do setor turístico.

Durante o lançamento da iniciativa, que percorrerá as cinco regiões do país, a secretária-executiva do Ministério do Turismo, Ana Carla Lopes, destacou o protagonismo brasileiro na estratégia, cuja metodologia tem o poder de transformar o setor.

“Nós temos, sim, a propriedade e, agora, hoje, a oportunidade de fazer e acontecer! Vamos para o Nordeste, para o Centro-Oeste, para o Norte, para o Sul e para o Sudeste, disseminando e apoiando os municípios na transformação de seus destinos por meio da inovação, da sustentabilidade e da inteligência territorial. Essa união de forças é o que nos permite trabalhar para consolidar essa estratégia como uma política pública de turismo essencial ao Brasil”, afirmou.

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O Brasil é referência no segmento na América Latina, por ser o primeiro país a institucionalizar o conceito de Destinos Turísticos Inteligentes em âmbito federal. Atualmente, quase 30 localidades do país já adotam o modelo, gerando resultados significativos relacionados a governança, tecnologia, acessibilidade, inovação e sustentabilidade, entre outros.

“Nosso objetivo com esse workshop é explicar que o projeto trabalha a gestão nos destinos, preferencialmente por meio da criação de ecossistemas turísticos que garantam acessibilidade universal; que promovam sustentabilidade; que melhorem a experiência do visitante e do morador e que proporcionem a utilização de dados para uma gestão mais estratégica. Esse é um modelo de gestão que transforma a vida nos municípios”, reforça Bárbara Blaudt, coordenadora-geral de Inovação, Inteligência e Estatísticas do Ministério do Turismo.

A iniciativa, fruto de parceria da Associação Nacional dos Secretários e Dirigentes Municipais de Turismo (Anseditur) e do Instituto Ciudades del Futuro (ICF) com o Ministério do Turiamo, tem ainda o apoio da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), do Fornatur (Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo), da Embratur e do Sebrae Nacional, e é um dos esforços do governo federal para consolidar os DTIs como política pública.

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ANOTE NA AGENDA

O próximo workshop será no Sul, na cidade de Curitiba (PR), no dia 02 de setembro. Na semana seguinte será a vez da região Sudeste, em Belo Horizonte (MG), no dia 09. O Nordeste brasileiro receberá o workshop no dia 23, em Salvador (BA). E no Norte, Belém sediará o evento, ainda a confirmar a data.

Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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MEC participa de encontro sobre o PET na Unifei

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O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Superior (Sesu), participou do InterPET da Universidade Federal de Itajubá (Unifei). O encontro ocorreu no sábado, 13 de junho, e reuniu estudantes, tutores e grupos do Programa de Educação Tutorial (PET) da instituição. Durante o evento, o PET foi destacado como uma política pública estratégica, não apenas para a qualificação da graduação, mas também para o fortalecimento da universidade pública.  

Na ocasião, grupos do PET da Unifei, de diferentes áreas do conhecimento, apresentaram suas experiências, evidenciando a articulação concreta entre ensino, pesquisa e extensão. A programação também abriu um canal direto de diálogo entre o MEC, a comunidade acadêmica, com destaque para os bolsistas do PET estudantes e professores tutores  e a gestão da universidade, a fim de tratar dos desafios e da continuidade do programa.  

Para o coordenador de Políticas Estudantis da Sesu, Artur Antônio dos Santos Araújo, que representou o MEC, “o PET não pode ser compreendido apenas como uma bolsa. Ele é uma política de formação, de produção de conhecimento, de compromisso social e de qualificação da graduação. O programa forma lideranças, fortalece a universidade pública e aproxima os estudantes dos grandes desafios nacionais”, explicou. 

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O coordenador defendeu ainda que eventos como o InterPET da Unifei são essenciais para estimular a organização coletiva, reconhecer o protagonismo dos alunos e tutores do programa e dar visibilidade às práticas desenvolvidas nas universidades federais de todo o país.  

A participação do MEC no InterPET integra o esforço da Sesu para ampliar o diálogo com os participantes do programa e aperfeiçoar sua gestão. Nos últimos meses, a secretaria tem atuado no aprimoramento de fluxos administrativos e normativos, na orientação às instituições e no diálogo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão responsável pelo pagamento das bolsas, além de conduzir a atualização das regras do PET.  

UnifeiSediada em Itajubá, em Minas Gerais, a Unifei — que recebeu o encontro — é referência nacional em engenharia, energia, tecnologia e inovação. A universidade conta com 11 grupos PET, que desenvolvem ações nas seguintes áreas: administração, educação e gestão empreendedora; energia, petróleo, gás e meio ambiente; engenharia ambiental; engenharia de produção; engenharia elétrica; mecânica; física e popularização da ciência; formação de professores em ciências exatas; clima; e tecnologia em eletrônica e computação.  

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Atualmente, 123 estudantes e 11 professores tutores da Unifei são bolsistas do PET. Os valores das bolsas do PET são de R$ 700 para os estudantes, R$ 2,1 mil para professores tutores com mestrado e R$ 3,1 mil com doutorado.   

PET – O Programa de Educação Tutorial, criado pela Lei nº 11.180/2005 e regulamentado pela Portaria nº 976/2010, alterada pela Portaria nº 343/2013, fomenta grupos de aprendizagem tutorial. A ação é realizada por meio da concessão de bolsas de iniciação científica a estudantes de graduação e de bolsas de tutoria a professores tutores. O programa contribui para a formação de futuros professores e pesquisadores, visando à qualidade da formação universitária e à consolidação do tripé ensino, pesquisa e extensão nas instituições de educação superior.    

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu  

Fonte: Ministério da Educação

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